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Empresas de logística estão visando a implementação de Inteligência Artificial

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A capilaridade da tecnologia no setor de transporte rodoviário de cargas.

Em uma pesquisa feito pela Vanson Bourne, encomendada pela Avaya, 94% das empresas entrevistadas ao redor do mundo são favoráveis à implementação de tecnologias com inteligência artificial. Este número atinge 99% no Brasil. Das empresas brasileiras consultadas, 55% efetivamente implementam a tecnologia, especificamente em setores de atendimento ao consumidor.

Estes números são importantes para entender que a inteligência artificial não é mais um futuro tão distante assim. É cada vez mais eminente em diversos setores, principalmente no transporte rodoviário de cargas.

O diretor de finanças e performance da GVM Solutions, Felipe Medeiros, ressalta os benefícios da implementação dessa tecnologia no setor. “Automação, agilidade nas tomadas de decisões e melhoria no planejamento. Estes são os benefícios da IA no setor de transporte. Através do processo de “machine learning” é possível antever cenários e antecipar decisões e informações. Verificando velocidade do veículo, distância da rota, quantidade de entregas, horários de recebimentos de mercadorias, atrelado a alguma ferramenta de GPS com informações de trânsito. Em um cenário futuro mas não tão distante, é possível identificar o cumprimento ou não de uma agenda de entrega.”

A automação de diversos segmentos no mercado se dá de forma rápida. A implementação de novas tecnologias passou a ser requisito para ser uma empresa reconhecida. Colocando as que decidiram não acompanhar esse desenvolvimento, em uma posição inferior, quase obsoleta.

O empresário, entretanto, considera que uma empresa não pode se ver dependente de tecnologia alguma e que o ser humano é indispensável em qualquer atividade. “A tecnologia sempre é aplicada para facilitar o dia a dia das pessoas. É imprescindível a atuação humana e de gestão nas empresas para que os processos sigam conforme o planejado e para atuar de forma incisiva nos gargalos identificados e nos problemas que podem acontecer. O maior perigo que se pode identificar é alguém achar que uma máquina ou uma IA poderá gerir uma empresa 100% autônoma. A máquina mais poderosa existente, ainda é o cérebro humano. E acredito que será por muitos e muitos séculos”, finaliza.

Fonte: Assessoria