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Ari Rabaiolli defende rodovias em bom estado de conservação

09/09/2019

Foto capa: Filipe Scotti/Fiesc. Foto matéria: Assessoria de Comunicação/FetrancescAri Rabaiolli participa da Reunião do COFEM/SC de segunda-feira, 9 de setembro


“Em quanto os investimentos em infraestrutura rodoviária impactam na tarifa de pedágio? E quanto custa a hora/homem de quem fica parado em um congestionamento?”, questionou o presidente da Fetrancesc, Ari Rabaiolli, durante reunião do COFEM/SC nesta segunda-feira, 9 de setembro, em Florianópolis. Na pauta, destaque para a infraestrutura, os incentivos fiscais e área consolidada urbana.


Segundo o líder do Transporte Rodoviário de Cargas de Santa Catarina, o pior trecho de rodovia federal do Estado não está na BR-101, mas na BR-470, “de Indaial para cima é muito pior”.


O pronunciamento foi durante discussões sobre o projeto dos túneis do Morro dos Cavalos, em Palhoça/SC. Assunto que será proposto para audiência com o Ministro Sergio Moro e Tribunal de Contas da União (TCU) pelo COFEM/SC, por intermédio da Fórum Parlamentar Catarinense no Congresso Nacional.


Rabaiolli comentou a informação do Secretário de Estado de Infraestrutura, Carlos Hassler, dita durante reunião na última semana, de que o Governo passará a injetar R$ 10 milhões/mês em infraestrutura rodoviária. “Isso representa R$ 120 milhões ao ano, o que é significativo para nós”, sintetizou.


O presidente da Fetrancesc também comentou sobre a reunião com o Senador Jorginho Mello, em que reforçou a importância de a entidade participar das discussões sobre ferrovias em SC. “Para o transportador disposto em inovar e se alinhar às novas perspectivas de mercado, ele vai coletar o produto e levar até o porto ou à ferrovia e, depois, pegar aonde este modal deixar para entregar no destino final”, comentou.


Incentivos fiscais – O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, comentou o acordo com o Governo do Estado para manter a isenção a todos os agrotóxicos de ICMS até 31 de dezembro deste ano. O assunto ainda será votado na Alesc, segundo Pedrozo, e propõe diferenciações nas tributações aos agrotóxicos e isenção aos produtos orgânicos. O presidente da Faesc pediu apoio do COFEM/SC para manifestação conjunta em defesa de iniciativa do Governo para o incentivo à produção orgânica, ao invés de uma medida punitiva.


Outros temas – Os presidentes das federações do COFEM/SC também trataram de protocolo de cooperação técnica entre Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e Tribunal de Contas do Estado para haver mais transparência sobre incentivos fiscais. Além disso, foi tratado a permanência das Vogais na Jucesc e cobrança adicional de 10% nas multas de FGTS.


COFEM vai reforçar atuação em defesa da infraestrutura