Florianópolis, 27.8.09 – O projeto de lei que institui o psio mínimo regional para Santa Catarina, se aprovado, poderá trazer um aumento de custos de 30% para o setor de carga disse o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina Fetrancesc, Pedro Lopes. Ontem à noite, acompanhado do assessor jurídico da Federação, Luiz Ernesto Raymundi e dos presidentes das federações que integram o Conselho das Federações Empresariais de SC (Cofem), defendeu na comissão de Economia da Assembléia Legislativa, mudanças no projeto de lei. Segundo Lopes, como havia se manifestado anteriormente, não é contra o piso, mas precisa haver um debate maior sobre o assunto. São quatro pisos previsto, sendo que no valor mais elevado está enquadrado o transporte, o de R$ 678,00. Os conselheiros do Cofem devem apresnetar na próxima semana uma proposta para cada setor e ser encaminhada aos parlam,entares para que sejam incluídas como emendas no projeto. Fonte: Imprensa Fetrancesc
Pressão contra o mínimo regional
As discussões em torno da criação de um salário mínimo regional teve mais um capítulo, ontem, durante reunião da Comissão de Economia na Assembleia Legislativa de SC.
De decisão, porém, apenas a relatoria do projeto, que ficou com o deputado Renato Hinning. A proposta deve ser votada até a primeira quinzena de setembro. Ontem, os deputados aproveitaram o encontro para ouvir e avaliar as opiniões dos dois lados: o dos empresários e o dos trabalhadores. Segundo Hinning, as propostas serão analisadas e, se preciso, o projeto sofrerá algumas alterações. Um dos pleitos dos empresários é que as faixas salariais, cujo menor salário é de R$ 587, sejam revistas.
– Nossa intenção é produzir um relatório que possa a ser aprovado em Plenário, o que deve ocorrer até a primeira quinzena do mês que vem.
As discussões entre a classe patronal e a trabalhadora, na reunião de ontem, giraram em torno da existência ou não da livre negociação.
O vice-presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco Côrte, disse que a entidade não é contra o piso regional, mas defende uma negociação direta entre patrões e empregados.
O presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio de SC, Francisco Alano, rebateu as afirmações de Côrte, dizendo que os trabalhadores são forçados a aceitar as propostas impostas pelos patrões, sob pena de ter que discutir o dissídio na Justiça.
Representantes dos trabalhadores reclamaram que nos três anos em que o projeto estava sendo montado, nenhum empresários quis discutir o assunto. A Comissão de Economia tem até quarta-feira que vem para entregar o projeto à votação do Plenário. O projeto está em regime de urgência e tem um prazo de até 45 dias para ser apreciado. Fonte: Diário Catarinense. Foto Diário Catrainense
