Joinville, 13.8.09 – Mais de 111 mil ocorrências em um ano de operação – isto é, cerca de 12 ocorrências por hora ou uma a cada cinco minutos. Este é o balanço do primeiro ano de operação da Autopista Litoral Sul, celebrado no dia 15 de agosto. Há exatamente um ano iniciava o Serviço de Atendimento ao Usuário, que funciona 24 horas por dia e é prestado pela concessionária.
As mais de 111 mil ocorrências registradas no período deram origem a mais de 142 mil atendimentos ou deslocamentos de viaturas, dos quais 46,6% representam serviços de inspeção de pista e 35,9% serviços de socorro mecânico (panes elétricas e mecânicas, pneus furados e acidentes). Os atendimentos médicos representam 6,5%. Os outros 11% incluem atendimentos a outros incidentes. A maioria dos serviços foi prestada em Santa Catarina, uma vez que grande parte do trecho cruza o Estado. Neste, foram realizados mais de 98 mil atendimentos até hoje. No Paraná, onde se encontra o restante do trecho da rodovia, foram registrados cerca de 44 mil atendimentos prestados pela Autopista.
O atendimento ao usuário é feito pelo 0800 da rodovia. A chamada aciona o Centro de Controle Operacional (CCO), que destina o recurso mais adequado para a ocorrência. Desde o início da operação, a concessionária já recebeu cerca de 82 mil ligações no telefone 0800. “Nossos números de atendimentos e ligações recebidas expressam a importância do serviço que prestamos aos usuários do trecho, refletindo nosso compromisso de garantir a segurança nas rodovias”, comenta o Diretor Superintendente da concessionária, Antonio Marcio Protta. O contato é feito pelo 0800 725 1771.
Para operar esses recursos, a Autopista Litoral Sul dispõe de uma equipe de 232 funcionários e 40 veículos operacionais. O trecho possui ainda oito bases operacionais distribuídas ao longo do percurso, nas quais o usuário encontra espaço para descanso, água, café, banheiro e uma equipe para dar orientações e tirar dúvidas sobre o atendimento.
Atendimento médico
Além do rotineiro socorro a acidentes e a mal-estar como dores abdominais, musculares, hipertensão e outras mais graves, a Autopista Litoral Sul teve outro motivo de preocupação neste primeiro ano de atendimento médico: o vírus H1N1. As equipes que realizam o serviço de atendimento médico ao usuário, ao longo da rodovia, passaram por treinamento para atuar preventivamente em casos de suspeita de contaminação pelo vírus. Nas 12 ambulâncias da concessionária, há um kit especial com óculos de proteção, máscara, jaleco, gorro e luvas descartáveis, caso os profissionais de saúde atendam a um usuário com sintomas da gripe. Nesses casos, ele é encaminhado ao hospital de referência mais próximo.
Parâmetros para o futuro
A OHL Brasil – empresa ao qual pertence a Autopista Litoral Sul – pretende alcançar na rodovia os mesmos índices de aprovação verificados entre os usuários das pistas do interior paulista. A Companhia administra quatro estradas a noroeste de São Paulo – Autovias, Centrovias, Intervias e Vianorte –, em uma região considerada um dos principais pólos de agronegócios do país. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Transportes, de 2006, realizada com usuários das rodovias pavimentadas da malha rodoviária brasileira, as pistas administradas pela OHL Brasil (na época, resumiam-se às rodovias paulistas) foram classificadas como ótimas. Outra pesquisa realizada pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), órgão fiscalizador das concessões rodoviárias, feita também em 2006, mostrou que 94,6% dos usuários das rodovias sob concessão da OHL Brasil aprovaram os trechos rodoviários concedidos e indicaram como pontos fortes itens como segurança viária, estado de conservação e sinalização em geral.
Autopista Planalto Sul realizou mais de 38 mil atendimentos no primeiro ano de operação
Mais de 24 mil ocorrências registradas em um ano – uma média de 65 por dia. Este é o saldo do primeiro ano de operação da Autopista Planalto Sul, celebrado no próximo dia 15 de agosto. Há um ano, a concessionária colocava à disposição dos usuários uma frota de 32 veículos e uma equipe de 216 funcionários para atender às ocorrências registradas em toda a extensão do trecho, 24 horas por dia, sete dias por semana.
As 24 mil ocorrências registradas no período geraram cerca de 38 mil atendimentos ou deslocamentos de viaturas, dos quais mais de 34% representam serviços de socorro mecânico (panes elétricas e mecânicas, pneus furados e acidentes). O restante inclui atendimentos a outros incidentes, como mal súbito, apreensão de animais e retirada de objetos na pista. A maior parte dos atendimentos foi realizada no lado catarinense da BR-116. Neste trecho, mais de 24 mil usuários foram contemplados pelo serviço. No Paraná, foram registrados cerca de 14 mil atendimentos prestados no trecho da BR-116 entre Curitiba e Rio Negro, município situado na divisa com Santa Catarina.
O atendimento ao usuário é feito pelo 0800 da rodovia. A chamada aciona o Centro de Controle Operacional (CCO), que destina o recurso mais adequado para a ocorrência. Desde o início da operação, a concessionária já recebeu cerca de 23 mil ligações no telefone 0800. “O serviço que oferecemos na BR-116 só é possível com a arrecadação do pedágio. Mesmo com uma tarifa tão baixa, conseguimos prestar atendimento de uma maneira muito eficiente, difícil de encontrar em outros lugares. Em nenhum outro país as concessionárias proporcionam benefícios como os nossos, como atendimento pré-hospitalar, encaminhamento de vítimas de acidentes para hospitais e remoção de veículos danificados”, comenta o Diretor Superintendente da Autopista Planalto Sul, Arthur de Vasconcellos Netto. O contato é feito pelo 0800 642 0116.
A Autopista mantém ainda 32 veículos operacionais para atender os usuários e nove bases operacionais à disposição ao longo do trecho, nas quais encontra-se espaço para descanso, água, café, banheiro, fraldário e uma equipe para dar orientações e tirar dúvidas sobre o atendimento.
Parâmetros para o futuro
A OHL Brasil – empresa ao qual pertence a Autopista Planalto Sul – pretende alcançar na rodovia os mesmos índices de aprovação verificados entre os usuários das pistas do interior paulista. A Companhia administra quatro estradas a noroeste de São Paulo – Autovias, Centrovias, Intervias e Vianorte –, em uma região considerada um dos principais pólos de agronegócios do país. Segundo pesquisa da Confederação Nacional de Transportes, de 2006, realizada com usuários das rodovias pavimentadas da malha rodoviária brasileira, as pistas administradas pela OHL Brasil (na época, resumiam-se às rodovias paulistas) foram classificadas como ótimas. Outra pesquisa realizada pela Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), órgão fiscalizador das concessões rodoviárias, feita também em 2006, mostrou que 94,6% dos usuários das rodovias sob concessão da OHL Brasil aprovaram os trechos rodoviários concedidos e indicaram como pontos fortes itens como segurança viária, estado de conservação e sinalização em geral. Fonte: Imprensa OHL