Florianpópolis, 23.6.09 – Uma reunião acertada pelos representantes do setor de transporte vai acontecer amanhã, às 9 horas, coordenada pela Associação Brasileira de Transporte Internacional (ABTI), em Uruguaiana com a partiicpação dos representantes do Sest Senat, Anvisa e Saúde da Argentina para conhecer as ações que já foram tomadas e outras que podem ser adotadas para evitar a Gripe na fronteira com a Argentina. De acordo com o presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, que participou dos acertos com os representantes do Rio Grande do Sul para o encontro, a finalidade é montar sistemas de orientação nas entradas e saídas do país vizinho em São Borja (RS), Uruguaiana (RS) e Dionísio Cerqueira aqui em Santa Catarina. Mas segundo Lopes, esse trabalho pretende aumentar a prevenção, já que no país vizinhosão mais de 1.118 casos de de influenza A foram confirmados. E além disso, já é repassado às empresas para que seus motoristas que estão ou viajam para o território argentino usem a máscaram e fiquem atentos aos sintomas
Alguns brasileiros que foram para lá em viagem de turismo ou de estudos
voltaram contaminados. Por isso, os caminhoneiros precisam ficar alerta quanto aos sintoams que são muito parecidos com a gripe comum, mais muito mais forte. A febre sobe rapidamente. A pessoa tem tosse, cansaço, irritação nos olhos e fluxo nasal. Além de diarréia e vômito. O transmissão da gripe A – H1N1, antes conhecida como gripe suína, ocorre através do ar por vias aéreas ou contato com pessoas contaminadas. É recomendável não se automedicar e procurar imediatamente um serviço de saúde. O uso da máscara ajudará a evitar, mas não é 100% de garantia. Para se prevenir é preciso lavar bem as mãos e não ficar em locais fechados e onde há muita gente. Fonte: imprensa Fetrancesc
Ministro da Saúde recomenda que população adie viagens para o Chile e para a Argentina
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta terça-feira, em São Paulo, que sua pasta irá divulgar boletim hoje à tarde recomendando à população o adiamento de eventuais viagens para países onde circula o vírus da gripe A (H1N1). A recomendação será válida, principalmente, para pessoas maiores de 60 anos, crianças até dois anos e pacientes que passam por tratamento imunodepressivo, como os que fazem quimioterapia para o tratamento de câncer e Aids.
— O período de férias preocupa por causa do aumento da circulação de pessoas, então vamos recomendar que as viagens sejam adiadas, quando possível. Na América do Sul, Chile e Argentina são os países com maior número de casos e os mais preocupantes — afirmou.
Ele disse que, se as viagens não puderem ser adiadas, os turistas devem observar as recomendações das autoridades locais, sobretudo onde o vírus da doença circula.
De acordo com Temporão, o forte aumento no número de casos registrados nos últimos dias já era esperado. Isso porque o Ministério ainda aguardava resultados de um grande número de testes. O ministro afirmou que o Sistema de Vigilância, Controle, Detecção Precoce e Tratamento está funcionando. Além da recomendação do adiamento de viagens, todas as outras recomendações já divulgadas pelo Ministério permanecem válidas. Mais cedo, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo divulgou nota recomendando a que as pessoas evitem viajar para a Argentina e o Chile em razão do risco de contágio pelo vírus da nova gripe. A recomendação também é válida para os demais países da América do Sul que registram transmissão da doença. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, não há nenhuma proibição.
A recomendação envolve uma restrição especial para mulheres grávidas, pessoas imunodeprimidas (como pacientes com câncer e em tratamento de Aids, por exemplo), crianças menores de dois anos e idosos com 60 anos ou mais. Essas pessoas deverão evitar ao máximo se deslocar para outros países da América do Sul onde há transmissão da doença, pois o risco de terem complicações em decorrência da infecção pelo vírus da nova gripe é maior nestes grupos populacionais.
Sem restrição
A Anvisa informou que não há recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que as pessoas deixem de ir para Argentina ou Chile. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, esta recomendação não existiu nem para o México, quando aquele país surgiu como principal foco da nova gripe. Eles recomendam apenas que os viajantes tomem os cuidados necessários listados na página do Ministério da Saúde na internet. Fonte: Zero Hora com agências