Praça de pedágio em Garuva não oferece risco aos motoristas de caminhão, aponta estudo

Praça de pedágio em Garuva não oferece risco aos motoristas de caminhão, aponta estudo

Florianópolis, 13.2.09 – Não há qualquer risco para os motoristas de caminhão que precisarem reduzir a velocidade e passar pela praça de pedágio em Garuva, na BR-101, no Norte do Estado, conclui estudo elaborado a pedido da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina (Fetrancesc). O levantamento, entregue ontem durante a reunião do Conselho de Representantes da Fetrancesc, foi feito para acabar com a cúvida levantada por uma empresa de gerenciamento de risco de que a localização da praça de pedágio em Garuva (SC), na divisa com o Paraná, ofereceria perigo aos motoristas que trafegam no sentido Norte/Sul, pela proximidade entre da descida da Serra com o posto de pedagiamento.
O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, ressalta que os dados do estudo não deixam dúvidas sobre a segurança de trafegabilidade do local. Além disso, a concessionária Autopista Litoral Sul sabe da sua responsabilidade com o que acontece no trecho e que tem procurado dirimir os questionamentos dos usuários da rodovia. Lopes disse ainda que a administradora do trecho poderá fazer estudos para um novo traçado da curva, no KM 602, que se tornou ainda mais acentuada após a duplicação e que pode favorecer a ocorrência de acidentes.
Segundo o estudo entregue ontem, num teste feito com caminhões mostrou que descida da serra tem pequenas subidas e trechos curtos de retas que permitem esfriar o freio e fazer a frenagem em boas condições. O aquecimento devido ao uso constante na da serra deixaria os freio sem eficácia para reduzir a velocidade na chegada à praça, é o que foi alegado para a falta de segurança entre no trecho de chegada ao pedágio.
O gerente Operacional da Autopista Litoral Sul, concessionária do trecho, Cesar Sass, afirmou que caminhão terá boas condições de frenagem, além disso, o motorista terá boa visibilidade da pista e terá condições de desvio nas laterais da praça, caso tenha algum imprevisto. Sass também destacou que serão tomadas diversas medidas de segurança e de orientação aos motoristas.
Ao longo da estrada, os condutores serão orientados sobre a redução da velocidade, que na chegada à praça será de 60 km/h, haverá radar para controle da velocidade, no total, no trecho de Curitiba a Palhoça serão 31 equipamentos. Além disso, haverá controle intenso do peso das cargas. A Fetrancesc já solicitou à Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) que sejam instaladas quatro balanças fixas para o controle de excesso de peso ao invés de oito móveis, conforme prevê o contrato de concessão. O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, defende essa troca, porque acredita que a fiscalização será mais eficiente. A concessionária já fiscaliza o peso extra.
Sass informou que a previsão em dias normais e de haver uma filas de veículos de 60 metros na passagem da praça, mas ao responder ao questionamento de conselheiros da Fetrancesc sobre o tamanho das filas em dias de verão e feriados, ele disse que devem ser longas. Que em alguns pontos da BR-101, hoje sem as praças, os congestionamentos tomam quilômetros da estrada. Ele disse que não tem dúvida que o trecho Norte da BR-101 já está saturado. O presidente da Fetrancesc aproveitou para que está na hora de começar um debate para viabilizar a terceira pista, pois se está assim agora, imagina em um ou dois anos. Fonte: Imprensa Fetrancesc

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