Santos, 4.11.05 – Já é mais do que certeza que o trabalho da Força-Tarefa de Combate ao Roubo de Cargas só tem tido resultados positivos. Desde agosto, quando as polÃcias Militar, Rodoviária e Civil se uniram ao Sindisan para reprimir esta modalidade de crime, os avanços são diários. Prova disso é o grupo ter se tornado referência para diversas ações.
Na semana passada, durante visita à Fenatran, o presidente do Sindisan, Marcelo Marques da Rocha, recebeu uma informação que o deixou ainda mais entusiasmado.
Em visita no gabinete do governador Geraldo Alckmin, o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Campinas (Sindicamp), Carlos Panzan, recebeu do secretário estadual de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, a informação de que o núcleo da Divecar (voltado ao combate do roubo de cargas) em Santos estava tendo resultados excelentes graças à parceria de empresários do transporte que estavam unidos para auxiliar o trabalho da polÃcia.
?Estes empresários somos nós, que estamos todos engajados em fazer com que o roubo de cargas deixe a Baixada Santista?, afirma Rocha.
Completando o sucesso do grupo, uma nota publicada em A Tribuna na última terça-feira (1o.) traz a informação de que ?a exemplo do que já fazem as transportadoras do Porto de Santos, as firmas do setor do Sul do PaÃs estão debatendo a criação de uma central única de informações para o combate ao roubo de cargas. A medida foi tema, na semana passada, de uma reunião das federações de transportadoras de cargas dos três estados sulistas, realizada em Florianópolis. As entidades irão agora encaminhar documento aos governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. De acordo com o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga de Santa Catarina (Fetranscesc), Pedro Lopes, além da integração regional, é necessária também a cooperação entre os diversos órgãos e polÃcias envolvidas na fiscalização desse tipo de crime?.
?Temos que comemorar e tornar o trabalho ainda mais forte, para que continue servindo de exemplo e referência para outras entidades?, avalia Rocha.
Fonte: Imprensa Sindisan
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