Clipping Imprensa – Ação gratuita orienta motoristas sobre a postura correta ao volante

Clipping Imprensa – Ação gratuita orienta motoristas sobre a postura correta ao volante

Itajaí, 16.3.16 – Ação gratuita orienta motoristas sobre a postura correta ao volante
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/bom-dia-santa-catarina/videos/v/acao-gratuita-orienta-motoristas-sobre-a-postura-correta-ao-volante/4886831/

Duplicação da BR 101 Sul tem programa de Transporte de Produtos Perigosos

A duplicação da BR-101 Sul em Santa Catarina e Rio Grande do Sul é a primeira obra rodoviária da América Latina a ter programas socioambientais, desenvolvidos em paralelo à construção. Entre os 22 Programas e um Estudo que constam no Plano Básico Ambiental (PBA) da duplicação há o Programa de Transporte de Produtos Perigosos.
De acordo com o PBA, as exigências técnicas do desenvolvimento econômico, especialmente nas áreas de indústria, agricultura, saúde e transporte impõem a movimentação, pelos diversos modais de transporte, de produtos e rejeitos que, por suas características, são potencialmente agressivos ao meio ambiente.
O objetivo deste programa é de minimizar as probabilidades de acidentes nesta movimentação, implementar um sistema de treinamento de pessoas diretamente envolvidas na operação e de educação preventiva na população e estruturar um sistema coordenado de resposta a acidentes, mobilizando os diversos organismos envolvidos. Em Santa Catarina o programa é desenvolvido por meio de um Termo de Cooperação Mútua firmado entre o DNIT e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Dentre as ações do Programa de Transporte de Produtos Perigosos está em andamento a construção da ala para atendimento a queimados e vítimas de acidentes com produtos perigosos no Hospital Universitário da UFSC, em Florianópolis. Foram ainda distribuídos equipamentos como botes infláveis, coletes salva-vidas, barreira, lanternas, detectores de gás à Polícia Militar Ambiental, destinadas às unidades de Maracajá e Palhoça. Para o Corpo de Bombeiros Militar foi entregue, em 2012, caminhão para atendimento de emergência e itens de trabalho como lanternas, moto bomba, macas envelope para as unidades de Imbituba, Laguna, Tubarão, Criciúma, Araranguá, Palhoça. A Unidade de Atendimento de Urgência de Capivari de Baixo também recebeu uma ambulância equipada para o atendimento de acidentes com produtos perigosos.

Atenção motoristas: melhoria na BR-101, em Jaguaruna, requer cuidados – Aos motoristas que trafegarem em direção ao extremo-sul catarinense, pela BR-101, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/SC) pede atenção redobrada para trabalhos de conservação do pavimento entre o km 351 ao km 355, em Jaguaruna. Com isso, os motoristas que trafegarem pela rodovia federal precisam redobrar os cuidados em dois segmentos, onde trabalhadores e equipamentos estão alocados.
Durante toda esta semana, os trabalhos executados pela autarquia serão feitos sobre a pista de sentido Florianópolis-Porto Alegre. Para dar sequência às melhorias, será preciso interromper uma das faixas de rolagem por vez, estreitando o espaço para o fluxo de veículos. Todos os trabalhos de conservação de pistas vão continuar durante toda esta semana, dentro das condições de tempo estável.
Os motoristas que trafegarem pelos trechos em recuperação nos próximos dias devem respeitar os limites de velocidade nos espaços de obras, que é de 60km/h para todos os veículos, a sinalização rodoviária e os acessos às cidades litorâneas, lindeiras da rodovia federal. As melhorias neste trecho fazem parte do contrato de conservação e manutenção da BR-101 Sul, executado pelo DNIT/SC, sendo pontuais e temporárias e, por isso, requerem mais atenção dos usuários. Esses trabalhos na rodovia federal seguem em dois lotes contratados, sendo que o primeiro se estende do km 300 ao km 379,9 (Laguna a Içara) e o segundo entre o km 380 ao km 465 (Içara a Passo de Torres).  (Fonte: Dnit/SC – BR 101 Sul)

Duplicação da BR-470

Deve ser decidido amanhã o futuro da Sulcatarinense, responsável pelas obras de duplicação da BR-470 nos lotes 3 e 4, entre Gaspar e Indaial. Os credores da empresa vão decidir se aprovam ou não o plano de recuperação judicial proposto pela empresa. A primeira assembleia de análise do documento ocorrida no dia 3 deste mês, em Biguaçu, não foi adiante por falta de quórum.
Se o plano não for aprovado, o caminho mais provável é o da falência da Sulcatarinense, o que colocaria novo ponto de interrogação no já lento e quase parado ritmo de execução dos trabalhos na rodovia federal. A empresa tem dívidas estimadas em R$ 90 milhões.
Ilhota – O diretor-geral do DNIT, Valter Casimiro Silveira, confirmou ontem ao governador Raimundo Colombo que vai liberar no início de abril R$ 5 milhões dos R$ 8 milhões que faltam do governo federal para a construção da Ponte de Ilhota. Segundo Colombo, a obra pode ser inaugurada no segundo semestre. (Fonte: Diário Catarinense – Pancho)

Indenização

O Tribunal Regional Federal da 4a Região, de Porto Alegre (RS), determinou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) cancele uma multa de R$ 5 mil para uma caminhoneira de Pinhalzinho, acusada de furar uma fiscalização em rodovia federal. Decidiu também pelo pagamento de R$ 2 mil por danos morais. O motivo é que ela não foi notificada da multa, foi incluída no Serasa e acabou tendo um financiamento negado. O TRF entendeu que ela não teve direito a defesa. (Fonte: Diário Catarinense – Darci Debona)

Multas dos radares

Os equipamentos eletrônicos de fiscalização eletrônica estão mantendo uma média de 501 multas de trânsito aplicadas por dia em Joinville, conforme balanço do Detran nos últimos seis meses. As infrações são detectadas pelos 50 radares fixos, instalados gradativamente ao longo do ano passado, e também pelos equipamentos móveis, em uso na cidade desde abril. Mais da metade das 91 mil multas dos aparelhos são referentes à velocidade até 20% superior à permitida. (Fonte: Diário Catarinense – Jefferson Saavedra)

Obra embargada

A Secretaria de Planejamento de Içara, no Sul do Estado, comunicou ontem que irá embargar as obras da Via Rápida, uma das principais obras em andamento na região, que faz parte do Pacto por Santa Catarina. O motivo é que a documentação exigida ao Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), para que as obras fossem realizadas dentro do município, não teria sido entregue. “Se tivéssemos o projeto em mãos teríamos a consciência de que a comunidade de Poço 8 ficaria isolada, com problemas de mobilidade. Também estaríamos cientes de como ficarão os trevos de acesso das comunidades de primeira, segunda, terceira e quarta linha, à rodovia”, informou o secretário de Planejamento do município, Arnaldo Lodetti Júnior, em nota. O Deinfra disse, via assessoria, que ainda não foi notificado e só quando receber o ofício irá se manifestar. (Fonte: Diário Catarinense – Ricardo Dias)

Balde de água fria

O adiamento da visita do governador a Itajaí para autorizar os trabalhos da nova bacia de evolução foram um balde de água fria no trade portuário. A obra é importante e a expectativa, grande: começar a empreitada fará diferença nas negociações com armadores para Navegantes e Itajaí. (Fonte: Diário Catarinense – Dagmara Spautz)

Prefeitos decidem se apoiam CPMF

Os prefeitos catarinenses vão decidir amanhã se apoiam o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). A deliberação acontecerá durante a assembleia geral extraordinária no último dia do 14o Congresso Catarinense de Municípios, que começou ontem no Complexo Expoville, em Joinville. A informação é da presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Sisi Blind.
O prefeito de Joinville, Udo Döhler, antecipou que votará contra a CPMF porque quando o tributo foi aplicado, entre 1997 e 2007, os recursos não tiveram o destino adequado. Para ele, o aumento da carga tributária não resolverá os problemas do país.
A exemplo do prefeito da maior cidade do Estado, esse deve ser o primeiro pensamento entre os representantes municipais presentes no congresso. No entanto, um argumento poderá mudar o rumo da votação. Se a CPMF for aprovada, 0,9% da arrecadação irá para os municípios, 0,9% para os Estados e 20% para a União. No total, a expectativa é de se arrecadar R$ 81 bilhões em quatro anos.
Sem o tributo, o que as federações estão ouvindo é que haverá a criação de outro instrumento de arrecadação, cujos recursos ficariam apenas com a União. Portanto, o apoio dos municípios não seria surpresa, uma forma de não ficar fora em um cenário de inflação e de queda acentuada de recursos de arrecadação e de repasses estaduais e federais. Isso deve acontecer com a ressalva de que não se incida sobre a CPMF o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Como a Câmara dos Deputados é contra a aprovação da contribuição, o papel das federações de cada Estado seria convencer os representantes em Brasília a aprovar a matéria. (Fonte: Diário Catarinense – Claudine Nunes)

Dívida: quase lá

O ministro Nelson Barbosa confirmou o que havia antecipado ao governador Raimundo Colombo (PSD) na sexta-feira e formalizou a proposta de conceder 40% de desconto nas parcelas de dívida dos Estados pelo prazo de dois anos. A proposta se soma a que já estava na mesa: alogamento da dívida por mais 20 anos, troca do índice de correção de inflação IGP-DI para IPCA e redução dos juros de 6% para 4%.
O projeto que regulamenta as novas regras deve ser enviado ao Congresso até segunda-feira.

Pressão no congresso – Com pressa para ver a renegociação da dívida aprovada, Colombo e os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Marcelo Miranda (PMDB-TO) deixaram a Fazenda e foram direto para o Congresso Nacional, onde encontraram o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foram pedir agilidade na aprovação. A princípio, não assustam as contrapartidas exigidas pelo Planalto: reforma da previdência, limites mais rígidos para aumento de gasto com folha salarial e redução de cargos comissionados, basicamente. (Fonte: Diário Catarinense – Upiara Boschi)

Amorim prevê crescimento com um novo governo

Embora ninguém tenha expectativa de que a economia brasileira possa ter uma recuperação econômica muito forte com eventual troca de governo no país, essa é a projeção do economista e comentarista do programa Manhattan Conection, Ricardo Amorim. Ele esteve ontem em Florianópolis onde fez palestra para a equipe da Secretaria de Estado da Fazenda no Encontro Fazendário e conversou com parlamentares na Assembleia Legislativa.
Para o economista, a saída da presidente Dilma Rousseff do Executivo nacional pode ser mais fácil por decisão judicial do que por impeachment no Congresso.
– No meu palpite pessoal, a decisão virá do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impugnará a eleição da chapa Dilma e Michel Temer em função da forma como ocorreu o financiamento de campanha –afirmou Amorim.
Na avaliação dele, o país ficaria com um governo mais forte, um presidente recém- eleito que consegue apoio do Congresso para fazer o ajuste fiscal, garantir a retomada da confiança dos empresários, mais investimentos, mais consumo e mais empregos, enfim, colocaria a economia novamente num ciclo virtuoso.
Sobre as reformas mais urgentes que o Brasil precisa aprovar, o economista inclui a da Previdência, tributária e administrativa. Esta última deve focar numa redução do tamanho da máquina pública. Com menos gastos públicos será possível ajustar as contas e, quem sabe no futuro, reduzir a carga tributária, que é um pleito antigo dos contribuintes.
Caso Temer seja conduzido à presidência com possível apoio do PSDB, o economista vê mais dificuldades para a retomada do crescimento.
Amorim foi recebido pelo secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, e almoçou na Assembleia Legislativa, onde teve como anfitrião o presidente Gelson Merisio. Sábado, o economista fará mais uma palestra em Florianópolis. Falará no Investidor de Sucesso Day, no Iguatemi, evento de finanças pessoais aberto a interessados mediante inscrição. (Fonte: Diário Catarinense – Estela Benetti)

Efeito devastador

A devastadora delação do senador Delcídio Amaral acabou com a capacidade de reação à crise política do governo Dilma. Nomear Lula para um ministério perdeu o impacto, anunciar qualquer medida na área econômica é uma atitude inócua. Ex-líder do governo no Senado, Delcídio jogou a Lava-Jato no colo de Dilma. Além de acusar Dilma e Lula de tentar atrapalhar as investigações, o ex-petista contou que o ministro Aloizio Mercante (Educação) ofereceu ajuda em troca de silêncio. Mercadante nega que tenha tentado impedir a delação. Mesmo assim, a oposição vai usar as informações para turbinar o pedido de impeachment, agora com uma denúncia realmente grave. Mercadante matou tudo no peito para blindar a presidente. Disse que foi dele a ideia de procurar o assessor do senador. Jogado na fogueira para tentar salvar o pouco que resta, não deve durar muito tempo à frente da Educação. Delcídio atira também contra o vice Michel Temer, o senado
Aécio Neves (PSDB-MG), deputados e senadores, revelando anos de falcatruas. O homem-bomba explodiu e leva boa parte da República com ele. E isso que a temporada de delações do núcleo político da Lava-Jato apenas começou.

Ué – Senadores encararam com surpresa o argumento do ministro Aloizio Mercadante, que disse ter procurado o assessor de Delcídio Amaral por solidariedade. Não é segredo que Delcídio e Mercadante nunca foram grandes amigos, pelo contrário.

É pra valer? – O PMDB de Santa Catarina entregou os cargos que tem no governo federal. Parlamentares catarinenses cobram, agora, que Temer faça o mesmo: que mande os seus indicados, que se espalham pela Esplanada, para casa.

Novela – O governador Raimundo Colombo saiu do Ministério da Fazenda com uma proposta de desconto na renegociação da dívida que representaria uma economia de R$ 1,4 bilhão nos próximos dois anos, incluindo a mudança do indexador de IPCA para Selic. Os governadores vão analisar.

Abate – Depois que Aécio Neves apareceu em dois episódios da delação – Mensalão e Furnas –, o PSDB pode começar a preparar outro candidato para 2018. Nomes não faltam, do governador Geraldo Alckmin (SP) ao senador José Serra (SP). E há quem fale no senador Tasso Jereissati (CE). (Fonte: Diário Catarinense – Carolina Bahia)

SC tem o menor desemprego do país

Santa Catarina fechou o ano de 2015 com uma taxa de desemprego de 4,2%, a menor do país. Embora mantenha o melhor índice nacional, o resultado cresceu 1,5 ponto percentual em relação ao fim de 2014, quando estava em 2,7%. Na comparação com o terceiro trimestre de 2015, houve uma pequena queda: passou de 4,4% para 4,2% no período.
Conforme mostrou a pesquisa Pnad Contínua, divulgada ontem pelo IBGE, a região metropolitana de Florianópolis também apresentou uma elevação na taxa de desemprego ao longo de 2015: fechou o ano em 5,3% contra 4% no final de 2014. Apesar disso, é o segundo menor índice do país, atrás apenas da Grande Curitiba (5,2%). Já a capital em si possui a quinta menor taxa de desocupação do país, com 5,9%, atrás de Campo Grande, Rio de Janeiro, Curitiba e Palmas.
Para a especialista em economia Janypher Marcela Inácio, os dados do IBGE reforçam o papel fundamental da diversificação do mercado catarinense para garantir que o impacto da crise seja um pouco menor no Estado e chegue mais tarde do que em outras regiões.
– Santa Catarina tem uma configuração diferente do resto do país, aqui temos um número grande de pequenas e médias empresas e em muitos setores. Em São Paulo, basta uma empresa para que 20 mil pessoas sejam demitidas. Aqui, precisaria de várias. Com a quantidade menor de funcionários destas estruturas enxutas, o impacto é menor – avalia.

Empreendedorismo ajuda a melhorar resultados – Sobre a leve queda na taxa entre o terceiro e o quarto trimestre de 2015, Janypher enxerga um indício de uma possível recuperação e aponta outro fator em que SC vem se destacando: o espírito empreendedor do catarinense:
– São trabalhadores que estão se mexendo, dando seu jeito para que entre recurso. Santa Catarina tem muitas pessoas fazendo isso.
Mesmo com a leve recuperação, o rendimento médio do trabalhador catarinense caiu 7,9% em um ano. Entre o fim de 2014 e o mesmo período do ano seguinte, o salário médio passou de R$ 2.190 para R$ 2.018, pouco acima da média nacional de R$ 1.913. Conforme Janypher, isso ocorre porque, diante do desemprego, as pessoas estão aceitando trabalhar por um salário um pouco menor quando finalmente encontram uma ocupação.
No Brasil, a população desocupada somava 9,1 milhões de pessoas no último trimestre de 2015, um aumento de 40,8% (ou mais 2,6 milhões) em relação ao mesmo período do ano anterior. É o maior crescimento já registrado na série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. Com isso, a taxa de desocupação no país avançou de 6,5%, no quarto trimestre de 2014, para 9% no mesmo período do ano passado – também o maior patamar desde 2012. Em 2015, a taxa de desemprego média foi de 8,5%, ante um resultado de 6,8% registrado em 2014.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 1.913 no quarto trimestre de 2015, um recuo de 1,1% ante o terceiro trimestre. O resultado representa ainda queda de 2% em relação ao mesmo período de 2014.
Na região Sul, a taxa subiu de 3,8% para 5,7%. Apesar da alta, o índice é o menor entre as regiões. O mais elevado é o do Nordeste, que passou de 8,3% para 10,5%. (Fonte: Diário Catarinense – Leonardo Gorges/Victor Pereira)

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