Clipping Imprensa – Desembolsos do BNDES caem 28% em 2015. Infraestrutura foi o setor mais contemplado

Clipping Imprensa – Desembolsos do BNDES caem 28% em 2015. Infraestrutura foi o setor mais contemplado

Florianópolis, 26.1.16 – Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram R$ 136 bilhões, no ano passado, revelando queda de 28% em comparação às liberações de recursos para projetos do setor produtivo feitas em 2014. Os números foram divulgados na segunda-feira, 25 de janeiro, pela instituição.
Segundo informou a assessoria de imprensa do BNDES, o resultado evidencia a desaceleração da demanda por novos investimentos, em decorrência da política de ajuste fiscal adotada pelo governo.
Do montante desembolsado em 2015, a maior parte (R$ 54,9 bilhões ou o correspondente a 40,4% do total) foi destinada ao setor de infraestrutura. Em seguida, aparecem os setores da indústria, com  R$ 36,9 bilhões (27,1% do total); comércio e serviços (R$ 30,4 bilhões, ou 22,4%) e agropecuária (R$ 13,7 bi, ou 10,1%).
Também as aprovações e as consultas para obtenção de financiamento do banco caíram em relação ao ano anterior. Elas alcançaram, respectivamente, valores de R$ 109,5 bilhões e R$ 124,6 bilhões, mostrando retração de 47% cada sobre 2014.
O BNDES informou que, mesmo diante do cenário econômico restritivo no país, conseguiu manter apoio para áreas consideradas essenciais, como energia elétrica e logística de transporte, que receberam R$ 21,9 bilhões e R$ 20 bilhões, com alta de 15% e 8%, respectivamente.
Dentro do segmento de energia, os desembolsos para projetos eólicos (geração de energia pelos ventos) apresentaram incremento de 85%, passando de R$ 3,3 bilhões, em 2014, para R$ 6,1 bilhões, no ano passado. Já na área de logística, as liberações para projetos de mobilidade urbana (R$ 8,5 bilhões) mostraram expansão de 30% ante os R$ 6 bilhões desembolsados em 2014. (Fonte: Agência Brasil – Extraído do Portal AdjoriBR)

Mais um ciclista morre na SC-401

Com o coração apertado, Arlete Bridi, 50 anos, acordou o filho para sair de casa depois da 1h de domingo para procurar a filha Simoni Bridi, 28. A filha havia telefonado há cerca de 40 minutos para avisar a mãe que estava saindo do trabalho, na Cachoeira do Bom Jesus, norte da Ilha, para voltar para casa, na Vargem do Bom Jesus. Um trajeto que fazia diariamente em cerca de 15 minutos na sua bicicleta elétrica.
A jovem cozinheira do restaurante Antônios havia cumprido dupla jornada no sábado para conseguir renda extra no verão e garantir o sustento dos dois filhos, Kauana, 2 anos, e Kauê, 10. Ao finalizar o expediente, se despediu dos colegas com quem trabalhava há seis anos, desejou boa noite e deu um “até amanhã”. O que não aconteceu. Simoni morreu após ser atropelada por um veículo nas margens da SC-401, próximo a uma igreja a conhecida como Castelinho. Ela chegou a ser atendida na UPA Norte, mas não resistiu aos ferimentos.
Dias antes, a bicicleta elétrica adquirida há um mês e oitos dias havia estragado. O marido ficou encarregado de providenciar o conserto e, por volta das 18h de sábado, deixou o veículo no local de trabalho da esposa para que ela pudesse voltar para casa com tranquilidade. A ideia de comprar bicicleta elétrica surgiu a partir de uma conversa que teve com uma irmã e cunhada, que trabalham no mesmo restaurante, para não precisarem mais esperar horas pelo ônibus no fim do expediente. Mas não teve tempo de comprar o capacete. A cozinheira saía por volta da 1h e, antes de ter a bicicleta, precisava esperar até as 2h para pegar o próximo coletivo. Na garupa, Simoni sempre levava a irmã, Silvana Bridi, grávida de seis meses, que naquele dia havia trabalhado no turno inverso. A outra irmã ia com a cunhada.

Ao chegar na upa, uma triste notícia – Como a filha não chegou no horário de costume e o celular só dava ocupado, Arlete subiu o Morro do Mosquito e chamou o filho e o genro. Os três saíram de carro e percorreram todo o trajeto em busca de notícias, pensando que a bicicleta poderia ter estragado novamente, mas não encontraram nada, até que resolveram parar na UPA Norte. Assim que o filho entrou, a família recebeu a notícia: Simoni havia sido atropelada, não resistiu e já estava sem vida:
– Quando eu entrei lá, já senti e comecei a chorar. Eu não consigo acreditar que isso aconteceu com minha filha. Uma menina trabalhadora, esforçada, estava sempre alegre, tinha um jeito de menina. Fazia tudo pelos filhos. Quem fez isso tirou a vida de uma inocente e nem parou para ajudar – disse, em meio às lágrimas.
Foi com dor no coração que a avó e as tias contaram para Kauê e Kauana que a mãe não iria mais voltar para a casa. A família é natural de Pouso Redondo, na região do Alto Vale do Itajaí, mas se mudaram para a Capital em busca de uma vida melhor quando Simoni tinha oito anos .
O corpo foi sepultado na manhã de ontem no cemitério de Canajurê, em uma cerimônia marcada pela emoção de familiares e amigos. Além dos filhos, ela deixa marido, mãe, um irmão gêmeo e outros quatro irmãos. Dona Arlete teve três pares de filhos gêmeos.

Uso principal é para transporte – Com o aumento do número de ciclistas em todo o país, a ONG Transporte Ativo, em parceria com outras entidades, realizou em 2015 uma pesquisa nacional para traçar o perfil dos ciclistas brasileiros. O levantamento apontou que, assim como Simoni, a maior parte das pessoas que utilizam a bicicleta como meio de transporte é pobre, com renda de até três salários mínimos, e usa a bicicleta, principalmente, como meio de transporte para ir e voltar do trabalho. A pesquisa foi feita com 5 mil ciclistas em 10 cidades brasileiras: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Niterói, Salvador e São Paulo. Apesar de Florianópolis ter ficado de fora da amostragem, basta circular pelo norte da Ilha de SC para perceber o quanto a bicicleta é utilizada na região com finalidade que vai além do lazer. O Departamento de Infraestrura do Estado já minimizou em outras ocasiões os impactos da falta de um espaço adequado para as bicicletas na SC-401. O órgão afirma que tem atuado para melhorar a sinalização das ciclofaixas existentes ao longo da rodovia.
Única certeza está no desejo de Justiça – Para a família, as circunstâncias do acidente que matou Simoni estão pouco claras. A jovem entrou para a estatística exatamente quatro semanas depois da morte do jornalista Roger Bitencourt, 49 anos, também atropelado por um motorista enquanto pedalava em uma manhã de domingo na SC-401. Só na rodovia, a mais movimentada do Estado, são quatro bicicletas fantasmas representando mortes de ciclistas.
No caso de Simoni, não existem nem testemunhas. A Polícia Militar Rodoviária (PMRv), que atende casos registrados na SC-401, afirma não ter recebido nenhuma ocorrência de atropelamento na madrugada de domingo e não possui registro do acidente. A placa que contabiliza o número de dias sem mortes na rodovia permanece com o número referente à morte do jornalista, em dezembro.
O assunto só ganhou repercussão após uma postagem de um vizinho da família nas redes sociais. A investigação da ocorrência está com o delegado Alexandre Carvalho, da 8a Delegacia de Polícia Civil, que informou que o inquérito já foi instaurado:
– Recebi hoje (ontem) o boletim de ocorrência e já estamos fazendo diligências preliminares para apurar o mais rápido possível o autor. Estamos buscando testemunhas, pedi perícia no local para buscar vestígios e também já solicitei o laudo cadavérico. Temos algumas informações que não posso divulgar – disse Carvalho.
No posto de gasolina próximo ao acidente, câmeras apontam para o local do atropelamento, mas o gerente do posto, Jeferson Nunes, verificou que não é possível enxergar nada.
– Estava muito escuro, não se vê nada. Uma pena o que aconteceu com a moça, a gente sempre via ela passando de bicicleta aqui em frente – lamentou.
Em meio à espera por respostas, a mãe tem uma certeza:
– Não quero dinheiro. Nada vai trazer minha filha de volta. Só espero que quem fez isso pague, antes que faça o mesmo com outras pessoas. (Fonte: Diário Catarinense – Gabriel Wolff)

Prefeitura define empresa temporária

Quem depende do transporte coletivo para se locomover em Blumenau ainda enfrentará problemas hoje, mesmo após o prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) assinar o contrato emergencial com a empresa Piracicabana, do grupo Comporte, que assumirá o trabalho temporariamente a partir da próxima segunda-feira.
O presidente do Seterb, Carlos Lange, afirma que a autarquia já autorizou a circulação de alguns veículos alternativos para fazer as linhas troncais, no entanto a quantidade ainda é considerada insuficiente frente à necessidade da cidade.
Essa instabilidade na vida das pessoas ainda deve durar alguns dias, pelo menos até quando começar a vigorar o contrato emergencial assinado ontem no salão nobre da prefeitura. Cerca de 190 ônibus – com seis anos de uso em média – devem chegar na cidade a partir de hoje e o compromisso da empresa do grupo Comporte é elevar esse número para 240 até o fim de fevereiro. De acordo com a prefeitura, o Consórcio Siga operava com 160 veículos na semana passada.
– A missão da nossa equipe é buscar solidez e estabilidade para que os trabalhadores tenham condições de prestar um bom serviço e terem seus salários pagos em dia. Prospectamos no mercado empresas que pudessem garantir isso – afirmou Bernardes.
O prefeito assegurou que a tarifa do transporte coletivo não sofrerá alterações e custará R$ 3,65 a partir de amanhã, conforme estabelecido anteriormente.

Recontratação dos funcionários – Apesar do diretor jurídico e institucional do grupo Comporte, Maurício Queiroz Andrade, ter assegurado a possibilidade de contratação de quase todos os trabalhadores do Consórcio Siga, um processo burocrático ainda precisa ser concluído: os cerca de 1,3 mil trabalhadores precisam ser desligados do atual empregador.
– Não posso afirmar que 100% serão contratados pois não conheço a composição dos funcionários, mas muito provavelmente chegaremos perto disso – garantiu Andrade.
Sobre a vinda da empresa para Blumenau, é otimista:
– Quando soubemos da possibilidade de vir a Blumenau fizemos um levantamento e vislumbramos que Blumenau tem um mercado de passageiros extremamente atrativo.
O presidente do Seterb, Carlos Lange, reforçou que o processo de contratação emergencial para o transporte alternativo na cidade está aberto. Basta que as empresas interessadas façam contato com a autarquia e realizem a vistoria no veículo antes de assinar o contrato provisório. Lange não revelou quantos interessados foram autorizados pela prefeitura a fazer o serviço, mas garante que ainda falta adesão.
– Estamos chamando os proprietários dos veículos do transporte escolar para comparecer no Seterb e fazer o cadastro. Há algumas pessoas que já receberam a autorização, mas precisamos de mais pois o sistema é grande – afirmou.
O Seterb orienta que as linhas troncais – aquelas que ligam os terminais – sejam priorizadas pelos veículos.
– Cliente tem agora é uma questão de trabalhar para auxiliar os usuários regulares do transporte coletivo a terem um serviço mínimo para se deslocarem – finalizou Carlos Lange.
Mais de mil pessoas se reúnem para ouvir posicionamento de sindicato dos trabalhadores no transporte coletivo – Munidos de garrafas de água mineral para tentar amenizar a sensação de ar abafado, que só aumentava com o sol forte das 15h batendo sobre o telhado de zinco do Terminal da Fonte, em Blumenau, homens e mulheres aguardavam de pé o pronunciamento do que, para eles, seria uma luz no fim do túnel. Ao lado das esposas, maridos e filhos, o aglomerado de aproximadamente mil pessoas, conforme o sindicato, chamava atenção de quem passava na rua Amazonas. O atraso de quase uma hora para o início de mais uma assembleia transformou a expectativa em impaciência. Relutantes em falar abertamente sobre a situação após o atraso dos salários, os cochichos dos até então colegas de serviço revelavam o medo de ficar sem emprego.
– O sindicato não vai se responsabilizar por nenhuma vírgula dessa situação – disse Ricardo Freitas, assessor do sindicato dos trabalhadores do transporte coletivo.
O silêncio instalado após a fala de Freitas só foi quebrado pelo som dos chinelos de duas crianças que, também cansadas de esperar, ignoraram o suor que escorria pelo rosto e começaram a brincar de pega-pega por entre a multidão. A explicação do líder sindical veio depois de um longo discurso político. Com as garrafinhas recém completadas com a água morna dos bebedouros instalados no terminal, os ainda funcionários das empresas Nossa Senhora da Glória, Rodovel e Verde Vale ouviram que o presidente do Sindetranscol, Ari Germer, e o assessor jurídico, Léo Bittencourt, tinham acabado de vir de uma conversa com “os futuros patrões”.
– A nova empresa se chama Expresso Piracicabana e nós falamos que tudo bem deles virem para cá, mas que esses ônibus só circulam aqui se forem conduzidos e cobrados por vocês. Exigimos que a nossa convenção coletiva seja cumprida, porque aqui nós temos um sindicato atuante, e mais: dia 1o tem que ter pagamento – discursou Bittencourt.
Ovacionado, Bittencourt afirmou que, pelo que ele pôde sentir da conversa encerrada minutos antes, não é certo que todos os cobradores serão contratados pela Piracicabana, empresa que vai operar emergencialmente o transporte em Blumenau a partir da próxima segunda-feira. Entretanto, Freitas, que também participou da reunião, garantiu que o pagamento dos salários e vale-alimentação de fevereiro foram acatadas pela nova empresa, que deve operar o serviço na cidade até que a
róxima licitação seja concluída.

Empresas de ônibus se recusam a dispensar funcionários – Além da incerteza sobre as novas contratações, os funcionários ainda estão ligados às empresas que compõem o Consórcio Siga. Decididas a entrar com uma ação na Justiça para anular o decreto do prefeito Napoleão Bernardes que colocou fim à concessão pública, as três empresas informaram que nenhum trabalhador será demitido agora.
– Queremos suspender os efeitos do decreto. Seria um contrassenso dispensar o pessoal agora e, caso tenhamos uma resposta positiva do Judiciário, ter que recontratar os funcionários – explica o advogado do Siga, Antônio Carlos Marchiori.
Sem uma data para que essa decisão seja tomada, Marchiori adianta que deve ingressar com a ação na Justiça comum ainda nesta semana. Com o pedido de urgência, o advogado acredita que a resposta, para o sim ou para o não, deve sair o mais breve possível.
Impedidos de serem contratados pela Piracicabana caso não forem dispensados das atuais empresas, os trabalhadores dependem agora da atuação do sindicado. Segundo o discurso de Freitas, se a situação se manter assim, o sindicato vai entrar com ações individuais na Justiça para garantir as demissões de trabalhadores como cobrador da bilheteria do Terminal do Garcia, Almir Zimmermann. Funcionário da Glória há um ano e com o pagamento atrasado desde dezembro, Almir aceitou a ajuda da filha, de 17 anos, que com o salário de Menor Aprendiz consegue pagar as conta de água e luz.
– Quero continuar trabalhando com o transporte. Gosto do que faço, apesar de já ter visto um colega ser assaltado na bilheteria – conta.
Como a Glória não cumpre com parte das obrigações trabalhistas dos funcionários há pelo menos três anos, Almir, que é funcionário da empresa, não terá como sacar o fundo de garantia, caso seja demitido. Tendo em vista a situação de Almir e de tantos outros funcionários da companhia, o Sindetranscol também anunciou durante a assembleia que, para garantir o pagamento destes direitos aos funcionários, já entrou com ações para apreender os bens das empresas e também os bens pessoas dos empresários. (Fonte: Diário Catarinense/Jornal de Santa Catarina – Larissa Neumann)

Transporte

O prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) está apostando seu futuro político em Blumenau na decisão de rescindir o contrato com o Consórcio Siga. Há dois dias a população está sem ônibus. Há questionamentos sobre os graves desafios operacionais com a contratação emergencial de um novo consórcio. As empresas do Siga têm créditos a receber, os usuários têm cartões adquiridos e não se sabe na prática o que vai acontecer.

Aulas – A prefeitura de Blumenau precisa agir rapidamente para resolver a falta de ônibus na cidade, que provoca uma situação caótica e atinge toda a economia, o comércio, a indústria e os serviços. Para complicar a situação, o tempo é muito escasso para montar um novo sistema com eficiência, considerando que na próxima semana serão iniciadas as aulas na rede escolar. (Fonte: Diário Catarinense – Moacir Pereira)

Vai fazer o quê?

O governo Dilma desperdiçou o mês de janeiro. Com o Congresso em recesso e a crise política em banho-maria era a chance de organizar a casa e apresentar medidas na área econômica, distensionando o ambiente. Não foi o que ocorreu. O primeiro mês de 2016 foi tomado por problemas graves em outras áreas, como a tragédia ambiental de Mariana (MG) e as terríveis consequências do zika vírus. Restou a reedição do Conselhão, o que não é novidade. A própria Dilma esvaziou em 2014 as ações do grupo criado ainda no governo Lula. Antigos conselheiros, agora, encaram a iniciativa com desconfiança. Tem todo jeito de fato político para salvar este início de ano.

Alternativa – Diante da informação de que o fim da greve dos peritos é parcial, o Ministério Público estuda alternativas para o atendimento aos trabalhadores. Estão em estudo propostas como convênios para que os médicos dos postos de saúde possam atestar a necessidade do benefício. O assunto foi discutido em reunião entre a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, Jane Berwanger, e o procurador federal Aurélio Rios.

É chique – Deputados petistas já foram avisados que o governo pretende encaminhar ao Congresso um projeto tributando bens considerados de luxo como helicópteros, barcos e aviões particulares. Ficam fora barcos de pesca e aviões agrícolas.

É obrigatório – A reunião dos governadores, em Brasília, será no dia 1º de fevereiro. Além da crise financeira, um assunto que não pode ficar fora da pauta a ser apresentada à presidente Dilma é a tal política integrada de segurança pública. Mais um compromisso da campanha petista que continua na promessa.

Senta e chora – O saldo da greve de quatro meses dos peritos do INSS em Santa Catarina é de 34.604 processos represados. O próprio INSS reconhece que o tempo médio de espera para agendamento é de 74 dias. (Fonte: Diário Catarinense – Carolina Bahia)

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