Clipping Imprensa – Discreto, Ecker assume Infraestrutura sem Deinfra

Clipping Imprensa – Discreto, Ecker assume Infraestrutura sem Deinfra

Florianópolis, 22.12.14 – Nenhum dos nomes especulados nos últimos dias emplacou a vaga de secretário de Infraestrutura. Correndo por fora dos holofotes, o discreto atual comandante da pasta, João Carlos Ecker (PMDB) continua por lá em 2015. A decisão do governador Raimundo Colombo (PSD) indica a busca de um nome que equacionasse a disputa interna peemedebista.
Luiz Henrique e Mauro Mariani endossavam Romualdo França, enquanto Eduardo Pinho Moreira indicara Ronaldo Carlessi. Colombo chegou a convidar Válter Gallina, que preferiu ficar na Casan. Discreto e com trânsito em todas os grupos peemedebistas, Ecker garantiu a vaga no final da semana que passou. O adjunto será Wanderley Agostini (PSD).
A indicação tem um componente a mais: Ecker acumulará a direção do Deinfra, acabando com o duplo comando da área que caracterizou o primeiro mandato de Colombo. O órgão pode até mesmo ser extinto na reforma administrativa, sendo substituído por duas diretorias na pasta de Infraestrutura.
Colombo também confirmou a manutenção de Paulo César da Costa na presidência da SCPar. Mais cedo, ele confirmara os deputados estaduais Moacir Sopelsa e Carlos Chiodini. Ainda faltam os nomes para Comunicação, Assistência Social e a pasta de Turismo, Cultura e Esporte. Bloco de Notas: Clicrbs. Acélio Casagrande assumirá como secretário de Articulação Nacional, em Brasília. Paulo César da Costa permanecerá na presidência da SCPar. Também foram confirmados Sérgio Gargioni na presidência da Fapesc – Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação, e Alexandre Waltrick no comando da Fatma – Fundação de Meio Ambiente.

Veja como está a lista de confirmados:

Nelson Serpa (PSD), Casa Civil
Antônio Gavazzoni (PSD), Fazenda
Derly de Anunciação (PMDB), Administração
Murilo Flores (PSB, licenciado), Planejamento
João Paulo Kleinubing (PSD), Saúde
César Grubba, Segurança Pública
Eduardo Deschamps, Educação
Ada de Luca (PMDB), Justiça e Cidadania
João dos Passos Martins Neto, Procuradoria Geral do Estado


Outros cargos confirmados

– Cleverson Siewert, Celesc
– Coronel Paulo Henrique Hemm, comandante-geral da Polícia Militar
– Coronel Onir Mocelin, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar
– Delegado Artur Nitz, Delegado Geral da Polícia Civil
– Perito Miguel Acir Colzani, diretor-geral do Instituto Geral de Perícias
 Bloco de Notas e Blog Moacir Pereira.


Acidentes no trânsito deixam 13 mortos em rodovias de Santa Catarina

O último fim de semana antes das festas de fim de ano serve de alerta para motoristas que pretendem viajar pelas rodovias estaduais e federais de Santa Catarina. A violência no trânsito deixou um saldo de 13 mortos, entre 00h01min de sexta-feira e as 12h de segunda-feira.
De acordo com o levantamento da Polícia Rodoviária Federal, foram 145 feridos e oito mortos em 224 acidentes nas rodovias federais. Das mortes, seis ocorrem apenas no domingo. O levantamento da PRF considerou os acidentes que ocorreram entre 00h01min da sexta-feira e 23h59min de domingo.

Confira o registro dos acidentes em Santa Catarina:

Joinville: colisão entre carro e moto na manhã desta segunda-feira, por volta das 6h30min, na Estrada da Ilha. A motorista da moto, de 37 anos, morreu no local.

Porto Belo: colisão frontal entre um carro e um ônibus deixou um casal morto e uma criança gravemente ferida no domingo, às 22h05min, na BR-101, no km 160. O carro, um Omega, cruzou o canteiro da rodovia e bateu no ônibus da autoviação Penha. Ninguém do ônibus ficou ferido.

Itapoá: saída de pista, seguida por capotamento, na manhã deste domingo na rodovia SC-416, no km 13,9. Um carro Celta, com placa de Guaratuba, era dirigido por um jovem de 25 anos, que foi jogado de dez a 15 metros de distância do veículo e teve politraumatismo.

Rio do Sul: duas pessoas em uma moto morreram em um acidente na BR-470, na altura do km 55, às 5h10min deste domingo. Um jovem de 23 anos e um segundo passageiro não identificado estavam em uma moto Honda CG e se envolveram em um acidente com dois carros, um Vectra e um Pálio.

Lontras: colisão frontal entre um Vectra e uma carreta Scania G420 na BR-470, na altura do km 128, às 1h45min deste domingo. Dois ocupantes do carro foram mortos – Valmir da Cunha, de 39 anos, e Marcio José dos Santos, de 33 anos – e um terceiro passageiro teve ferimentos graves. O motorista do caminhão, Vilmar Dutra da Rocha, de 53 anos, estava alcoolizado.

Faxinal dos Guedes: umcarro Voyage colidiu com um caminhão Mercedez Benz na BR-282, no km 485, por volta das 4h deste sábado. O motorista do caminhão, de 28 anos, teve ferimentos leves e o do carro, de 23 anos, morreu. Outros três passageiros do carro foram levados para o hospital.

Içara: atropelamento de pedestre na rodovia SC-445, na altura do km 61,5. Valdeci Nunes Laureth, 44 anos, foi atropelado por volta das 3h05min deste sábado, mas o veículo fugiu do local.

Ascurra:um senhor de 70 anos morreu após uma colisão, às 17h20 desta sexta-feira, na ponte no km 89 da BR-470. A esposa dele foi encaminhada ao hospital e morreu durante a madrugada entre sexta-feira e sábado.

São João: uma colisão frontal entre uma motocicleta, com placa de Nova Trento, e um caminhão, com placa de Benedito Novo, deixou um morto na SC-410, no km 27,1. O motorista da motocicleta Honda CG 150 Fan ESDI, Oroni Borges de Farias, de 43 anos, faleceu no local. ClicRBS.


Carga insuportável


Os tributos precisam ser reduzidos, o que depende da pressão de contribuintes, mas também da conscientização de governantes quanto à necessidade de conter despesas.
O Brasil, que planeja recuperar as condições no próximo ano para retomar o crescimento econômico, precisa enfrentar de imediato um entrave pesado demais para quem produz e para quem consome: uma carga tributária equivalente à de país rico, sem a contrapartida de serviços públicos de qualidade. No ano passado, conforme cálculos da própria Receita Federal, o peso de todos os impostos, taxas e contribuições cobrados por União, Estados e municípios foi recorde pela terceira vez consecutiva. O percentual alcançou 35,95%, o que em termos de países emergentes é inferior apenas ao da Argentina, país vizinho no qual os cidadãos vêm sendo forçados a bancar a ineficiência do poder público. No caso do Brasil, essa é uma situação que se arrasta e se agrava, mas que não pode persistir, pois já se mostra insuportável.
É sempre mais fácil aceitar que, em países caracterizados pela eficiência de seu aparato de proteção social – em áreas como previdência, assistência e seguro-desemprego, entre outras –, o volume de impostos seja maior. É o caso de recordistas em impostos, como Dinamarca, França e Alemanha, entre outros. Mas, como explicar que o Brasil, com tantas deficiências no atendimento à população em áreas de competência do poder público, como saúde, segurança e educação, cobre tanto de seus cidadãos, sem retribuí-los como deveria? Outros países como Reino Unido, Canadá e Japão, conseguem taxar bem menos seus contribuintes, sem qualquer prejuízo à assistência de qualidade a que têm direito por parte do Estado.
A carga fiscal excessiva no Brasil, além de não retornar sob a forma de bons serviços, reduz o poder aquisitivo dos brasileiros, limita os investimentos e afeta a competitividade. Por isso, tributos precisam ser reduzidos, o que depende de pressão de contribuintes, mas também da conscientização de governantes quanto à necessidade de conter despesas.
Infelizmente, o que se constata hoje é uma tendência inversa: a próxima equipe econômica vem admitindo a possibilidade de taxar mais. O agravante é que a arrecadação extra não visa a garantir mais e melhores serviços, mas a bancar gastos nem sempre justificados e, muitas vezes, associados até mesmo à corrupção. Fonte: Editorial Diário Catarinense.

Transporte coletivo terá passagem mais cara


O valor do transporte coletivo em Florianópolis vai aumentar. O preço ainda não está estabelecido pela Secretaria de Mobilidade, mas pode superar R$ 3. De acordo com o diretor de Planejamento, Vinícius Cofferri, a medida está prevista no contrato firmado entre o município e o Consórcio Fênix. O preço do diesel, a variação acumulada da mão de obra e o índice de veículos automotores estão entre as justificativas.
Este é o segundo ajuste nos preços desde a implantação do Sistema Integrado de Mobilidade, em 1o de novembro. Na ocasião, os ônibus executivos tiveram elevação de R$ 1, o que foi justificado pelo maior número de linhas e horários disponibilizados.
Em maio, a passagem foi reduzida de R$ 2,90 para R$ 2,75 no dinheiro e de R$ 2,70 para R$ 2,58 no cartão. A diminuição, que foi recebida com desconfiança pelos usuários, só foi possível por conta do aumento no subsídio às empresas de R$ 0,28 para R$ 0,42 por passageiro.


Violência e problemas de infraestrutura como gargalos


Depois dos problemas com falta de água e luz na temporada 2013/2014, registrados principalmente em Itapema, Balneário Camboriú e Florianópolis, era natural que a infraestrutura fosse encarada como grande desafio do turismo. Mas para o professor Carlos Alberto Tomelín, mestre e doutor em Turismo e Hotelaria, a insegurança influencia ainda mais na escolha:
– Não só na região, mas em todo o país, a violência tem impacto. No caso catarinense, ainda tivemos os atentados em novembro, que repercutiram na mídia e aconteceram na época em que o turista decide para onde vai.
Sobre a infraestrutura, Tomelin observa a questão do trânsito também como crucial.
– O fato da ponte de Laguna ainda não estar pronta, por exemplo, faz com que muitos turistas do Rio Grande do Sul repensem se vale a pena ir até Florianópolis ou Balneário Camboriú – pondera.
 

BR-101: duplicação só em 2016

Quando o engenheiro Ricardo Saporiti apresentou na Fiesc, há mais de três anos, relatório sobre a duplicação da BR-101 e concluiu que as obras só terminariam em 2016 ou 2017, foi um alvoroço geral no DNIT e no PT. Acharam um exagero.
Pois na medida em que o tempo passa vai se confirmando, com maior segurança, a previsão contida no estudo técnico. A BR-101 vai continuar com três gargalos em 2015, dois deles afunilando trânsito e provocando monstruosos congestionamentos.
O principal engarrafamento hoje – na ponte de Laguna – deverá ser eliminado em abril ou maio de 2015, se o DNIT não atrasar mais os pagamentos ao consórcio liderado pela Camargo Corrêa. Há mais de três meses não há pagamento pelo departamento.
Mas surgirão outras filas monumentais na altura do rio Tubarão. Ali, prevalece o absurdo. A Ponte Cavalcanti, construída no final da década de 1960, está condenada há muito tempo. O DNIT contratou e executou o túnel do Formigão, mas se esqueceu da nova ponte sobre o rio Tubarão. Só recentemente realizou a licitação e contratou a empreiteira vencedora, que demoliu a Ponte Cavalcanti e começou a construção da nova ponte. Vai levar, no mínimo, um ano e meio.
Quer dizer: o que falta ao Ministério dos Transportes não é só planejamento. É um mínimo de competência. Moacir Pereira/DC.

Conta de luz deve ter alta em janeiro

Com a adoção do sistema de bandeiras tarifárias nas faturas de energia do país pelo governo federal, os consumidores catarinenses deverão entrar em 2015 com um incômodo acréscimo na conta de luz depois de ter enfrentado reajuste de 23,16% em agosto. É que amanhã a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciará as cores de bandeiras para as diversas regiões do Brasil em janeiro e, como a região Sul teve que comprar energia extra de térmicas, tudo indica que será a cor vermelha, que acrescenta R$ 3 para cada 100 kilowatts/hora. Além dessa alta, o governo federal poderá aprovar um reajuste extraordinário em janeiro a todas as distribuidoras, para entrar em vigor em fevereiro, para pagar custos 46,14% maiores de Itaipu, mais despesas com compra de energia no mercado de curto prazo nos últimos meses. Estela Benetti/DC 


Mais Uma


A Ponte do Vale, que ligará a BR-470 à rodovia Jorge Lacerda, em Gaspar, deveria ser entregue em dezembro de 2013. As obras já foram paralisadas duas vezes porque o governo federal não liberou recursos. A empreiteira Aterpa Martins abandonou tudo por falta de pagamento e entregou o canteiro de obras à prefeitura. Agora, o Congresso aprovou emenda de R$ 14,7 milhões no Ministério das Cidades. Mas a ponte está lá, totalmente abandonada.  Fonte: Moacir Pereira

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