Clipping Imprensa – Pedágios sofrem reajuste às vésperas dos feriados de Natal e Ano Novo

Clipping Imprensa – Pedágios sofrem reajuste às vésperas dos feriados de Natal e Ano Novo

São Paulo, 19.12.14 – Quem vai pegar a estrada durante o recesso de fim de ano tem que ficar atento: tem rodovia federal com o pedágio mais caro. O preço subiu em trechos que cortam estados do Sudeste e do Sul.
Aumento de quase 8% na Rodovia Fernão Dias
A taxa básica por eixo que era de R$ 1,50 passou para R$ 1,60. Esses dez centavos a mais representam um aumento de quase 8%, então, os veículos comuns vão pagar R$ 1,60 em cada uma das oito praças de pedágio da Fernão Dias. Os ônibus pagam R$ 3,20, as motos pagam R$ 0,80 e um caminhão de seis eixos, por exemplo, paga R$ 9,60. Esse aumento já está valendo desde a meia noite desta sexta-feira (19).
Reajuste de 6% na BR-153
No trecho paulista da BR-153, uma das mais importantes do país, que liga o Sul do Brasil à Brasília, o reajuste foi de quase 6%. Na região de São José do Rio Preto, são três praças de pedágio, 321 quilômetros de estrada.
O motorista que antes pagava R$ 3,50, agora paga R$ 3,70. Os motoristas de caminhões e ônibus que pagavam por eixo R$ 7,00 agora pagam R$ 7,40. O valor da tarifa para carros e caminhonetes vai passar de R$ 3,50 para R$ 3,70. 
Motoristas de caminhões e ônibus que antes pagavam R$ 7, agora terão que desembolsar R$ 7,40.

Na BR-116, reajuste de 7,89%
O reajuste na BR-116 aprovado pela ANTT-  Agência Nacional de Transportes Terrestres foi de 7,89%. Com isso a tarifa para carros de passeio passou de R$ 3,80 para R$ 4,10. Para veículos pesados, como ônibus e caminhões, o preço passou de R$ 7,60 para R$ 8,20. Para motos, a tarifa passou de R$ 1,90 agora é R$ 2,05.
O aumento foi calculado com base em três itens: variação do IPCA, acréscimo ou supressão de novas obrigações da concessionária e fluidez no trânsito. A BR-116 no Paraná e em Santa Catarina tem 413 quilômetros de extensão, e cinco praças de pedágio na estrada.
Extraído de: G1​

Plano de acesso ao porto de Pelotas é entregue

O secretário de Infraestutura e Logística, João Victor Domingues, entregou, nessa quinta-feira, o projeto conceitual de acesso ao porto de Pelotas através da BR-392 para a vice-prefeita do município, Paula Mascarenhas. O evento ocorreu no Paço Municipal e contou com a participação do diretor-presidente da empresa CMPC Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, responsável pela doação do projeto ao governo do Estado, além de secretários municipais, autoridades portuárias e o representante do governo do Uruguai.
A obra de acesso é estimada em R$ 60 milhões e prevê a construção de uma elevada sobre o terreno alagado próximo à rodovia. No final de novembro, o secretário e uma comitiva incluindo representantes da empresa apresentaram o projeto para o ministro dos Transportes, Paulo Sergio Passos. O documento foi encaminhado também ao Ministério do Planejamento e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, órgão responsável por obras em rodovias federais.
“A obra do novo acesso ao porto de Pelotas, para além de sua importância econômica, precisa estar equilibrada com a cidade, no sentido ambiental, social e cultural. Isso exigirá muito diálogo com a população e, sobretudo, uma boa estratégia de desenvolvimento do município”, afirmou o secretário João Victor.
Em agosto, a Secretaria de Infraestrutura negociou e assinou um protocolo de intenções com a CMPC para viabilizar a pavimentação e o acesso ao porto de Pelotas, através da BR-392. A empresa se dispôs a doar o projeto da obra ao governo do Estado, que se comprometeu na ocasião a viabilizar a obra através da busca de recursos do Governo Federal.
O empreendimento vai permitir que a empresa embarque a celulose em Pelotas, com destino ao porto do Rio Grande. Ao retornar pela Lagoa dos Patos, as embarcações atracam em Pelotas para carregar matéria-prima (madeira) e levá-la até a fábrica da companhia em Guaíba. A administração da carga e descarga será realizada pelo porto de Pelotas, e a CMPC pagará uma tarifa pelo serviço. A companhia terá como estratégia transportar quase a totalidade da produção de celulose por hidrovia.
“Foi importante estabelecer uma parceria não só entre os entes públicos, Governo do Estado, Prefeitura de Pelotas e deputados envolvidos, sobretudo o esforço conjunto com a CMPC Celulose Riograndense, que devolverá o potencial econômico do porto à cidade e ao conjunto das economias da região Sul”, destacou João Victor.
A expectativa após aceitação técnica e formal do Dnit é de que a obra seja licitada pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC), modalidade que acelera a contratação da empresa que fará a obra para que os trabalhos possam iniciar até o fim do segundo semestre de 2015. Fonte; Jornal do Comércio.

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