Florianópolis, 25.9.14 – Os argentinos gostam muito de passar férias no Estado. Cerca de 400 mil visitantes do país vizinho aportam por aqui anualmente. Mas os obstáculos são crescentes, segundo fontes ligadas a operadoras de lá. Para eles, os maiores entraves são: acesso difícil em função da falta da ponte de Laguna e engarrafamentos na Via Expressa, falta de conservação das rodovias que levam às praias, aeroporto pequeno, falta de voos para Buenos Aires, aumento do número de roubos de carros, assaltos em residências e praias poluídas.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense
Trânsito para crianças
A Diretoria de Trânsito, Transporte e Segurança (Dittesc) da Prefeitura de Caçador está realizando uma campanha para incentivar crianças de várias faixas etárias a conhecerem mais sobre as leis de trânsito. Em uma das ações, os agentes do Dittesc montaram uma pista com carrinhos, placas de sinalização e semáforos para cerca de 100 crianças. A campanha segue até outubro.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense
Ideias para o bem coletivo
No último dia da Semana Nacional do Trânsito, o t24horas apresenta propostas enviadas por leitores e encontradas pelo DC. Uma delas mostra a tendência de priorizar o pedestre: as requalificações de ruas, ampliando as calçadas, implantando ciclovias e reduzindo o espaço para os veículos. Esse modelo ainda prevê estimular mais os comércios e lazer ao ar livre para as pessoas. Exemplos dessas ações estão na Rua Vidal Ramos, no Centro de Florianópolis, na Rua das Palmeiras, em Joinville, e nas propostas feitas para Rua Koesa, em São José (foto), e a Rua Emiliano Ramos, em Lages.
DANIEL PEREIRA, SECOM/PMSJ, DIVULGAÇÃO
O desafio de Floripa
Para Roberto Bentes de Sá, presidente do Movimento Nacional de Educação no Trânsito (Monatran), Florianópolis tem um desafio imenso que é expandir a malha viária, já que o aspecto geográfico da cidade representa um obstáculo para isso. Além disso, o número de veículos, que cresce a cada ano, também contribui para os congestionamentos. “A sociedade também precisa se mexer, porque é uma cultura que nós temos que não procuramos ver que existem outras maneiras de se locomover”, afirma. Outro problema apontado é a violência no trânsito. Para ele, a solução são campanhas de conscientização e fiscalização séria. “Governo tem que investir em campanha, que é a única coisa capaz de mudar o comportamento da população”.
Fonte: Trânsito 24h/ DC