Polícia Civil de Rio do Sul recupera carga têxtil avaliada em R$ 500 mil

Polícia Civil de Rio do Sul recupera carga têxtil avaliada em R$ 500 mil

Rio do Sul, 16.9.14 – Na tarde desta segunda-feira a Polícia Civil de Rio do Sul vai devolver a uma transportadora de Blumenau uma carga têxtil que foi roubada no Paraná no fim do mês de agosto. De acordo com o responsável pela empresa que não quis se identificar, as malhas são avaliadas em R$ 500 mil. A carga e o caminhão que fazia o transporte foram roubados em Tijucas do Sul, município do Paraná, no dia 28 de agosto, e a carga foi encontrada dia 30 durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal na BR-470 em Rio do Sul. 
Segundo o delegado da Polícia Civil de Rio do Sul, Isomar Amorim, a comarca do Alto Vale investiga apenas a receptação da carga roubada, a apuração sobre o roubo é de responsabilidade da polícia de Tijucas do Sul. O delegado revela que apenas a carga foi recuperada, o paradeiro do caminhão ainda é desconhecido.
— Ainda estamos investigando, sabemos que a carga interceptada em Rio do Sul saiu de Caçador com destino a Itajaí. 

Entenda o caso
 

Dia 30 de agosto a Polícia Rodoviária Federal parou um caminhão baú que passou pelo posto policial de Rio do Sul. Como o motorista não tinha a nota fiscal da mercadoria, a Receita Estadual foi acionada. De acordo com o delegado Isomar, a Polícia Civil foi avisada depois que o órgão fiscalizador não conseguiu contato com o responsável pelo caminhão.
— Havia indícios de que não se tratava apenas de uma carga sem nota fiscal, então assumimos o caso. 
A polícia localizou o dono do caminhão baú e na última quinta-feira ele compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos. Só então que os investigadores tiveram acesso ao produto transportado. O rastreamento feito através das etiquetas revelou que a mercadoria tinha saído originalmente de Blumenau com destino à São Paulo. 
— Com o nome da outra transportadora em mãos descobrimos que a carga apreendida e o caminhão usado no transporte tinham sido roubados no dia 28 de agosto em Tijucas do Sul, no Paraná. Já o motorista do caminhão foi liberado no dia 29 em Caçador. Ele conseguiu registrar o boletim de ocorrência em Jaraguá do Sul — explica o delegado.
Fonte: Jornal de Santa Catarina

Líderes de quadrilha de roubo de cargas são presos em SP e PR

São Paulo, 16.9.14 –  Cinco criminosos que eram considerados líderes de um quadrilha de roubo de cargas foram presos na manhã desta sexta-feira, 12, em São Paulo.
Segundo o delegado João Renato Weselowski, titular da 2ª Delegacia de Investigações sobre Roubo de Carga (Divecar) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), as prisões representam uma quebra no comando das operações da quadrilha. “Eles são a parte inteligente da quadrilha e conhecem como funciona o ramo de atividade do transporte de cargas. Tinham mão de obra para roubar, mas preferiam, muitas vezes, aliciar os motoristas, modalidade conhecida como chave na mão. O funcionário da transportadora entregava a mercadoria e depois registrava como se tivesse sido atacada em uma rodovia”, explicou.
A quadrilha agia nas rodovias do Estado de São Paulo mas, de acordo com a polícia, distribui as mercadorias em todo o Brasil. A ação contou com a participação de 30 policiais civis. O principal integrante da quadrilha, o comerciante Moacir Januário, de 48 anos, foi preso em Itu, no interior paulista.
Além dele, acabaram detidos os motoristas Pedro Aparecido Alves, de 66 anos, e Itamir Verruck, de 46; e os comerciantes Wellington Lincoln Crocetti, de 53, e Erivelto de Oliveira, de 50. As detenções ocorrem em São Bernardo do Campo, Mongaguá, Foz do Iguaçu e Maringá. Pelo menos três carretas de produtos foram recuperadas.
O delegado Weswlowski informou que a quadrilha tinha como áreas de ataque as Rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Regis Bittencourt e no Rodoanel Mario Covas. Eles também realizaram ações na fronteira com a Argentina. Num entreposto de Londrina, a equipe da 2ª Divecar apreendeu desde produtos eletroeletrônicos, ferramentas até gêneros alimentícios.
Fonte: O Estado de SP

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