Clipping imprensa – Sinotruck entra no Inovar-Auto

Clipping imprensa – Sinotruck entra no Inovar-Auto

Florianópolis, 15.8.14 – Após longas negociações, o ministério do Desenvolvimento publicou ontem, no Diário Oficial da União, a inclusão da montadora chinesa Sinotruk no programa Inovar-Auto. O próximo passo para a instalação da fábrica em Lages, às margens da BR-282, será a licitação da terraplanagem pela prefeitura, o que vai acontecer em breve, informa o presidente da SCPar, Paulo Costa, que liderou as negociações por parte do governo catarinense. Na sua primeira unidade fora da China, a Sinotruk investirá R$ 300 milhões, vai gerar 300 empregos diretos e pretende fabricar 5 mil caminhões de grande porte por ano. O início será com 400 unidades, podendo chegar a capacidade máxima em apenas um turno. A empresa tem dois anos para instalar a montadora e iniciar a produção. Com o incentivo, poderá vender no país 625 caminhões nos próximos 12 meses sem a taxa de 30% de IPI. Costa explica que o projeto demorou porque o programa do governo federal não previa caminhões. 

Polo em SC

Com a Sinotruk, o Estado soma cinco novas empresas do setor de veículos nos últimos quatro anos. As demais são a fábrica de motores da GM; a Budny e a LSM Tron de tratores, e a BMW, de automóveis.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

 
Valores das obras de aeroporto são investigados

Depois de demorar quase dez anos para inaugurar, o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, de Jaguaruna, no Sul, é palco de mais uma polêmica. O Ministério Público Federal (MPF) de Tubarão ajuizou uma ação penal para investigar os valores da obra, que superaram quase R$ 3 milhões do que havia sido acordado na licitação. O processo está em andamento na Justiça.
Foram enquadrados na ação os representantes legais da empresa responsável pela obra, assim como os servidores públicos envolvidos, que são engenheiros, no artigo 92, da lei 8.666, de 1993.
Fonte: Diário Catarinense

Número de táxis aumenta depois da temporada

A prefeitura de Florianópolis anunciou ontem que deve lançar no dia 25 de agosto o edital para a concessão de novas placas de táxi na cidade. O processo prevê 200 carros, mas apenas cem estão confirmados para chegar às ruas na primeira etapa do processo, que deve ser concluída no início de 2015.
Outro anúncio é que devem iniciar em setembro as reuniões do Conselho Municipal de Transportes, responsável por analisar os recursos da cassação de 77 das 470 placas de táxi da Capital. As denúncias foram apuradas no ano passado em uma CPI na Câmara de Vereadores.
– A tendência é que teremos uma piora momentânea para uma melhora futura – admitiu o prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Junior, em relação às datas dos dois processos e à temporada de verão 2014/2015.
Os interessados em participar da disputa poderão se inscrever até 24 de outubro. O processo de seleção terá duas etapas que valem 33% da pontuação cada: uma prova objetiva (conhecimentos gerais e específicos) e uma avaliação técnica do veículo proposto como táxi pelos selecionados no concurso. O tempo de habilitação, ter curso de condutor de táxi e registro profissional como taxista somam 34% e fecham a nota final.
Ao todo, 500 serão aprovados na prova. Destes, cem iniciam o trabalho no início de 2015 e outras cem placas ficarão em um cadastro reserva para serem chamados se necessário.
Fonte: Diário Catarinense

Obras

A Autopista Litoral Sul realiza obras em vários trechos. Há bloqueio de uma faixa para o tráfego em três pontos: entre o km 180 e o km 200 (Biguaçu e São José), entre o km 203 e o km 215 (São José e Palhoça), e o km 243,5, em Palhoça.
Fonte: Trânsito 24h/ DC

Ônibus x carros*

Achei muito interessante – e mais do que isso, preocupante – um levantamento feito pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (ANTU). Ele comprova o que já vemos nas ruas das grandes cidades todos os dias: está havendo uma diminuição do número de passageiros que utilizam o transporte coletivo. Os automóveis particulares e as motocicletas, em contrapartida, sobrecarregam cada vez mais o sistema viário. Ou seja, estamos fazendo tudo errado, se pensarmos em sustentabilidade, mobilidade urbana, controle da poluição e humanização das cidades.

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Segundo a pesquisa, em 2013 houve redução de 1,4% no número de passageiros transportados por ônibus, em comparação ao ano anterior, tendo como base dados coletados em nove capitais brasileiras. E esse fenômeno de trocar o transporte coletivo por carro não é novo: houve uma redução de 30% no número de passageiros de ônibus em 18 anos. O presidente da Associação de Transportes Urbanos, Otávio Cunha, diz que a produtividade do setor é prejudicada porque está difícil circular nas grandes cidades, por conta do aumento dos custos e da competição crescente com o automóvel.

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Eu confesso que ando muito mais de carro do que de ônibus. Primeiro, pela comodidade. É só descer na garagem, entrar no carro e sair. Mas mais do que isso, é porque acho horrível viajar em pé, apertada e, muitas vezes, esperar quase uma hora no ponto, sem saber que horas chega o próximo coletivo, já que nas paradas não há qualquer aviso dos horários. Acabo desistindo.
Todos sabemos que o uso excessivo de automóveis é um dos principais responsáveis pela poluição do ar e pelo aquecimento global, além de ser fonte de poluição sonora e de desperdício de tempo em congestionamentos. Mudar é que é mais difícil.
* Viviane Bevilacqua
Fonte: Diário Catarinense

Alta no preço da energia*

Nos últimos meses, temos assistido a correções de tarifas de energia injustas. Sob a alegação de que reservatórios das usinas das regiões Sudeste e Centro-Oeste estão com volumes baixos, devendo chegar a 18,5% em novembro, e que as usinas termelétricas em operação deverão ficar ligadas até o final deste ano, o governo passou a aumentar as faturas de energia de forma descontrolada e sem qualquer comunicação ou respaldo da sociedade.
Essa alegação é falsa, já que as usinas estão ligadas desde o início de 2013, antes da propagada seca. O problema é que o governo, pela medida provisória 579, em 2012, lançou um pacote de reduções de tarifas, que não foi concretizado na totalidade, mas desorganizou toda a estrutura das concessionárias, pois sinalizou que o consumo não precisa mais ser eficiente e controlado.
A situação dos reservatórios é uma das crises que o setor elétrico vive e configura alto risco energético. As usinas termelétricas são usadas para complementar a energia, mas operam com custo médio de R$ 600 por MWh, quando as hidrelétricas custam R$ 140 por MWh – um produto com preço quatro vezes maior tende a criar outra crise, econômico-financeira.
O fato é que a situação atual deriva da falta de planejamento, com medidas sem visão de longo prazo, poluindo a matriz energética com usinas térmicas de baixo rendimento, construídas e operadas com critérios políticos, gerando fortunas para alguns e prejuízos para a sociedade.
O problema maior é a desfaçatez com que tudo isso está sendo engendrado sem consulta à sociedade. A lei determina que aumentos de tarifa sejam apoiados em audiências públicas que servem para debater a importância e a viabilidade. Você já foi a uma dessas audiências?
Está na hora de mostrar a presença do cidadão em decisões que afetam o seu bolso diretamente. A pergunta é: como vamos ajudar a resolver isso se não formos consultados? Vamos unir forças e lutar pelos nossos ideais ou ficaremos assistindo à escalada de aumentos e à volta da inflação? A situação atual deriva da falta de planejamento.
Fonte: Diário Catarinense

PRF

PRF realiza operação na Via Expressa e em Rancho Queimado, na Grande Florianópolis Mais de 180 pessoas receberam multas durante a tarde desta quinta-feira. […] Veja mais em:
http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/190815-prf-realiza-operacao-na-br-282-na-via-expressa-e-em-rancho-queimado-na-grande-florianopolis.html

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