Florianópolis, 30.7.14 – O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes e os presidentes dos Sindicatos de Chapecó, Deneraci Perin, de Videira, Ivanir Paulo Carlesso e de Catanduvas, Antônio Ozório Neto, o diretor da Federação, Clodomir Ribeiro Alves e o secretário executivo, Leonardo Carvalho, estiveram reunidos com o secretário estadual de Infraestrutura, João Carlos Ecker, no final da tarde de segunda-feira, para pedir a liberação, em caráter provisório, de uma rodovia estadual no Oeste do Estado, enquanto a BR-153 estiver interditada, para permitir o trânsito de caminhões com nove eixos. Esse equipamentos chegam do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Paraná com carga de milho e farelo para a agroindústrias.
O grande problema relatado pelos líderes empresariais do transporte é que sem a rodovia federal, os veículos, com nove eixos não conseguem chegar ao destino, porque não podem trafegar na malha estadual catarinense, que seria a única estrada possível na região, atualmente. Com o impedimento, os motoristas são obrigados a fazer o trecho em duas etapas, com o desengate de uma das parte. Só que isso, além do custo da operação, há um atraso na viagem.
No encontro ficou acertado que uma possibilidade é a liberação da SC-480 entre Xanxerê e o Paraná. Mas a autorização depende de um estudo e da assinatura do presidente do Deinfra, Paulo Meller. Para isso, a Fetrancesc vai encaminhar ofício com esse propósito. Lopes disse a Ecker que o a restauração da BR-153 deve demorar entre 30 e 40 dias, de acordo com informações do DNIT, o que eleva os custos do transporte pela necessidade de fazer trechos alternativos e mais longos.
Na semana passada, Lopes já esteve reunido com o superintendente do DNIT, engenheiro, Vissilar Pretto, para pedir rapidez na recuperação das rodovias danificadas pelas fortes chuvas no mês passado e no início deste mês. A BR-153 está interditada, por estragos das enchentes, em dois pontos um na região no KM 49, em Vargem Bonita em direção a Curitiba. Há um desvio a sete quilômetros para ônibus e veículos leves. E outro no Km 118 em direção a Erechim (RS). Nos dois trechos, vitais para o transporte de carga da região.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga do Oeste e Meio-oeste Catarinense (Setcom), Paulo Simioni já esteve reunido com autoridades e enviou ofício aos responsáveis pelas rodovias para soluções urgentes.
Fonte e fotos: Juraci Perboni/ Imprensa Fetrancesc
Compartilhe este post