Clipping imprensa – Abandono do Oeste

Clipping imprensa – Abandono do Oeste

Florianópolis, 28.7.14 – A ponte de um quilômetro sobre o rio Uruguai, que balança por falta de manutenção, fica na BR-158 e não na BR-153 como saiu aqui na coluna sexta-feira. Com a última enchente, ela ficou pior e foi proibido o tráfego de carretas, o que afeta a economia de 60 municípios. Lideranças da região cobram solução urgente do governo federal e prometem fazer protestos.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

BR-470

Mais de 50% do trecho a ser duplicado pelo DNIT na BR-470, entre Gaspar e Blumenau, estão autorizados e poderão ser liberados pela SCGás. É o que informa a diretoria da empresa, esclarecendo que aguarda ordem do DNIT para iniciar as obras de remanejamento e proteção da rede de gás. A SCGás licitou tudo e depende do DNIT para assinar os contratos.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense

Obras na BR-101

Estão previstas obras de recomposição do asfalto em Joinville, entre Itajaí e Balneário Camboriú, Tijucas e Governador Celso Ramos, Biguaçu e Palhoça e entre Araquari e Penha. Neste último trajeto, a fila chegou a 15 quilômetros no sentido Sul na sexta-feira.

Acessos

Entre Biguaçu e Palhoça são 14 acessos com obras de melhorias. O reflexo da ação é maior no fim da tarde, quando o trânsito fica lento em toda a região no sentido Sul.

Itapema

Lembrando que esta semana continuam as obras de implantação da terceira-faixa em Itapema, com bloqueio dos acostamentos e de uma faixa no sentido Sul.

Interdição

A rodovia SC-114 entre São Joaquim e Painel, na Serra Catarinense, terá a pista interditada nos dois sentidos para detonação de rochas. Os bloqueios vão ocorrer hoje entre as 10h e as 17h, em períodos de até duas horas.
Fonte: Mariana Paniz/ Trânsito 24h/ DC

Após incêndio em caminhão, pista da BR-101 em Balneário Camboriú é liberada

Um caminhão pegou fogo em uma das pistas da BR-101, no Km 139, sentido sul, na altura de Balneário Camboriú. O acidente aconteceu por volta das 16h30, quando o motorista do veículo percebeu muita fumaça no motor e encostou na terceira pista da rodovia, presente naquele trecho.
Da cabine, o fogo se espalhou e atingiu a carroceria da carreta, que vinha carregada de soja. A pista ficou fechada até às 19h20, quando foi o caminhão foi removido e o tráfego começou a voltar ao normal.
No auge dos transtornos causados pelo problema, foi registrada uma fila de 8 quilômetros. Por volta das 19h30, esse número tinha sido reduzido para 4 quilômetros de congestionamento.
Os bombeiros de Balneário Camboriú atenderam a ocorrência, mas contaram com a ajuda de um caminhão pipa da concessionário responsável pelo trecho, a Autopista Litoral Sul, para extinguir as chamas.
Fonte: Clic RBS (edição de ontem 27/07)

Ameaçador

O viaduto Duque de Caixas, em Lages, que permite o contorno da BR-116 com a BR-282, não foi inaugurado, mas está sendo usado. As entidades empresariais acusam, contudo, que ameaça provocar graves acidentes. Tem quatro faixas e afunila em duas na saída. Sem sinalização e alerta aos milhares de usuários.

Licenças

O superintendente da Infraero em Joinville, Rones Heibemann, revelou que um dos graves problemas para melhoria do aeroporto está na questão ambiental. Este ano, 500 aves migratórias pousaram perto do aeroporto, colocando em risco operações de pouso e decolagem das aeronaves. Pedidos foram feitos, mas não houve licença para removê-las.

Omissão

O engenheiro Ricardo Saporiti voltou a enfatizar a necessidade urgente do DNIT executar obras e serviços de manutenção das rodovias federais. Só na BR-101 o governo federal tem investidos R$ 2,5 bilhões. E não está havendo conservação mínima da rodovia. Há estudo técnico indicando que para cada U$ 1 que se deixa de aplicar em manutenção, gasta-se U$ 2,5 na recuperação.

Pedágio

A Câmara de Deputados está divulgando documento com as 200 propostas aprovadas pelo plenário nos anos de 2013 e 2014. Constam o Plano Nacional de Educação, o Marco Civil da Internet e o Orçamento Impositivo. Da bancada catarinense, o único da publicação é de autoria do deputado Esperidião Amin (PP). o projeto que trata da isenção de pedágio em áreas urbanas.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense (edição de ontem 27/07)

Parece piada

O atraso nos recursos para a conclusão da Ponte do Vale, em Gaspar, ocorre porque o Ministério das Cidades utilizou os recursos de uma emenda da bancada catarinense para outras ações. Cerca de R$ 14 milhões deixaram de ser enviados à prefeitura para o pagamento da empreiteira. Agora, o repasse da verba depende da aprovação de uma proposta de remanejamento do orçamento, que aguarda votação no Congresso. O deputado Décio Lima (PT), que vem acompanhando o caso, acredita que a votação ocorra ainda em agosto.
Fonte: Carolina Bahia/ Diário Catarinense (edição de ontem 27/07)

Tecnologia de SC para transporte sobre rodas

Uma das indústrias catarinenses que aceleraram expansão nos últimos anos é a Librelato S.A. Implementos Rodoviários, de Orleans, no Sul do Estado. A companhia, que tem cinco fábricas no município e cresceu 40% ano passado, detém 11% do mercado de semirreboques e rodotrens do país. O principal investimento atual é em nova fábrica no Espírito Santo, um projeto de R$ 40 milhões. Também comprou um terreno em Criciúma para empreendimento futuro. Quem está à frente da empresa é o executivo José Carlos Sprícigo (foto), indicado pelo fundador José Carlos Librelato, que faleceu ano passado.

A Librelato vem se destacando nos mercados interno e externo. O que impulsiona essa expansão?

José Carlos Sprícigo – Ao longo dos anos, a Librelato tem aproveitado as oportunidades de mercado. Temos plantas segmentadas. Uma atende o mercado de basculante, outra o de grãos e assim por diante. Aliado a isso, oferecemos produtos de qualidade reconhecida com uma força de vendas em todo o Brasil e lá fora.

Quais produtos a empresa fabrica?

Sprícigo – Fazemos a linha pesada (para carretas e caminhões), que responde por 85% do nosso faturamento. Inclui semirreboques, bitrens e rodotrens (puxados por cavalo mecânico). Entre os mais vendidos estão o graneleiro/carga seca e o basculante. Fazemos também tanque para o transporte de combustível, semirreboque silo para grãos e o carrega tudo, que leva outros veículos. Também temos a linha leve. Os segmentos em que atuamos são semelhante aos da Randon.

Como foram os resultados de 2013 e quais as expectativas para este ano?

Sprícigo – A empresa faturou meio bilhão líquido (R$ 500 milhões) ano passado, com crescimento de 40% frente ao ano anterior. Este ano, o mercado prevê queda de 18%. O recuo maior será na linha pesada e a Librelato cresceu mais na linha leve. Seria bom se conseguissemos o mesmo resultado de 2013 que foi maravilhoso.

Como foi a trajetória da Librelato desde a fundação até agora?

Sprícigo – A empresa nasceu em 1969 fabricando carrocerias de madeira, com toda a família envolvida, liderada pelo patricarca Berto Librelato. Em 1980, José Carlos Librelato, um dos seus filhos, fundou a Irmãos Librelato, que é a empresa atual. Em 1998 fizemos o primeiro semirreboque basculante; em 2001, a primeira carreta, um semirreboque graneleiro. Em 2011, a Librelato se transformou em Sociedade Anônima (SA) de capital fechado, onde teve aporte de importantes fundos de pensão, liderado pelo CRP VII, do qual participam Funcef, Petros, PNDESpar e outros. A família ficou com 83% do capital e o fundo, 17%. Essa mudança acelerou o crescimento. Temos mais de 2 mil empregados e uma linha diversificada de produtos.

Vocês firmaram uma joint venture com um grupo italiano Como evoluiu?

Sprícigo – Fizemos uma joint venture com a empresa italiana Themac International S.A. Criamos a Libremac Ambiental Implementos Rodoviários Ltda. que já começou a produzir. Oferece equipamento para coleta lateral de resíduos sólidos (lixo) em cidades. É um sistema já adotado na Europa, exige só o motorista. No RS, duas cidades já estão utilizando: Caxias do Sul e Porto Alegre (bairro Moinhos). Em SC, Chapecó começou o projeto. O produto está credenciado no BNDES para aquisição pelo Finame. Isso facilita.

Quanto a Librelato está investindo?

Sprícigo – Vamos instalar a primeira fábrica fora de SC em Linhares, no Espírito Santo. A Brametal, de Criciúma, e a WEG, de Jaraguá, também têm projetos lá. Nosso investimento inicial é de R$ 40 milhões, para a produção de 2 mil carretas por ano. Vamos gerar 300 empregos diretos na unidade.

Como está a presença nos mercados?

Sprícigo – No Brasil estamos em todas as regiões, do Chuí ao Acre. No exterior, começamos a prospectar mercados em 2012, no ano passado já fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina. Ainda este ano vamos iniciar vendas ao Peru e estamos negociando com países da África. No exterior também está duro vender. No Chile a demanda caiu 50% devido a uma série de medidas da presidente Michele Bachellet. Hoje, exportamos 8% da nossa produção.

E os investimentos em pesquisa e desenvolvimento como estão?

Sprícigo – Temos uma diretoria de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A Librelato foi reconhecida entre as 50 empresas mais inovadoras da região Sul. Entre as nossas inovações estão um produto de alumínio e uma linha de eixos especiais.

Fizemos exportações para o Paraguai, Chile, Bolívia, Uruguai e Argentina.

Carreira na Librelato

 
Graduado em Direito e Contabilidade, o executivo José Carlos Sprícigo, 50 anos, está na Librelato desde 1982, onde começou fazendo uma cotagem de estoque. Pelo seu talento em gestão, foi indicado pelo fundador para sucedê-lo na presidência. Como a companhia é uma SA, tem conselho de administração presidido por Aloir Librelato. Sprícigo é casado com Nádia Cordini e tem duas filhas: Malu e Clara.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense (edição de ontem 27/07)

Serra está às escuras de novo

Um dos cartões-postais de Santa Catarina ficou cerca de seis meses praticamente no escuro. Em abril deste ano, a Serra do Rio do Rastro foi iluminada novamente. Poucos meses depois, no auge da temporada de inverno, trechos da estrada apagaram mais uma vez.
A iluminação deste trecho da SC-390 enfrenta problemas desde que foi instalada, no início de 1990. Segundo o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Paulo Meller, são inúmeros os furtos de cabos da fiação, que é subterrânea, além de situações de vandalismo, como a destruição de lâmpadas.
– É um problema muito grave. O furto é constante. Quando acontece, temos que fazer licitação para comprar os materiais novamente, por isso demora – explica.
Integrantes da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) de Bom Jardim da Serra, entretanto, relataram que não haveria registro de ocorrências envolvendo furto ou vandalismo na iluminação do local.
Segundo o major Fábio Martins, da assessoria da PMRv em Florianópolis, há cerca de dois anos houve relatos ao comando estadual sobre furto de fiação.
Segundo o Deinfra, outra justificativa para os danos está relacionada ao clima e a trepidação dos carros.

Manutenção é realizada quando empresa é acionada

O superintendente regional do Deinfra no Sul, Lourival Pizzolo, aponta que uma empresa terceirizada ganhou a licitação para fazer a manutenção da iluminação da serra.
– Ela é acionada quando a PMRv informa ao Deinfra os trechos apagados – explica.
O responsável pelo posto de Bom Jardim da Serra, sargento Claudio Machado, afirma que pela fiação ser subterrânea, dependendo do problema, a manutenção demora.
– A Serra é sempre bem patrulhada, ainda mais no inverno, quando há congelamento na pista – ressalta o major Martins.

Projeto deslumbrante

Financiado pelo Deinfra e criado pelo engenheiro elétrico Gilberto dos Passos Aguiar no início dos anos 1990, o projeto de iluminação nos 10 quilômetros da Serra do Rio do Rastro, que ligam o Sul à Serra catarinense, destacam a beleza das 283 curvas de abismos a quase 1,5 mil metros acima do nível do mar.
O projeto foi desenhado nos mínimos detalhes pelo engenheiro que estudou durante três anos cada perigosa curva da estrada, a serviço da Celesc. Aguiar afirma que a rede de distribuição subterrânea favorece a segurança e a estética, assim como os postes, leves e pintados de verde, posicionados estrategicamente para iluminar o caminho de maneira uniforme e não interferir na beleza natural.
– Fico triste pela falta de manutenção, ainda mais pelo furto de cabos. Quando se faz uma obra dessa complexidade, tem que ter alguém que faça a manutenção periódica. A Serra é linda, mas à noite você não percebe essa beleza sem iluminação – diz Aguiar.
Fonte: Diário Catarinense (edição de sábado 26/07)


Pesagem

Santa Catarina conta hoje com quatro postos de pesagem para controlar a carga de caminhões, jamantas e bitrens que circulam pelas rodovias federais. São três na BR-101 e uma na BR-282, em Maravilha. Nenhuma delas funciona. O engenheiro Vissilar Pretto anunciou um projeto inédito da UFSC, que deve ser implantado agora no segundo semestre.

As licenças

O presidente do Deinfra, Paulo Meller, queixa-se com sua equipe, amargamente, dos órgãos ambientais, pelo atraso em obras rodoviárias pelo Estado.
– O problema ambiental é crônico e há verdadeiros absurdos.
Sugeriu que estes organismos tenham prazo para se pronunciarem sobre os projetos a eles submetidos. Hoje, eles se perdem no tempo e ninguém é responsabilizado.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense (edição de sábado 26/07)

Governo prevê nova tabela do Simples para 2015

Preocupada com a demora do governo federal em aprovar uma nova tabela de enquadramento de empresas no Simples nacional, a Ajorpeme, Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa, criou quinta-feira à noite uma comissão para pressionar o governo e parlamentares para viabilizar a alteração. Uma das lideranças da entidade disse que não podemos imaginar 2015 sem a nova tabela. A Secretaria da Micro e Pequena Empresa, comandada pelo ministro Guilherme Afif Domingos, informou ontem para a coluna que a expectativa é de que o processo de revisão seja feito com sucesso para a entrada em vigor da nova tabela em 2015, uma vez que as diretrizes já estão em andamento. Segundo a pasta, a presidente Dilma vai sancionar dia 7 de agosto o projeto que inclui mais empresas no Simples. No mesmo evento, será assinado acordo com as quatro instituições que farão estudos para alterar a tabela.

Valores da Aemflo e CDL

À frente do evento que comemorou, ontem à noite, os 30 anos da Aemflo, a Associação Empresarial da Região Metropolitana de Florianóplis e os 15 anos da CDL de São José, o presidente das duas entidades, Marcos Souza (foto), destacou os valores das duas entidades. Segundo ele, a atuação é pautada no bem da comunidade e da classe empresarial, sempre com independência política.

Mobilidade regional

Além dos serviços aos associados, a Aemflo cobra soluções efetivas para a mobilidade urbana da região. Segundo Marcos Souza, além do contorno na BR-101, é preciso duplicar a Via Expressa e fazer mais uma ligação à Ilha. Para ele, um modelo de transporte coletivo de referência é o da Alemanha, com vários modais.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense (edição de sábado 26/07)

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