Clipping imprensa – Outro atraso

Clipping imprensa – Outro atraso

Florianópolis, 5.6.14 – A presidente Dilma assinou a ordem de serviço para as obras de duplicação da BR-280 em dezembro de 2013. Até agora as obras não foram iniciadas. Denúncia foi feita na tribuna da Câmara Federal pelo deputado Marco Tebaldi(PSDB), indignado com as promessas que não são cumpridas: “A duplicação não sai e muitas vidas estão se perdendo”.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense


TransGas com Dilma

A presidente Dilma Rousseff vai receber o presidente do grupo TransGas, dos EUA, Adam Victor, amanhã, no CentroSul, em Florianópolis. A audiência será entre os dois atos previstos para a data. O encontro foi confirmado pelo governador Raimundo Colombo ontem. O empresário apresentará o projeto de US$ 2,7 bilhões previsto para o Sul do Estado.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

O panorama da segurança

Dados estatísticos divulgados sobre a situação da segurança pública em Santa Catarina reiteram uma posição privilegiada no Mapa da Violência brasileiro. O Estado ostenta novamente a menor taxa de homicídios do Brasil, que figura como o principal indicador mundial para avaliação e diagnóstico da criminalidade, panorama que vem sendo mantido desde o ano de 2010. Os dados apresentam os casos registrados nos primeiros cinco meses de 2014 em comparação com o mesmo período do ano passado e, mais do que ensejarem justas comemorações, devem servir principalmente como referencial para uma leitura profissional sobre o combate ao crime.
Os números permitem que se produza um diagnóstico precioso para a compreensão dos motivos que levam a esses indicadores positivos. Um ranking que deve continuar a ser perseguido pelas autoridades. A cúpula da segurança pública atribui os dados – 197 municípios não tiveram registro de qualquer homicídio até 29 de maio, por exemplo – à resolutividade da polícia na investigação dos crimes violentos. O raciocínio é que ao resolver 62% dos homicídios, o sistema contribui para inibir novos casos.
Ao mesmo tempo em que ostenta novamente o menor número de assassinatos entre todas as 27 unidades da federação, o Estado convive também com uma questão preocupante: o aumento de 30% dos crimes contra o patrimônio. O levantamento acende o alerta em relação ao crescimento de furtos, roubos e latrocínios (roubos com morte) nas maiores cidades catarinenses. Os roubos seguidos de morte saltaram 25% nos cinco primeiros meses deste ano se comparados com período idêntico de 2013; e os furtos e roubos, 30%.
Uma das análises já esboçadas pela Polícia Civil catarinense, e que merece atenção especial, é a migração das atividades criminosas em função de ações localizadas e que provocam fenômenos específicos. Como a intensificação de roubos em determinadas regiões em função da repressão a pontos de drogas.
A leitura dos dados deve ser realizada com absoluta transparência e, especialmente, com a ciência de que só com números confiáveis e mais abrangentes possíveis é que os poderes constituídos conseguirão definir políticas públicas eficientes para garantir menos impunidade e mais segurança para a população, com melhoria das estruturas e valorização dos profissionais da segurança. Afinal, ainda estamos longe do ideal. Os números, mesmo que parcialmente positivos, revelam isso.
Só com dados confiáveis e mais abrangentes possíveis é que os poderes constituídos conseguirão definir políticas públicas eficientes.
Fonte: Editorial DC

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