Clipping imprensa – Seis meses depois da assinatura da ordem de serviço, obras de duplicação da BR-280 ainda não começaram

Clipping imprensa – Seis meses depois da assinatura da ordem de serviço, obras de duplicação da BR-280 ainda não começaram

Joinville, 3.6.14 – Três de dezembro de 2013. Algumas horas depois de a presidente Dilma Rousseff assinar as ordens de serviço para a duplicação de dois dos três trechos da BR-280, entre o Porto de São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul, a euforia tomava conta de lideranças políticas e empresariais da região que acompanhavam a solenidade em Brasília.
Mas lá se foram seis meses da assinatura das ordens de serviço e ainda não há obras em nenhum dos dois trechos liberados. Pior: o processo de licitação do trecho que foi bloqueado na Justiça por uma das empreiteiras – e obrigou o Dnit a cancelar todo o edital – sequer foi refeito e segue sem uma nova data.
Por enquanto, em vez de máquinas e novos caminhos abertos em meio à vegetação, há apenas levantamentos ambientais, geológicos e a montagem de canteiros e sedes administrativas das empresas Centenco e Sulcatarinense. Na solenidade do dia 3 de dezembro, em Brasília, a expectativa era de ter obras já em janeiro, logo após as férias.
Há duas semanas, com o levantamento ambiental concluído, a superintendência do Dnit em Santa Catarina resolveu cobrar pelo menos a primeira parte dos trabalhos, com a retirada da vegetação do lote 2.2 – entre Guaramirim e Jaraguá do Sul.
O novo superintendente do órgão, Vissilar Pretto, que substituiu João José dos Santos no meio do processo, chegou a combinar com a Cetenco um cronograma das etapas da obra.
A previsão era de que os trabalhos começassem no dia 1º de junho, o que não aconteceu. Num acerto prévio, ficou determinado que o primeiro trecho a ter a vegetação retirada é o que fica entre o bairro Caixa DÁgua e os trilhos da América Latina Logística (ALL), em Guaramirim.
O lote tem 24 quilômetros. O trecho completo vai do quilômetro 50 da BR-280, no trevo de acesso à Rodovia do Arroz, em Guaramirim, até o Bairro Nereu Ramos, no quilômetro 74 da rodovia, em Jaraguá do Sul.
A Cetenco está responsável pelo trecho mais caro e onde há as maiores complicações técnicas, já que uma nova rodovia, paralela à BR-280, será construída numa região cercada de morros. É nesse lote que deve ser construído um túnel. Dos R$ 972,5 milhões que o governo federal planeja investir na duplicação total, o lote 2.2 deve consumir R$ 535,7 milhões.
Além do canteiro de obras, que fica numa zona rural, a Cetenco também montou um escritório perto do Centro de Jaraguá do Sul, na rua Guilherme Gumz. É lá que está montada a base administrativa e onde devem ser selecionados os trabalhadores.

Situação do lote 1 continua indefinida

O trecho mais problemático da duplicação da BR-280 é exatamente o mais movimentado – o que fica entre a BR-101 e o Porto de São Francisco do Sul, totalizando 36,7 km.
O Dnit cancelou o edital depois que a licitação virou alvo de um embate judicial envolvendo as concorrentes. Uma das empresas entrou com uma ação questionando critérios de habilitação do consórcio que acabou vencendo a disputa no ano passado.
Como não conseguiu derrubar uma liminar em Florianópolis, o órgão do governo federal decidiu recomeçar um novo processo. Havia uma previsão inicial para que o edital fosse lançado até o fim de fevereiro. Depois, a expectativa era de que ele saísse depois do Carnaval. Porém, até hoje não há um prazo concreto para que isso ocorra.
O superintendente do Dnit em Santa Catarina, Vissilar Pretto, foi procurado para falar sobre o andamento das obras por meio da assessoria de imprensa e por contato telefônico, mas não atendeu ao pedido de “A Notícia”. As empresas Centeco, responsável pelo lote 2.2, e Sulcatarinense, do lote 2.1, não se manifestam sobre o andamento dos trabalhos.
Fonte: Leandro S. Junges/ A Notícia

Cancelado

A Associação Empresarial de Blumenau vinha convidando todas as entidades do Vale do Itajaí e os cidadãos para uma reunião no dia 9 de junho, às 10h, com o superintendente do Dnit, Vissilar Pretto. Objetivo: apresentação do cronograma de obras da BR-470. De repente, o encontro foi cancelado. O Dnit não sabe explicar o irritante atraso nas obras.

Omissão

O Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública requerendo liminar para que o Deinfra faça a manutenção das defensas metálicas (guard-rails) da SC-401, a rodovia mais movimentada de Santa Catarina. É incrível, mas é verdade. Manter o sistema de segurança mínima da estrada é obrigação do Deinfra. Não fez! Estamos no fundo do poço.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense

Contas públicas em debate

O economista Raul Velloso, um dos principais críticos dos elevados gastos públicos e defensor de investimentos de governos, é o palestrante do terceiro evento da série Cresce SC, promovido pelo Sindicato dos Engenheiros em parceria com o Diário Catarinense.O evento será a partir das 14h, na sede da Fiesc.

Logistique 

Eventos paralelos de caráter internacional marcarão a Logistique – Feira Internacional de Logística, Transporte e Comércio Exterior, que será realizada em Chapecó, em outubro. A Feira sediará uma reunião de representantes dos países que compõem o G5 (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile) para discutir questões relacionadas ao Mercosul.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

Obras na Via Expressa

Ontem a saída da Ilha e a Via Expressa ficaram congestionadas durante a maior parte da tarde, consequência de obras de melhorias no acesso da Via Expressa para BR-101 sentido Sul do Estado, uma faixa de aceleração está sendo construída no km 205,5. A obra tem previsão para durar mais nove dias, sendo realizada entre as 7h e as 17h.
Segundo a Autopista Litoral Sul, responsável pela obra, hoje uma equipe vai analisar o trânsito na Via Expressa e em caso de congestionamentos será feito um planejamento para não prejudicar o trânsito na região. 

Prioridades

Um leitor que prefere não ser identificado relata uma situação no bairro Praia Comprida, em São José. Ele conta que foi colocada uma placa autorizando carga e descarga de caminhões na Rua Luiz Fagundes – que liga a BR-101 à SC-407 – e a calçada, inclusive, é rebaixada: “a Prefeitura fez a calçada em parte desta rua e, bem onde fica o local de carga e descarga, ela não foi feita – para priorizar os caminhões”.

SC-405

Quem circula com frequência na rodovia estadual que liga o Centro ao sul da Ilha de Santa Catarina já percebeu o início das obras de drenagem e construção de ciclovias, calçadas e faixas de pedestre. Uma pendência da obra da terceira faixa e que deve ser finalizada em oito meses. Por enquanto, o trânsito não foi comprometido, mas estão previstos fechamentos em uma pista para dar andamento à obra.

Solução

Segundo Keila Theiss, diretora geral de trânsito de São José, foi solicitado ao Setor de Engenharia de Trânsito que emita parecer técnico sobre o assunto, ratificando a necessidade de retirada da operação de carga e descarga daquele local. Em breve serão retiradas as placas de sinalização e não será mais permitido este tipo de operação.
Fonte: Mariana Paniz/ Trânsito 24h/ DC

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