Brasília, 29.5.14 – A Autopista Litoral Sul recebeu na tarde desta terça-feira autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para o início imediato das obras do Contorno Viário de Florianópolis, no trecho entre o km 211 e o km 225 da BR-101, em São José. As primeiras ações da empresa serão a marcação da topografia do terreno, limpeza da área e terraplenagem. O parecer favorável era necessário, pois na Licença de Instalação (LI) do trecho intermediário do Contorno, emitida no dia 9 de maio, havia condicionante que determinava o prazo de 30 dias para início da obra.
O gerente de planejamento da Autopista Litoral Sul Marcos Guedes quer agilidade nos trabalhos, já que quase 90% das 626 indenizações do trecho foram concluídas.
— Ficamos muito satisfeitos com a decisão do IBAMA de autorizar o início imediato da obra. Com o apoio da ANTT, do IBAMA, da FUNAI e do IPHAN, que deram agilidade ao processo, vamos começar a obra na quinta-feira pela manhã. Nosso objetivo é
terminar esses 14 quilômetros iniciais em 24 meses.
A previsão é de que os 50 km da obra sejam completamente concluídos em três anos. O Contorno Viário de Florianópolis desvia parte do fluxo de veículos da BR-101,
no trecho entre Biguaçu, Governador Celso Ramos. O início do trecho é no km 177 da BR 101, no Vale do Rio Inferninho, e o final é no km 220, próximo à ponte do Rio Aririú.
Dados do Contorno
• 50 quilômetros de pista dupla
• 6 trevos
• 22 passagens em desnível
• 3 viadutos
• 12 pontes
• 6 túneis
Fonte: Clic RBS
BR-470: um deboche!
As obras de duplicação da BR-470, no trecho Gaspar Blumenau, andam muito devagar, quase parando. Motivo: o DNIT não providenciou as desapropriações. A ordem de serviço deste lote foi entregue pelos ministros Cesar Borges e Ideli Salvati dia 18 de junho de 2013. Vai completar um ano e o DNIT não fez as desapropriações.
Fonte: Moacir Pereira
Polêmica
Teleférico causa desencontro em Floripa. De um lado, a proposta da prefeitura, de outro lado, um estudo técnico, econômico e social do professor Werner Kraus, da UFSC, que não recomenda o teleférico nos moldes propostos. Até que a PMF faça a contraprova, ficamos sem o convencimento da viabilidade e do interesse público. O estudo propõe o debate, mas reafirma a necessidade de modais para a solução da nossa mobilidade.
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense