Florianópolis, 28.3.14 – Nos preocupa a encruzilhada que estamos vivendo neste momento, que nos encaminhamos para as mudanças de cadeiras, com a saída dos cargos dos que vão concorrer nas eleições de outubro. Se os substitutos estiverem dentro do processo pouco muda, já que estão acompanhando os projetos. Difícil será para os novatos, mesmo porque o prazo será muito curto no cargo e ainda, enfrentarão as regras eleitorais, que impede uma série de ações. Se os padrinhos não se reelegerem vamos considerar o que resta deste ano e o período de adaptação para os que vierem a ocupar estes cargos.
Poderia estar falando de todos os cargos que devem ter troca de nome, mas me atenho especificamente aos que envolvem o sistema de transporte – de carga, passageiros e ferroviário – relativo à escala, cabeça e base do processo.
O período eleitoral marca uma fase de paralisia. O que já não anda agora vai deixar de andar. Segundo meu raciocínio, o resultado, como sempre, vai pesar mais sobre o caminhão, principal mola propulsora de movimentação da economia brasileira. Como já estamos passivamente acostumados, mais não faz diferença do menos.
Obras também no contorno
Vou me inteirar mais sobre o Contorno de Florianópolis. Não está fácil para desenrolar e o prato, quando pronto, vai ficar indigesto. Junte-se a isso a anunciada saída do superintendente do DNIT, João José dos Santos, apesar de não oficial, para a vinda anunciada do engenheiro Vissilar Pretto. Também não se ouve mais falar da quarta pista, da duplicação da BR-470, da duplicação da BR-280; da conclusão dos dois quilômetros da BR-282 em Xanxerê e da BR-285 e por aí que a “vaca vai pro brejo”.
* Pedro Lopes – Presidente da Fetrancesc
Fonte: Diário Catarinense (edição de ontem 27/03)