Com experiências lúdicas, colaboradores do Sest Senat Santa Catarina vivenciam o papel em equipes

Com experiências lúdicas, colaboradores do Sest Senat Santa Catarina vivenciam o papel em equipes

Balneário Camboriú, 12.11.13 –  Pessoas, equipes, altruísta, família, colaboração, respeito e engajamento foram as palavras que importam para estar em uma atividade profissional concluíram os participantes das atividades e dinâmicas de grupo no sábado à tarde, durante o Primeiro Encontro dos Colaboradores  do Sest Senat 2013 (Ecoss) realizado em Balneário Camboriú.  A diretora da unidade Florianópolis, Patrícia Ferreira, e uma das organizadoras do evento, ressaltou que todas as atividades do Ecoss provocaram uma nova forma de se ver e de ver o outro dentro das unidades e principalmente o seu papel para com os usuários.
Patrícia disse ainda que todos sabem o quanto são importantes para atender e garantir a satisfação do trabalhador do transporte. Ela também destacou que isso é o início da preparação para a implementação do Planejamento Estratégico, que terá seu sucesso diretamente ligado ao trabalho eficiente e de qualidade para cada colaborador como se fosse uma engrenagem.
A integração e o desenvolvimento de competências foram apontados pelo gerente da unidade de Itajaí, Eduardo Marin, também organizador do evento, como bons motivos para estar ao evento. Segundo ele, os mais de 200 participantes voltaram para suas cidades, com certeza,  com mais conhecimento e que muitos devem coloca-los em prática no seu dia a dia.
O coordenador das dinâmicas da empresa TAE Inovação e Treinamento, Magnus Ghisleni Inovação e Treinamento, enfatizou que o trabalho em grupo visou a cada um dos presentes vivenciar bem a sua função dentro de um grupo. Como ele depende do outro e vice-versa, mesmo que não sejam do mesmo departamento, da mesma área ou da mesma função para obter o resultado final.

Confiança, determinação e concentração fizeram parte das atividades práticas dos colaboradores durante o Ecoss

Os colaboradores do Sest Senat passaram a tarde em um grande salão do hotel Sibara com atividades que pareciam no primeiro momento, lúdicos. Mas aquilo que poderia ser uma brincadeira e que gerou muitas gargalhadas, alguns tombos e até cansaço, tinha propósitos muito sérios.  Foram formados nove grupos com cerca de 20 integrantes cada e todos passaram por três atividades: uma corda, a teia e os caninhos. Na primeira, em um grande círculo todos deveriam puxar a corda, estica-la ao máximo e elevá-la na mesma altura. A falta de empenho ou não se posicionar adequadamente poderia deixar uma parte mais solta e desequilibrar todo o resto. No final os grupos faziam com o orientador da ação, uma análise do desempenho com algumas palavras como união, participação e segurança e  foco.
Na segunda atividade,  obrigou a equipe a planejar e estudar a forma de passar alguns dos colegas por um dos espaços da teia, sem tocar nos fios. E no das canaletas os colaboradores deveriam uni-las e formar um grande canal para rolar uma ou várias bolinhas que eram armazenadas em um vaso. Quanto maior o número maior o sucesso da empreitada. A exemplo da primeira ação,  foram necessárias concentração, estratégia, planejamento, engajamento, segurança, confiança, qualidade e dedicação. Os instrutores aproveitavam para fazer perguntas sobre como seria se isso fosse no seu local de trabalho? Ou ainda, será que a gente consegue fazer uma analogia desse trabalho como nosso dia a dia e com a distribuição de tarefas? E fácil ter confiança? Como a gente desenvolve a confiança? Há competição na equipe, mas o objetivo final é o mesmo, ter um ótimo resultado e a satisfação de todos.
Antes das atividades, os instrutores da TAE fizeram ações de integração, reconhecimento e de confiança entre os participantes como a piscadinha, em dupla uma fazia certos movimentos e o outro deveria acompanha-lo e ainda aquele em que as pessoas se reconheciam e se agrupavam por algum tipo de roupa, cor do vestuário, tipo de calçados, além e exercícios de alongamento e respiração.
O técnico de Formação do Sest Senat Florianópolis, Marcelo Silvestre, disse estar satisfeito com o encontro. Para ele, além da possibilidade de troca de experiências e conhecer os colegas de outras unidades, todo o exercício traz um aprendizado para todos, ressalta Silvestre. A auxiliar administrativa da Capital, Mary Angela de Almeida, considerou o Ecoss um grande incentivo, e disse que espera pela segunda edição.
O fato de serem situações fáceis, apesar de o primeiro momento gerar nervosismo, proporcionou dos funcionários viver situações que são muito comuns em casa ou no trabalho, quando uma parte faz e a outro nem sempre mostra o mesmo empenho, a resposta pode ser negativa no final. E são essas análises que os colaboradores puderam fazer em cada prova.  Prova também foi o que vivenciaram os organizadores do Ecoss, além de cuidar da gestão da unidade em paralelo tiveram que pensar  na mobilização e viabilizar a participação dos colaboradores, contratar o espaço, a alimentação, as atividades e a programação. A gerente da unidade de  Catanduvas, Juliana Hess, do grupo de organização, disse que não foi uma tarefa fácil, mas com ajustes e com o apoio de todos os dirigentes e do Conselho do Sest Senat deu tudo certo. Juliana, Patrícia e Eduardo esperam que este Ecoss – só Minas Gerais tem um encontro semelhante – seja o primeiro de muitos outros.
Fonte: Juraci Perboni/ Imprensa Fetrancesc
Fotos: Katherine D. da Silva/ Imprensa Fetrancesc

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