Seminário sobre mobilidade urbana terá palestra do presidente da Fetrancesc sobre mobilidade de carga

Seminário sobre mobilidade urbana terá palestra do presidente da Fetrancesc sobre mobilidade de carga

Caxias do Sul, 6.6.13 -A mobilidade para o transporte de carga nas médias e grandes cidades brasileiras é um entrave para o segmento, para os custos do setor e para a saúde do trabalhador. Com poucas alternativas e nenhum planejamento e nenhum investimento, o transporte de carga busca o diálogo para que os governos pensem e adotem soluções que incluam a carga e descarga como item básico não só para a cadeia produtiva, mas também para o consumidor final. Esse ser[a o foco da palestra que o presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, fará no painel Mobilidade de Carga e a Influência na Mobilidade Urbana, hoje às 15h55min, no seminário Sae Brasil de Mobilidade Urbana que acontece no Hotel Intercity, em Caxias do Sul.
Lopes abordará tópicos como a relação transporte e poder público para carga e descarga nas áreas urbanas das grandes cidades; a responsabilidade do Estado na condução da efetiva mobilidade; o diálogo, planejamento e execução dos projetos  –  Falta diálogo com os segmentos envolvidos, falta planejamento e falta executar os projetos para a mobilidade. Outro aspecto é sobre o impacto na economia que a imobilidade traz à economia. São horas parados nas filas, entregas que atrasam, funcionários que enfrentam os conflitos no trânsito e o comprometimento no atendimento ao cliente. Isso também traz desgaste emocional, estresse e até doenças para motoristas e auxiliares. Em diversas cidades, o caminhão para em determinado ponto e a carga é colocada em um carrinho e levada pelo funcionário ate o local da entrega, obrigando-o a percorrer várias quadras no meio do meio de pessoas e de carros de passeio.
O presidente da Fetrancesc também acredita que a redução do número de veículos de passeio nas ruas das grandes cidades só deverá ocorrer se houver uma opção definitiva dos governantes, com investimento, em um sistema eficiente de transporte coletivo. E também um debate sobre cobrança de pedágios urbanos. Mas também um planejamento sério e obras que definam os locais para a parada dos caminhões para a carga e a descarga. Hoje as prefeituras liberam grandes empreendimentos comerciais sem que esteja planejado de como o caminhão vai chegar lá e onde vai parar para fazer a carga e descarga. Depois vêm os diversos problemas e os conflitos entre quem quer receber as mercadorias e os demais usuários do espaço.
Outro exemplo, são os investimentos em aeroportos e portos que não tem acesso e nem como expandir as vias de chegada e saída. Ou ainda. Não tem uma ligação rápida. São terminais que ficam em áreas muito urbanizadas e congestionadas.
Outros temas abordados por Lopes são o Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT) e  a função da Empresa de Planejamento Logística (EPL);o controle de velocidade e as Parcerias Público-Privadas (PPPs). Após a exposição do presidente da Fetrancesc haverá um debate com a participação dele, o diretor de suprimentos da Ambev, Cristian Bonezzi, sobre o modelo de distribuição da empresa; o diretor corporativo da Randon Implementos e Participações, Norberto Fabris ea professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Leise Kelli de Oliveira, sobre o case de Belo Horizonte. O debate será mediado pelo diretor do SAE Brasil. Renato Mastrobuono. Fonte JP/Imprensa Fetrancesc

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