Florianópolis, 3.7.13 – O presidente da Federação das Empresas de Transportes (Fetrancesc), Pedro Lopes, reconhece que o setor está com uma série de dificuldades, mas defende negociações sem obstrução do tráfego. Ele diz que a entidade está negociando melhores condições para o Pró-Carga, programa de incentivo aos transportadores de SC e cobra redução de tributos federais
Caminhões
A complexa e intensa cadeia do agronegócio do Estado é a que mais sente os efeitos da mobilização dos caminhoneiros. A Federação da Agricultura alerta que a produção de leite, principal renda da maioria das famílias do campo, está sendo afetada. A avicultura e suinocultura também. Ao impedir o tráfego de caminhões, a produção fica nas propriedades e há perdas. Fonte: Estela Benetti