Florianópolis, 28.5.13 – Lideranças de entidades empresariais da Grande Florianópolis defendem autorização do Ibama para o início imediato das obras do contorno viário para a região, começando pela parte já aprovada pelo órgão ambiental. Enquanto um trecho é realizado, os técnicos ambientais avaliam e concedem a licença para a extensão do traçado necessária em função de condomínio feito onde estava prevista a estrada.
Esta posição foi defendida hoje pelo presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de SC (Fetrancesc), Pedro Lopes, que disse ter o apoio, também, dos presidentes da Facisc, Alaor Tissot; Fecomércio-SC; Bruno Breithaupt, além da Associação de Fretamento em Turismo, Seção de Cargas da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), NTC e Logística, ABTC, Fetcesp, Setcesp, Fetranspar, Fetransul, CNTT, Fecam RS/SC e Federação dos Autônomos de Santa Catarina.
Em entrevista coletiva, Pedro Lopes explicou que defende a continuidade da concessão da BR-101, BR-116 e BR-376 além do contorno viário para a OHL por uma questão de prazo e custo. Segundo ele, o novo contorno viário que deverá ser feito, com seis túneis e seis quilômetros a mais vai encarecer o pedágio e incidir sobre todas as praças.
Quem foi responsabilizado por autorizar a construção de um condomínio residencial no caminho do contorno? pergunta Lopes ao observar que o usuário não foi avisado dessa conta.
A propósito, o condomínio em questão é o Nova Palhoça, da empresa paulista Rodobens, e foi autorizado na gestão do prefeito Ronério Heiderscheidt.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense
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