Brasília, 7.12.11 – O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, o assessor jurídico, Luiz Ernesto Raymundi e o presidente do Sitran, Valmor Zanella participaram junto com o presidente da Fiesc, Glauco José Corte, o secretário de articulação Arcélio Casagrande, o senador Casildo Maldaner, o deputado, Celso Maldaner secretário de articulação Arcélio Casagrande.
,alem de lideranças empresariais e políticas de audiência com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos para tratar da manutenção e ampliação da BR-282. Lopes disse que o ministro apresentou tudo o que sua pasta tem planejado para executar na rodovia que liga o litoral e o Extremo-oeste catarinense. Garantiu que obras para a BR-282 estão previstas no “Programa de contratação, restauração e manutenção por resultados de rodovias federais” (Crema), que terá edital lançado em janeiro de 2012. Para Lopes, não há grandes investimentos para essa estrada. Segundo ele, o ministro foi enfático ao dizer que o que vai ser feito já está definido.
O presidente da Fiesc entregou ao ministro um documento com duas solicitações: além de pedir maior urgência nas obras previstas no Crema, a Federação solicitou a contratação do estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) referente ao projeto de adequação de capacidade de trânsito entre Xanxerê e São Miguel do Oeste. O ministro ficoud e avaliar esse pedido.
Enfático, o presidente da Fiesc afirmou que Santa Catarina não pode mais esperar. “Mais uma vez o ministério ficou de estudar a situação. Mas não temos tempo. Desde que entregamos nosso estudo sobre a BR-282 no Ministério, no final de setembro, mais de vinte pessoas já morreram. Por isso, é necessário que a questão seja priorizada”, defendeu Côrte. “A BR-282 é uma rodovia fundamental para o desenvolvimento de Santa Catarina. Além do setor de alimentos, que lidera a pauta de exportação catarinense, a economia do Oeste está se diversificando com o crescimento de novos setores”, reforçou ele.
Estudo recente da FIESC mostra que alguns trechos da rodovia já estão em fase de esgotamento. Estima-se que somente a cadeia industrial instalada na região Oeste, que abrange o transporte de carne e insumos, movimenta cerca de 1,1 mil carretas de 30 toneladas por dia na BR. Estatísticas da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de janeiro de 2007 a julho de 2011 apontam a ocorrência de uma média de seis acidentes diários e uma morte a cada três dias no local da ocorrência.
Também participaram do encontro o engenheiro Ricardo Saporiti, lideranças empresariais do Oeste, como Márcio Vacari e Osni Verona, os vice-presidentes regionais da Fiesc, Waldemar Antônio Schmitz e Astor Kist, o diretor de relações industriais e institucionais da Fiesc, Henry Quaresma.
Fonte: Imprensa Fetrancesc /Elmar Meurer e Dâmi Cristina Radin/Imprensa Fiesc