Brasília, 12.7.11 – O diretor geral da Agência Nacional de Transporte Terrestre, Bernardo Figueiredo,aprovou a implantação do projeto, apresentado hoje pela manhã , em Brasília, pelo presidente da Fetrancesc,Pedro Lopes, do primeiro Centro de Apoio ao Transporte de Produtos Perigosos e Transporte em Geral, às margens de BR-101, em Itajaí.De acordo com Lopes, que estava acompanha da arquiteta Katiúscia Liesenberg,que fez o projeto a pedido da Federação, Figueiredo fez apenas algumas sugestões de adequação como a pista de aceleração e desaceleração.
No contrato de concessão da Autopista Litoral Sul/OHL está previsto a responsabilidade da concessionária em viabilizar esse ponto de apoio. E segundo o presidente da Fetrancesc,o diretor geral afirmou que a partir de agora a Agência vai usar esse modelo de Santa Catarina para as novas concessões. E que deve levar em conta também as demandas desse tipo de operação previstas no Plano CNT de Logística. Ter um local adequado para o atendimento ao transporte de produtos perigosos em caso de acidente e para as paradas de motoristas que fazem movimentação desse tipo de carga está previsto em lei.
O projeto desse empreendimento,que será uma parceria da Fetrancesc com OHL e Cetrancesc foi apresentado, foi com debate sobre a proposta em 5 de janeiro do ano passado com a participação de representantes da concessionária, da Federação e da ANTT.Na ocasião, o modelo foi elogiado, por ser pioneiro nessa área e elaborado a partir de debates de mais de seis meses e com base na legislação vigente. Após esse encontro o projeto foi enviado para a análise dos técnicos da ANTT.
Pedro Lopes afirmou que a construção do Centro de Apoio será em parceria entre a concessionária e a Fetrancesc.A Federação entrará com a área de 20 mil metros quadrados, entre a SC-470 e a BR-101 em Itajaí, que foi cedida em regime de comodato. E a Autopista entrará com a obra. Depoisa administração do Centro ficará a carga da Cetrancesc.
Lopes defende há muito tempo que sejam construídos esses pontos de parada desses veículos que transportam produtos perigosos. Hoje,explica ele, os caminhões com essas mercadorias estacionam ou param em postos de combustíveis ao lado de veículos que até transportam alimentos. E quando há necessidade de fazer o transbordo, por problemas no veículo ou até acidente, não se tem um lugar adequado,, sem o devido isolamento. O presidente da Federação acredita que a cada 300 quilômetros deveria haver um centro com uma unidade do Sest Senat.
O projeto do Centro de Apoio ao Transporte de Produtos Perigosos
O Centro terá um espaço para a parada dos veículos com carga perigosa, de acordo com o grau de risco, terá banheiro para o caso de haver contato com o produto, local para o transbordo, no caso de acidente ou excesso de peso. E um espaço para o deposito dos kits de emergência.
Além disso, haverá um local para a parada dos veículos de carga em geral, restaurante, cozinha para quem deseja fazer suas refeições, vestiário, banheiros para homens e para mulheres. Pedro Lopes afirmou que está previsto um espaço para instalar uma unidade do Sest Senat, que vai facilitar o atendimento ao motorista. O Projeto prevê três edificações.
Fonte: Imprensa Fetrancesc