Acaba restrição de cargas na ponte sobre a represa do Capivari na BR-116/PR

Acaba restrição de cargas na ponte sobre a represa do Capivari na BR-116/PR

Campina Grande do Sul, 2.5.05 – O Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT) revoga a partir de hoje, 2 de maio, a Portaria que desde janeiro proibia o fluxo de cargas com mais 45 toneladas na ponte sobre a represa do Capivari, km 44 da BR-116 (no município de Campina Grande do Sul/PR). Com a medida o fluxo de cargas no local fica liberado dentro dos limites estabelecidos pela “Lei da Balança”, excetuando-se apenas as cargas que dependem de autorização especial do tipo treminhão (nove eixos).
Desde janeiro, quando aconteceu o rompimento da ponte usada pelos veículos que trafegavam no sentido PR/SP, técnicos trabalham no local em várias frentes de trabalho, visando principalmente aumentar a segurança para os usuários. Uma das frentes cuida dos estudos para contenção de solo e estabilização do aterro. Outra prepara a reconstrução da ponte danificada e reforço da estrutura que passou a suportar todo o tráfego. “Com os serviços já realizados, podemos eliminar a limitação de cargas e aos poucos, iremos deixando a rodovia em condições normais de operação. Por enquanto, apenas será mantido o controle de velocidade sobre a ponte”, comentou o engenheiro Hideraldo Caron, diretor de Infra-estrutura Terrestre do DNIT.
BALANÇAS E LOMBADAS ? As duas balanças existentes nas proximidades da ponte continuarão funcionando, mas só impedirão a passagem de cargas acima do limite estabelecido por lei (aproximadamente 57 toneladas). Nenhuma das Unidades do DNIT nos estados fornecem AETs (Autorização Especial de Transporte) para cargas destinadas aquele trecho da BR-116. A recomendação para os usuários da rodovia e principalmente aos transportadores de cargas, que continuem evitando o excesso.
Segundo o engenheiro David Gouvea, que coordena a operação no Paraná, a velocidade máxima permitida sobre a ponte é de 40 km/h. A redução será garantida por lombadas instaladas nas cabeceiras da estrutura. “Isto será suficiente para garantirmos segurança e evitar danos ao trabalho que continuamos efetuando no local”, garante Gouvea.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do DNIT

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