Florianópolis, 19.12.05 – O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, garante que a discussão do projeto vai continuar junto à s federações econômicas de SC. O modelo seria diferente dos atuais modelos de autopistas pedagiadas do paÃs. Cada aumento significativo de fluxo de veÃculos mudaria a chamada “banda” de cobrança do pedágio, ficando mais barato.
Lopes também lembra que a faixa de domÃnio seria também explorada pela empresa concessionária, diminuindo os custos para o condutor. Um terminal intermodal também seria construÃdo, para servir como conexão entre o transporte ferroviário e rodoviário.
O diretor presidente da SC Parceiras, VinÃcius Lummertz, diz que ainda é cedo para adiantar todo o processo que poderia viabilizar a construção da obra, mas lembra que uma das vantagens da SC-280 seria a possibilidade de escolha para o usuário.
Entenda o caso
Entidades empresariais e a SC Parcerias pediram à União a estadualização das rodovias BR-470 e BR-280, face às precárias condições de conservação. A situação das rodovias foi debatida em 10 audiências públicas.
O Ministério dos Transportes, no entanto, não aceitou a estadualização das rodovias. A argumentação é de que o processo seria contrário à homogeneização do sistema rodoviário nacional.
Assim, as entidades passaram a um plano B: a possibilidade de implantação de rodovias com traçados alternativos às duas BRs.
Pré-estudos mostraram que uma alternativa à BR-470 seria inviável, com alto custos de construção para compensar o relevo e as desapropriações urbanas.
A via opcional à BR-280, no entanto, se mostrou altamente viável. O traçado entre Jaraguá do Sul e porto de São Francisco não cruzaria estradas de ferro, nem linhas de alta tensão, e tem um custo estimado menor do que o da própria duplicação da BR. Fonte: Diário Catarinense