Cai movimentação de carga em março. Resultado foi influenciado pelo segmento agrícola

Cai movimentação de carga em março. Resultado foi influenciado pelo segmento agrícola

Brasília, 30.5.06 – As empresas de transporte rodoviário de cargas movimentaram no mês de março deste ano um volume de 83,2 milhões de toneladas (somadas a carga industrial, extrativismo, combustível e agrícola). Este resultado representou, contudo uma redução de 8,84% em relação ao mês anterior, que pode ser explicada pela variação sazonal da movimentação da carga agrícola do país, particularmente influenciada por três importantes produtos: o milho, o arroz e a soja.
Os resultados do trimestre demonstram uma marca 2,32% superior ao mesmo período do ano passado no modo ferroviário de carga. Dessa forma, foram registrados novos recordes históricos para o acumulado até fevereiro, permitindo a continuidade das sucessivas altas iniciadas no ano de 2002.
Mo mês de fevereiro de 2006, a movimentação de cargas no modal ferroviário apresentou uma redução de 3,97 milhões de toneladas úteis se comparado com o mês anterior. A movimentação (embarque mais desembarque) de carga nos aeroportos apresentou uma elevação em fevereiro de 8,15% em relação a janeiro deste ano.
Nos portos brasileiros, em fevereiro, a movimentação foi 0,84% superior a verificada no mês anterior. Cabe destacar que estes valores podem ser retificados, pois alguns portos ainda não encerraram seus balanços. O modal rodoviário de passageiros – segmento interestadual – registrou no mês de março 5,62 milhões de viagens, um aumento de 2,29% em relação ao resultado do mês anterior. Os principais destinos dos passageiros embarcados no Brasil foram os Estados da Região Sudeste.
No segmento intermunicipal de passageiros observou-se um aumento no número de viagens, em março, da ordem de 9,95% em relação ao mês de fevereiro, sendo registrados 50,52 milhões de deslocamentos.

ESTATÍSTICAS
Para esclarecimentos e/ou para download das tabelas do Idet, acesse www.cnt.org.br ou www.fipe.com.br

FONTE: Revista da CNT

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