São Miguel D`Oeste, 4.5.06 – Empresários do transporte e autoridades mostraram, durante o dia de hoje, 4 de maio, ao secretário de PolÃtica Nacional de Transporte, José Augusto Valente, a realidade das rodovias do Extremo-oeste catarinese. Eles percorreram alguns trechos das rodovias da região, como a BR-163 e o Anel Viário de São Miguel. Mas é no ato de amanhã, 5 de maio, que setores de transporte, do comércio, do turismo e da indústria do Extremo-oeste catarinense cobrarão de Valente uma solução imediata para um problema que se arrasta há anos: o asfaltamento da BR-282, entre São Miguel D`Oeste e ParaÃso na divisa com a cidade de San Pedro, na Argentina. A mobilização, que deve contor com cerca de 300 pessoas entre empresários, prefeitos, vereadores e representantes de entidades, começa à s 9h30min, na Ponte Internacional Rio Peperi-Guaçu em ParaÃso. O presidente da Fetrancesc, pedro Lopes e presidentes dos Sindicatos das Empresas de Transporte de Carga de toda as região participam do ato, que é uma realização da Fetrancesc, (Federação das Empresas de Transporte de Cargas de Santa Catarina) da Abitur (Associação Binacional do Turismo) e das prefeituras de São Miguel D`Oeste e ParaÃso.
O presidente da Abitur e Conselheiro da Fetrancesc, Darci Zanotelli, disse hoje que espera por uma boa notÃcia do secretário Valente, amanhã. Segundo ele, o trecho de 26 quilômetros, entre São Miguel e ParaÃso, a ser asflatado já tem projetod e engenharia e a empresas escolhida para executar a obra. Faltam os recursos, cerca de R$ 30 milhões, para iniciar os trabalhos. Zanotelli diz que asfaltar essa extensão da estrada é fundamental para a economia da região, pois permite o tráfego entre o Brasil e a Argentina. O transporte de carga é obrigado a fazer 100 quilômetros a mais para chegar no lado argentino ou no sentido contrário, passando por DionÃsio Cerqueira. E o mais incrÃvel o transporte rodoviário de carga nunca atravessou a Ponte Internacional Rio Peperi-Guaçu, que liga ParaÃso (BR) a San Pedro (AR), desde que foi inaugurada em 1994, por falta de condições desse trecho da BR-282. Fonte: juraci perboni/Imprensa Fetrancesc
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