Florianópolis, 21.12.10 – A primeira etapa de reuniões para informar os transportadores e contadores das empresas sobre a implantação do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) encerrou com o encontro realizado no Sindicargas, em Florianópolis.
Os empresários do transporte da base territorial dos 13 sindicatos associados à Fetrancesc puderam conhecer as mudanças que ocorrerão os documentos fiscais. Também foi apresentada a solução Total CT-e, um sistema de emissão de conhecimento eletrônico e do Sped desenvolvido pela MWork para a Fetrancesc. O serviço já está disponível às empresas interessadas, que poderão adquiri-lo junto aos sindicatos.
É uma solução eficiente, confiável e de baixo custo, ressalta o coordenador do CT-e da Federação, Leonardo Carvalho. Ele destaca que a principal vantagemé de que tudoserá feito pela internet de qualquer lugar, sem a implantação de programas extras, que geram um custo elevado para a empresa. Além disso, na hora de emitir o CT-e, as informações principais e acessórias ficarão armazenadas no Sped, que será enviado uma vez ao ano à Fazenda. Salienta ainda, que haverá a total armazenagem dos documentos eletrônicos pelo período de cinco anos mais os do corrente ano, conforme obriga a lei, sem nenhum custo para o usuário.
Carvalho lembra que a solução desenvolvida para a Fetrancesc é muito fácil de usar. Ao receber a nota fiscal da mercadoria, o funcionário da transportadora emite o conhecimento eletrônico, envia para o fisco estadual para autorizar a operação de transporte ou exigir ajuste quando houver erros. Após a provação pelo serviço de tributos, o Conhecimento é recebido pela transportadora que por sua vez emite o Documento Auxiliar de Conhecimento de Transporte Eletrônico (Dacte), que acompanha a carga.
O veículo com a mercadoria poderá ser fiscalizado na estrada e o fiscal vai conferir, através de uma numeração própria (chave de acesso), via internet, se os dados do CT-e fecham com a carga transportada.
A obrigatoriedade de uso do CT-e deve ser a partir de maio ou junho de 2011. Até lá, alerta o coordenador do CT-e, Leonardo Carvalho, as empresas podem adquirir a solução e usar de forma experimental para de adaptar ao novo modelo de documento fiscal e fazer os ajustes necessários. E quando tudo estiver afinado, a empresa pode pedir a homologação, ou seja, que a partir daquele momento, a Secretaria da Fazenda autoriza o CT-e e o Sped.
As transportadoras terão ajuda da MWork, criador da solução Total CT-e, além de um serviço de treinamento vai internet e a assessoria do Sindicato ao qual está vinculada a empresa. Mais informações: (www.fetrancesc.com.br) Fonte: Imprensa Fetrancesc
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