Cassação

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Florianópolis, 30.11.12 – No país, só em um a cada cinco casos as pessoas acabaram presas por matarem enquanto dirigiam embriagadas. A assombrosa realidade foi constata em pesquisa de um ano feita pelo engenheiro paulista Rafael Baltresca, que perdeu mãe e irmã atropeladas por um bêbado que estava a 140 km/h e que segue ainda em liberdade.
Não se trata de radicalismo, mas não seria sensato e mais do que justo que nesses casos, entre outras punições, o assassino perdesse pelo menos o direito de conduzir veículo para sempre? Chega de multinhas, chega de perda de pontinhos na carteira, etc. Chega de brincadeira. Pau neles!
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense

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