Florianópolis, 19.10.12 – Não são pequenos os desafios do Oeste Catarinense, longe dos grandes centros de consumo e das novas fronteiras agrícolas, perdendo talentos, capitais e competitividade para o Litoral. Mas também não são novas as dificuldades. Pois antes mesmo de criar a Sadia, Attilio Fontana conta em livro que já davam seus negócios por liquidados pela falta de infraestrutura, a estrada de ferro era ineficaz e as de rodagem nem existiam. Passado quase um século, depois de ter implantado o maior complexo agroindustrial do País e de fazer deslanchar novos polos como o moveleiro, a região volta a colocar a ferrovia no centro do seu desenvolvimento estratégico.
Ao futuro
Hoje, tanto o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, quanto o secretário da Fazenda, Nelson Serpa, participam de seminário sobre o futuro do Oeste, promovido em Chapecó pela Unoesc e pela federação das indústrias. Waldemar Schmitz, vice-presidente regional da Fiesc, adianta os consensos para estancar a perda de competividade. Além das ferrovias para os portos e para o Centro-Oeste brasileiro e melhorias na BR-282, incentivos fiscais para atração de novos empreendimentos, criação de zonas especiais de comércio, aproveitando os limites tríplices com o Paraná e a Argentina, e melhor infraestrutura de internet e telefonia móvel.
Aliás
Para ajudar com soluções inteligentes e de qualidade, a Acate criou a Vertical de Agronegócios. Entre as inovações já desenvolvidas para players brasileiros e estrangeiros, softwares de rastreabilidade animal e de produção de alimentos, gestão para suinocultura, automação de frigoríficos, sistema de gestão de resíduos e equipamentos eletrônicos para agricultura de precisão.
Fonte: Adriana Baldissarelli/ Notícias do Dia
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