SC terá R$ 500 milhões para recuperar 278,6 quilômetros

SC terá R$ 500 milhões para recuperar 278,6 quilômetros

Brasília, 10.1.13 – Ao assinar na tarde de ontem, em Brasília, o empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Santa Catarina assegurou os US$ 250 milhões, mais de R$ 500 milhões, que prometem a modernização da malha rodoviária do Estado.
Firmado pelo governador Raimundo Colombo e pelo chefe de operações do BID no Brasil, Juan Carlos De La Hoz, o acordo prevê a construção e melhoria de rodovias estaduais nos próximos três anos.
Pelos termos do acordo, o empréstimo será pago em 25 anos, após um período de 60 meses de carência. Os US$ 250 milhões representam o maior valor já recebido pelo Estado em 30 anos de parceria com o BID – como contrapartida, o governo terá de investir outros US$ 75 milhões, cerca de R$ 152 milhões. Os investimentos integram o programa Pacto por Santa Catarina, que prevê a aplicação de R$ 2,8 bilhões em infraestrutura rodoviária, aporte que também conta com linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Cooperação Andina de Fomento.
Entusiasmado com a liberação dos recursos, em especial após a bem-sucedida pressão política para que o Congresso autorizasse o empréstimo, o governador Raimundo Colombo destacou o fortalecimento de polos regionais já existentes. Os recursos asseguram obras capazes de melhorar o transporte de passageiros e de cargas, como as pavimentações da SC-161 (entre Romelândia e Anchieta) e da SC-467 (entre Jaborá e Ouro). Facilitar o acesso aos portos e tornar as rodovias mais seguras foram outros cuidados tomados pelo Estado ao escolher as obras.
– O Estado têm uma malha rodoviária boa, mas que foi construída ao longo dos anos, com a estrutura existente à época. Vamos fazer uma readequação para a realidade de hoje.
O chefe de operações do BID no Brasil, Juan Carlos De La Hoz, destacou que as obras ajudarão na redução de custos de transporte, diminuindo o tempo de viagens e impulsionando o desenvolvimento.
Fonte: Rodrigo Saccone/ Diário Catarinense

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