Florianópolis, 20.3.14 – Santa Catarina saiu na frente na área ambiental. Foi o primeiro Estado brasileiro a contratar uma empresa especializada em prevenção e redução dos impactos ao meio ambiente, a Ecosorb, que é referência no país. O principal objetivo é proteger praias e rodovias e conscientizar a população em geral da importância de ter iniciativas programadas em situações de emergência no caso de transporte de líquidos e outros itens que oferecem riscos.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense
A ponte parou
As obras de construção da nova ponte de Gaspar sobre o rio Itajaí-Acú, entre a rodovia Jorge Lacerda e a BR-470, está com as obras paralisadas. A construtora Aterpa M. Martins desmobilizou máquinas e operários, porque o governo federal não liberou os recursos. Já foram executados 80% do projeto. O valor total é de R$ 42,1 milhões e a dívida é de R$ 7,6 milhões.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense
Workshop UFSC de Bike
Ocorre hoje na UFSC, no campus do bairro Trindade, em Florianópolis, um workshop para os universitários que usam a bicicleta como meio de transporte. Ciclistas vão falar sobre direitos e deveres e dicas sobre segurança. Após o workshop, haverá uma aula prática de sinalização para o trânsito – todos podem levar suas próprias bicicletas. O evento ocorre às 10h e às 19h, no Auditório da Reitoria.
Estudante paga meia
Ontem, fiscais do Procon notificaram duas empresas que fazem transporte intermunicipal no Terminal Rodoviário Rita Maria, em Florianópolis. A fiscalização foi a pedido do Ministério Público de SC, pois as empresas não estavam concedendo desconto aos estudantes que se deslocam entre municípios, o que é assegurado por lei estadual.
Nevoeiros
Hoje inicia o outono, estação em que é comum a ocorrência de nevoeiros nos inícios das manhãs. Segundo o Dnit, o trecho com maior incidência do fenômeno fica entre Sombrio e Tubarão, Sul de SC, onde há grandes plantações de arroz irrigado – com terrenos baixos, úmidos e muito frios.
Atenção
Ao entrar em um nevoeiro a orientação é que os motoristas trafeguem sempre com os faróis acessos, usando a luz baixa ou a luz de neblina. Com a umidade, é recomendado fazer a limpeza dos vidros do carro com uma flanela. Se o nevoeiro estiver muito denso, o ideal é estacionar em local seguro.
Fonte: Trânsito 24h/ DC
Pelo fim da substituição tributária, Por Roque Pellizzaro Junior*
Durante muitos anos a taxa de sobrevivência das pequenas empresas brasileiras era assustadora. Segundo o Sebrae, no começo dos anos 2000 nem 30% dos negócios sobreviviam aos primeiros dois anos. Hoje a taxa de sobrevivência das empresas é de 80%, indicando que os empresários têm superado os dois primeiros anos mais duros do negócio, quando geralmente não se tem clientela formada.
Muitas dessas conquistas para o setor varejista só foram possíveis graças ao Simples Nacional, um sistema de tributação diferenciado e simplificado, que consolida uma série de tributos (federais, estaduais e municipais) em um único recolhimento. Atualmente esse sistema é usado por 86% das empresas de pequeno porte. No entanto, no pacote do Simples elas levam junto a substituição tributária, aplicada ao Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal tributo pago pelos varejistas. Assim, todo benefício do Simples Nacional é rasgado no momento que há a substituição tributária, já que o ICMS é quitado no ato da compra, e não no momento da venda, o que causa transtorno no fluxo de caixa. Em papelarias, por exemplo, 99% dos produtos têm a substituição.
As micro e pequenas empresas fazem parte do segmento da economia que mais emprega, gerando investimentos, renda e mais desenvolvimento para o Brasil. Em vez de serem desoneradas, essas empresas estão pagando ainda mais impostos.
O projeto que propõe o fim da substituição tributária para essas empresas foi aprovado em dezembro pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados e deve ir à votação em plenário. A CNDL está confiante e espera aprovar o fim da substituição tributária junto ao Congresso. Se aprovado, o novo modelo só irá contribuir para o fortalecimento do comércio varejista, a principal mola propulsora da economia.
*ROQUE PELLIZZARO JUNIOR PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE DIRIGENTES LOJISTAS (CNDL). MORADOR DE CURITIBANOS
Fonte: Diário Catarinense