Clipping imprensa – Novos focos surgem na BR-470

Clipping imprensa – Novos focos surgem na BR-470

Blumenau, 13.2.14 – Este ano foram registrados no Litoral Norte de Santa Catarina 108 incêndios, cerca de 60% das ocorrências atendidas em 2013.
Após o incêndio às margens da BR-470 que levou mais de cinco horas para ser controlado e atingiu seis quilômetros de vegetação, novos focos apareceram ao longo da rodovia ontem.
F oram pelo menos três registros no trecho entre Navegantes e Ilhota. A situação é atípica para esta época do ano e é resultado da onda de calor e estiagem que atingem todo o Estado. Ontem à noite, um novo incêndio foi registrado na Ilha das Cabras, um dos cartões-postais de Balneário Camboriú. Desde o começo do ano, a região registrou 108 incêndios florestais. O número corresponde a 58% do total das ocorrências atendidas ano passado.
O tenente coronel Sérgio Murilo Mello, comandante do 7o Batalhão de Bombeiros Militar de Itajaí, alerta que os incêndios, mesmo quando pequenos, podem alcançar maiores proporções se não forem controlados. Como é o caso das queimadas feitas em entulhos, terrenos baldios ou as chamadas “queimadas controladas”, geralmente feitas de forma ilegal para limpar a vegetação.
Para o comandante do pelotão do Corpo de Bombeiros de Balneário Camboriú, Daniel Dutra, o último mês tem sido um período anormal, com cidades, a exemplo de Porto Belo, registrando mais incêndios do que no ano passado inteiro.
O fogo não causa apenas danos na vegetação. Apesar de pequenos, os focos podem gerar diversos prejuízos à natureza. De acordo com a engenheira florestal, Rosemeri Carvalho Marenzi, entre as consequências estão a redução da vegetação, perda da atividade de micro-organismos no solo e o afugentamento da fauna, quando ela não é afetada também.
– Além disso, com a perda da cobertura vegetal pode ocorrer maior erosão do solo em locais próximos a cursos dágua ou encostas. Pode haver, ainda, uma interferência a nível de regulação do microclima, prejudicando a formação de chuvas e proporcionando uma sensação maior de calor – explica a engenheira.


Novas labaredas surgem em Florianópolis

Em Florianópolis, o incêndio persiste no Parque Estadual do Rio Vermelho, na praia de Moçambique, desde segunda-feira. O fogo foi combatido na noite de terça-feira, mas ontem novas ocorrências foram registradas no local.
O fogo já atingiu 29,8 hectares de vegetação. Uma guarnição do Corpo de Bombeiros esteve no local trabalhando na contenção das chamas ontem. Bombeiros e Polícia Ambiental utilizaram abafadores para conter as chamas por terra, enquanto o Helicóptero Águia 2 da Polícia Militar sobrevoou a área para combater os maiores focos despejando água. O calor e a vegetação seca facilitaram a propagação das chamas e dificultaram o combate.
– Foram usados cerca de 35 mil litros de água. O fogo está controlado, mas ainda podem surgir focos – alerta o chefe do Parque Estadual do Rio Vermelho, Coronel Márcio Luiz.
Equipes estão de prontidão para o caso de o fogo voltar. Além disso será realizada avaliação dos estragos provocados pelo incêndio.

 

Como prevenir

Com a onda de calor, as chances de o fogo se propagar mais rapidamente é maior, por isso o Corpo de Bombeiros pede que moradores fiquem atentos a algumas dicas:

– Evite queimar mato e resto de lixo

– Não utilize cestos de lixo como cinzeiros

– Não jogue pontas de cigarro em terrenos baldios ou nas margens de rodovias, nem as deixe sobre móveis

– Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados

– Evite o acúmulo de lixo em locais que não sejam apropriados, como terrenos baldios

– Pessoas que fizerem fogueiras devem apagá-las antes de deixarem o local

– Manter vigilância sobre as crianças, especialmente no período de férias, mantendo controle sobre fósforos, isqueiros e líquidos inflamáveis

– Plantar cortinas de segurança com vegetação menos inflamável

– Em terrenos maiores, construir estradas secundárias, no interior de florestas, para facilitar a fiscalização e favor o controle de incêndios quando eles ocorrerem


Folha de pagamento

As inscrições estão abertas, em Florianópolis, para o curso prático Desoneração da Folha de Pagamento de acordo com as últimas atualizações da Receita Federal, ministrado por Zenaide Carvalho, especialista em auditoria e controladoria. Público-alvo: contadores, trabalhadores do setor fiscal, auditores e administradores. Informações: (48) 3222-1409, com Rozilda.

É preciso atenção

Os desvios são boas alternativas para fugir de filas, mas muitos possuem trechos em estrada de chão.
– Em dias de sol, respeite a velocidade máxima permitida de 60km/h e evite perder o controle do carro, patinar ou derrapar. Cuide também com as pequenas ondulações na pista que diminuem o contato do pneu com o solo. A principal diferença do asfalto é a aderência.
– Em dias de chuva, observe as marcas das rodas deixadas pelos outros carros e analise se é seguro seguir. Uma dica é, com cuidado, descer do carro e medir a profundidade da lama com um galho. Evite frear ou fazer movimentos bruscos nessas condições. A velocidade ideal numa estrada de chão com chuva vai conforme o estado da pista. Fonte: Trânsito 24 horas.


SC: o rombo dos inativos


Autor do projeto que criou o Instituto de Previdência do Estado (Iprev), quando secretário da Administração no governo Luiz Henrique da Silveira, o secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, admitiu pela primeira vez que a engenhosa fórmula não está sendo suficiente para conter o rombo na previdência social pública.
Ao apresentar as metas da Fazenda este ano durante encontro com 400 auditores fiscais de todo o Estado, ele destacou que um dos mais graves problemas dos governantes está no crescimento das despesas com os aposentados. Mesmo com o reforço do Iprev, o Tesouro teve despesas superiores a R$ 3 bilhões no ano passado com os proventos de 45 mil inativos.
O secretário agradeceu o esforço empreendido por técnicos e auditores fiscais nos últimos quatro anos para combater a sonegação e aumentar a arrecadação estadual. O trabalho integrado começou com o “Acordo de Resultados”, no segundo mandato de Luiz Henrique, quando foi estabelecido o critério de pagar por merecimento. Quanto mais cresce a arrecadação estadual, melhores os salários dos fiscais. Ao contrário, havendo queda na receita, eles terão os vencimentos reduzidos.
Antonio Gavazzoni fez um relato sobre as metas alcançadas nos últimos anos, resultado desse esforço coletivo da Fazenda, o que coloca Santa Catarina em posição privilegiada no Brasil, com índices sociais e econômicos destacados, e melhor ainda na região Sul. Enquanto o Rio Grande do Sul registou em 2013 um déficit de R$ 1,3 bilhão e o Paraná fechou o ano com dívida total de R$ 1,1 bilhão com os fornecedores, Santa Catarina fechou o ano com superávit de R$ 1,4 bilhão.
A ação do fisco tem sido, realmente, a salvação das finanças estaduais.


Folha


O Tesouro do Estado desembolsou no ano passado R$ 8,6 bilhões só com o pagamento dos servidores públicos. A quantia equivale a 52,59% do total arrecadado. No mês de dezembro, o governo ultrapassou o limite prudencial. Com o recorde da receita estadual em janeiro passado, retornou ao patamar anterior, segundo Antonio Gavazzoni. Moacir Pereira


SC aposta no combate à sonegação para arrecadar


Secretário da Fazenda promete aumentar o cerco contra os maus pagadores para atingir meta.
Arrecadar R$ 2 bilhões por mês é a principal meta da Secretaria de Estado da Fazenda para 2014, apresentada ontem em encontro da pasta. Para isso, promete aumentar ainda mais a fiscalização contra a sonegação.
Com o discurso de que não é fácil, mas não é impossível, o secretário Antonio Gavazzoni acrescentou que em dezembro de 2013, o Estado teve uma arrecadação bruta de R$ 1,6 bilhão e em janeiro deste ano esse valor subiu para R$ 1,7 bilhão. Aumentar o cerco contra maus pagadores é a principal estratégia da pasta. A secretaria prevê 100 operações de fiscalização para este ano, contra as 77 em 2013.
Essas operações também explicam o bom desempenho alcançado no ano passado em relação à principal fonte de arrecadação do governo. No balanço fiscal divulgado, o Estado teve aumento de 10,44% de recolhimento de ICMS em relação a 2012, o que representa 14 bilhões.
O setor que mais arrecadou foi o de combustível e lubrificante com R$ 2,8 bilhões, seguido pelo de energia, com R$ 1,3 bilhão. Já o automotivo apresentou maior crescimento (41,7%), com R$ 279 milhões a mais em 2013.
O secretário enfatizou ainda que os repasses federais contribuem pouco com a receita do Estado. Há casos em que se mantém o mesmo valor há anos ou de diminuição do dinheiro, como ocorre com a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), o imposto sobre o combustível. Fonte Julia Antunes/DC


Indisponibilidade


Juiz Luiz Antônio Fornerolli, da 1a Vara da Fazenda Pública da Capital, acolheu parcialmente ação civil pública impetrada pelo Ministério Público Estadual contra os empresários Alberto Encinas Lastra e Enrique Orge Miguez, da GDC Alimentos, e Adriano Zanotto, Glauco Corte Filho e Álvaro Colle Casagrande, da SC-Parcerias, por quitação antecipada de dívida do Prodec para implantação de empreendimento agroindustrial.


Contrato


O contrato Prodec 107, de 1998, previa incentivos fiscais de R$ 33,7 milhões. A SC Parcerias fez acordo de antecipação da dívida com a GDC Alimentos por R$ 8,4 milhões, concedendo um desconto de R$ 24 milhões, segundo a ação. A indisponibilidade de bens decretada pelo magistrado totaliza R$ 198,6 milhões.


BR-280 – Estaca zero

Entidades lamentam suspensão


A suspensão da licitação para a duplicação do lote 1 da BR-280, entre São Francisco do Sul e a BR-101, deixou lideranças empresariais da região Norte do Estado apreensivas.
Para o engenheiro Roni Goulart Nunes, vice-presidente de relações institucionais da Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa (Ajorpeme), o cancelamento é resultado de uma “bagunça, pois quando não é problema burocrático, é processual”. Ele acredita que a decisão atrasa o desenvolvimento da região.
Para o presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij), Mario Cezar de Aguiar, o descaso e a burocracia venceram. Ele reforça que a prorrogação da duplicação gera “prejuízos enormes” para a economia de Santa Catarina.
– A duplicação é uma obra com custo relativamente baixo e que se paga muito rapidamente – argumenta Aguiar.

Impacto negativo no setor empresarial

De acordo com o diretor de indústria e porto da Associação Empresarial de São Francisco do Sul (Acisfs), Carlos André Atanásio, o atraso do início das obras tem um impacto muito negativo para toda a região.
– Estamos numa insegurança e nos sentimos instáveis não só como classe empresarial – conta.
Laurico Caviquioli, presidente da Associação Empresarial de Guaramirim (Aciag), também acredita que o prejuízo acaba se voltando para a classe empresarial e a comunidade como um todo, que há muito tempo espera pelo início das obras. Fonte: DC

Pires na mão


Semana de peregrinação catarinense em Brasília. O secretário de Obras de Florianópolis, João Amin, e a prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, trataram com o ministro das Cidades, Aguinaldo Velloso, da continuação da Avenida Beira-Mar do Estreito até as imediações do rio Três Henriques, divisa com Biguaçu. Já o prefeito de Criciúma, Márcio Búrigo, tenta levantar recursos para drenagem do rio Criciúma. Fonte Visor


Comitê irá viabilizar abertura de empresa

A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem a instalação do Comitê Interministerial de Avaliação do Simples Nacional, que, entre outras funções, planejará a criação do portal da Rede Sim, que promete integrar a ação de União, Estados e municípios para a abertura e o fechamento de empresas. O governo quer até junho estruturar o Simples nacional para reduzir para cinco dias o prazo para a abertura de uma empresa no país. A ideia é começar pelo Distrito Federal e disseminar a prática por todo o país. DC.


Gestão e meritocracia nas contas do Estado


Com a presença de centenas de profissionais altamente qualificados do quadro da Secretaria de Estado da Fazenda, o governador Raimundo Colombo e o secretário da pasta, Antonio Gavazzoni, apresentaram os números da gestão fiscal do governo em 2013 e a meta para este ano, a de alcançar receita de R$ 2 bilhões por mês. Conseguir crescimento de receita bem acima das altas da inflação e do PIB não é fácil, mas a Fazenda de SC sabe como fazer e está conseguindo com inteligência e tecnologia.Os servidores da pasta, além de integrar uma elite bem remunerada que chegou lá por concursos disputados por profissionais de todo o país (com salários de R$ 7 mil a R$ 20 mil), têm uma motivação a mais: a meritocracia, implantada anos atrás por Gavazzoni. Enquanto uma parte da equipe executa dezenas de operações para garantir arrecadação, a outra parte controla os gastos do governo para que as contas tenham equilíbrio e uma sobra para enfrentar quedas de receita causadas por desastres naturais ou outros impactos.- Somos elogiados todos os anos pelo Tesouro Nacional quando fazemos o ajuste fiscal. Isso não vira notícia, mas o Tesouro tem o Estado de SC como referência em planejamento, programação e responsabilidade fiscal – disse o secretário. Segundo ele, o R$ 1,4 bilhão em caixa não é um dinheiro para gastar de qualquer jeito. É usado para as obrigações para serem cumpridas de médio prazo para garantir o equilíbrido das contas. Enquanto isso, o RS fechou o ano com déficit de R$ 1,3 bilhão e o Paraná, de R$ 1,1 bilhão. Estela Benetti/ Diário Catarinense

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