Clipping imprensa – Rodovias estaduais do Vale do Itajaí aguardam obras

Clipping imprensa – Rodovias estaduais do Vale do Itajaí aguardam obras

Blumenau, 12.3.14 – Os municípios de José Boiteux, Lontras, Presidente Nereu, Ibirama e Vitor Meireles contam os dias para ver o começo das obras para recuperação de suas rodovias estaduais, afetadas pela cheia de 2011. O Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) publicou edital para a contratação de empresas que irão atuar em três lotes de estradas.
As empresas interessadas em participar da seleção têm até o dia 2 de abril para entregar documentação e em 30 dias as selecionadas serão divulgadas. O trabalho orçado em mais de R$ 10 milhões vai remodelar alguns acessos aos municípios e drenar pontos considerados críticos pelo governo do Estado.
Terraplanagem, pavimentação, drenagem e sinalização são ações que também serão realizadas nos trechos listados (veja no mapa). Após a divulgação das empresas vencedoras, o prazo é de mais 30 dias para começarem as intervenções. As empresas terão o prazo de 270 dias para a entrega das obras concluídas.
O superintendente do Deinfra na Região do Vale do Itajaí, Magno de Andrade, explica que os reparos na malha viária foram necessários após as enchentes ocorridas na região entre 2011 e 2013. 
— As rodovias do Vale foram bastante atingidas — reforçou o superintendente do Deinfra.
O edital que está aberto especifica quais os tipos de serviço devem ser feitos em cada trecho, como o retaludamento, um processo de terraplanagem usado em terrenos inclinados. Em um segundo momento, a intenção do Estado é fazer a restauração viária das estradas e dos municípios da região. Após serem recuperadas, as rodovias serão alvo de ações de revitalização.
— Em breve, atuaremos em problemas pontuais, como a limpeza de canaletas e roçados, além da aplicação de micropavimento e sinalização — adiantou Magno.
As empresas interessadas devem entregar as propostas na sede do Deinfra, no Edifício das Diretorias, na rua Tenente Silva, 162, em Florianópolis.

Rodovia Jorge Lacerda, entre Blumenau e Ilhota, está fora do cronograma

Segundo Deinfra, trecho será contemplado em outro programa de revitalização

A Rodovia Jorge Lacerda (SC-412), por onde passam cerca de 12 mil veículos diariamente, também carece de reparos, mas não será contemplada neste pacote de obras que deve iniciar nos próximos dois meses. Quem passa pela rodovia percebe uma série de buracos, ilhas de segurança quebradas, faixas de pedestres apagadas, mato avançando no acostamento, dentre outros problemas.
O superintendente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Magno de Andrade, explica que a rodovia que liga Blumenau a Itajaí faz parte de um programa de restauração, por isso depende de outro tipo de tratamento, mais detalhado.
— O projeto já está pronto e os recursos, disponibilizados. Ainda não sabemos se a obra começará após ou junto às outras reformas — explicou.
O Deinfra não deu prazo para o início do trabalho. Em dezembro do ano passado, o Santa percorreu a rodovia e contou pelo menos cinco trechos com buracos ou remendos.  Na época, o Deinfra informou que os pedidos de manutenção deveriam ser encaminhados às Secretarias de Desenvolvimentos Regionais (SDRs).
Fonte: Jornal de Santa Catarina

DNIT autoriza quarta pista

Obra deve resolver problema no tráfego na BR-101, em Palhoça, até a construção dos túneis que fazem parte da duplicação
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) autorizou ontem o início das obras da quarta pista no trecho da BR-101 na região do Morro dos Cavalos, em Palhoça, na Grande Florianópolis. A região apresenta um dos piores gargalos de congestionamento da rodovia.
A empresa contratada é a Setep Construções, de Criciúma, Sul de SC, a mesma que fará os acessos na nova ponte de Laguna, que está em construção. O prazo de contrato é de seis meses. Os trabalhos de topografia e medição da área devem ser iniciados a partir desta semana. Em seguida, deverá ser montado o canteiro de obras. A construção da quarta pista irá custar R$ 6,7 milhões.
– Estamos cumprindo a determinação do MPF (Ministério Público Federal), mas acreditamos que seja uma obra positiva tanto para quem trafega pelo local quanto para a comunidade indígena – afirmou o superintendente do DNIT em Santa Catarina, João José dos Santos.
Santos explica que, neste primeiro momento, os motoristas não deverão notar alteração no trânsito.

Obra começa em três semanas

As máquinas devem começar a trabalhar no local em cerca de três semanas, segundo o superintendente. Os motoristas deverão sentir impacto no trânsito apenas mais para a frente quando iniciar a terraplanagem.
O DNIT informou que todas as pendências foram resolvidas – em fevereiro, houve determinação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) ao DNIT para que executasse as obras.
Na última sexta-feira, em reunião em Florianópolis, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deu a entender que a negociação estava praticamente acertada.
O ministro afirmou que faltava resolver algumas questões burocráticas do projeto para o início dos trabalhos no trecho, entre os quilômetros 232 e 235. A reunião que ele participou ocorreu com indígenas e proprietários de terrenos na região.
O projeto vinha sendo discutido desde agosto do ano passado, quando o DNIT lançou a proposta. Havia um impasse porque a obra cortaria uma área indígena, onde vivem cerca de 200 pessoas.
A quarta pista tem como proposta dar vazão ao trânsito até a construção dos dois túneis que fazem parte do projeto de duplicação da BR-101. Os túneis ainda estão em processo de licenciamento ambiental e têm prazo de conclusão estimado para o segundo semestre de 2017.
Fonte: Diário Catarinense

Perguntaram no @t24horas

 

Julio Cirico
@jcirico: Por que esse tipo de caminhão ainda pode fazer essa manobra aqui Av. Almirante Tamandaré?

A resposta

Há uma lei municipal que regula a circulação de caminhões em determinadas ruas e horários em Florianópolis. Ela só entrará em vigor quando todas as placas forem instaladas, por isso ainda está em fase educacional. Mas essa lei não incluirá a Avenida Almirante Tamandaré. A rua é estreita e a alternativa de usar a calçada para a manobra não é uma infração, se não houver placa proibindo. A situação muda se a manobra danificar o patrimônio público: placas de sinalização, calçadas e ou canteiros, por exemplo.
Fonte: Trânsito 24h/ DC

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