Para chegar às praias será preciso enfrentar os gargalos das rodovias de Santa Catarina

Para chegar às praias será preciso enfrentar os gargalos das rodovias de Santa Catarina

Florianópolis, 14.11.13 – Estamos próximos de outra temporada de verão e devemos nos preparar para convivercom os repetidos e, já muito conhecidos, problemas de gargalos. A exceção da passagem de Laguna onde se constrói a ponte, os demais se arrastam há muitos anos.
Quanto a Laguna, se as cabeceiras estivessem concluídas o impacto seria menor. A demora, como sempre vai criar transtornos imprevisíveis. E se, pelo menos, tivessem dado atenção às vias alternativas Imaruí – Pescaria Brava e Jaguaruna – Laguna, opção para carros pequenos, os reflexos não seriam tão fortes. Infelizmente, isto não aconteceu. Em função disso, a passagem por Laguna vai ser um caos e de proporções imprevisíveis.
Araranguá e Sombrio esperam que as obras sejam concluídas e o Morro do Formigão administrável com uma dose muito forte de paciência.
Na parte da BR-101 concessionada as melhorias de acesso e saída de Porto Belo devem minimizar os impactos com a preocupação do volume de veículos no trecho até a BR-470 passando por Itapema, Balneário Camboriú e Itajaí. A liberação das obras de melhorias até o dia 20 de dezembro como planeja a Autopista Litoral Sul terá reflexo positivo para a região.
Triste mesmo será na BR-101, no trecho do Morro dos Cavalos onde teimosamente, insistem em afirmar que falta licença para nivelar os 400 metros de acostamento, cujo custo não passa de R$ 3 milhões. Se baseiam numa recomendação do Ministério Público Federal para justificar o injustificável. Recomendar não é proibir como ela mesma declara e pelo que apuramos, só em março de 2014 é que será encaminhada a licitação para executar a obra, o que se torna um absurdo cercado de insensibilidade.
Agora, instalar radares escondidos atrás de postes ou de árvores, em retassem aglomerados ou área escolar; em cima de viadutos, construídos para fluir o tráfego em áreas urbanas, com o objetivo de assaltar o bolso dos usuários com multas sob a justificativa de reduzir o número de acidente, isto sim, foi de uma rapidez fantástica.
Por tudo isso, o que sempre foi um período de festas e tempo para descansar se torna um pesadelo, para não dizer férias infernais e estressantes.
Ao transporte de carga significa perda econômica, impacto sobre equipamentos com mais custos de manutenção, alto risco de acidentes e outras tantas consequências.
Salve-se quem puder.
Fonte: Diáro Catarinense

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