Florianópolis, 17.7.13 – Florianópolis inaugurou ontem as duas primeiras pontes com iluminação pública de LED do Brasil. Desde ontem às 17h, o visual na entrada Ilha está diferente por causa de lâmpadas mais potentes sustentadas por 210 postes metálicos.
Além do ganho estético, os feixes de luz são mais concentrados e conseguem ser direcionados para os locais que precisam de claridade, melhorando a visibilidade, explica o secretário de Obras João Amin.
Ele disse que foi investido R$ 1,6 milhão na substituição da iluminação antiga, que era da década de 1970 e estava bastante avariada. Acrescentou que o gasto será recuperado em longo prazo porque o equipamento novo gasta 48% menos eletricidade. Também há vantagens na vida útil das lâmpadas que funcionam entre 10 e 13 anos, enquanto que as usadas antes duravam em média dois anos.
O secretário de Obras ressaltou que a partir de agora os gastos com a manutenção do sistema serão diminuídos por causa da durabilidade das lâmpadas de LED. A inauguração oficial do novo sistema foi realizada no gramado do Terminal Rita Maria.
Tecnologia é usada pela primeira vez em pontes
O secretário de Obras afirmou ainda que em caso de falta de luz não há lapso temporal para o funcionamento dos equipamentos de LED. Assim que o fornecimento é restabelecido elas recomeçam a funcionar. Amin ainda declarou também que é a primeira vez no país que a tecnologia é empregada na iluminação pública de uma ponte. Até existem outras pontes com lâmpadas de LED, mas utilizadas somente para fins decorativos.
A empresa responsável pela manutenção do sistema disponibilizou o telefone (0800)645-6405 para que motoristas liguem avisando caso haja algum problema na iluminação. Mas a possibilidade de haver problemas é menor que o equipamento antigo porque o fabricante dá garantia de cinco anos nas lâmpadas de LED.
210 postes e lâmpadas de LED foram instalados
5 anos é a garantia do fabricante das lâmpadas
R$ 1,6 milhão é o investimento da prefeitura
48% é quanto esse tipo de lâmpada gasta a menos que as normais
Fonte: Diário Catarinense