Florianópolis, 26.7.13 – A reação firme do setor privado brasileiro ao veto da presidente Dilma para a taxa adicional de 10% do FGTS em caso de demissão sem justa causa significa que as lideranças farão o possível para derrubar a medida.
Essa será a estratégia, segundo o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.
Argumentos dos dois lados
Como o setor privado vem alertando que está sufocado diante da elevada carga tributária sem a qualidade correspondente em serviços públicos, tudo indica que o empenho será semelhante ao adotado para derrubar a CPMF ,anos atrás. O governo diz que precisa dos recursos para investimentos sociais.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense