Clipping imprensa – Aeroportos regionais de SC têm bom começo

Clipping imprensa – Aeroportos regionais de SC têm bom começo

Florianópolis, 23.7.14 – O primeiro semestre do ano fechou com alta na movimentação de passageiros em quatro de cinco aeroportos do estado no primeiro semestre do ano. Apenas o terminal de Florianópolis teve queda no número de pousos e decolagens e de pessoas transportadas no período.
No caso do aeroporto internacional Hercílio Luz, nem a copa do mundo conseguiu aquecer os resultados. O número de pousos e decolagens em junho de 2014 foi 15,1% menor que no ano passado. O mês de abertura da copa foi o pior do semestre no aeroporto da capital.
Na análise do presidente da Santur, Valdir Walendowski, a queda nos aeroportos catarinenses é reflexo do desaquecimento da economia. Para ele, enquanto os turistas estrangeiros viajavam pelo país com destino aos jogos da copa, os turistas brasileiros, empresários e viajantes a trabalho suspendiam os embarques.
Já no aeroporto internacional de navegantes, apesar da queda de 18,6% no número de voos no primeiro semestre, o total de passageiros transportados teve alta de 9,2%. Para o superintendente do terminal, Marco Aurélio Zenni, a redução foi uma estratégia das companhias aéreas, que optaram por enxugar a malha.
– Mesmo com a redução da oferta de assentos, o número de voos está atendendo satisfatoriamente os passageiros – afirma.
Zenni reforça que a partir de setembro, com as festas regionais de outubro e a alta temporada se aproximando, as companhias devem aumentar a oferta de voos.
O aeroporto municipal Serafin Enoss Bertaso, em Chapecó, registrou um aumento de 11,5% no número de embarques e desembarques no primeiro semestre. Para o segundo semestre, a expectativa do prefeito José Cláudio Caramori (PSD) é que a azul retome os dois voos diários para Florianópolis, os quais deixou de operar em abril em função de ajustes na malha aérea para a copa do mundo.
– Em maio, montamos uma comissão que foi à sede da companhia em campinas reivindicar a retomada desses voos. A azul informou que nos daria uma resposta depois da copa e estamos esperando – disse Caramori.
De acordo com o administrador do aeroporto, Eglon Buraseska, a companhia tem a intenção de recuperar a operação desses voos em Chapecó e oferecer aeronaves maiores para Florianópolis. Além disso, a Tam solicitou informações à administração do terminal, mas ainda não confirmou um pedido de operação à Anac.
Fontes: Janaina Cavalli e Karine Wenzel/ Diário Catarinense

Joinville é destaque em crescimento

os ventos estão soprando a favor do aeroporto Lauro carneiro de Loyola. De cinco terminais em operação em Santa Catarina, o de Joinville foi o que registrou o maior crescimento no volume de passageiros no primeiro semestre deste ano.
De janeiro a junho, 230,9 mil pessoas embarcaram ou desembarcaram em Joinville, o que representa um incremento de 36,9% na comparação com o mesmo período de 2013. Enquanto todos os outros terminais tiveram menos pousos e decolagens no período, Joinville ampliou os embarques e desembarques em 51%. Dois novos voos para porto alegre e São Paulo, que começaram a operar em setembro do ano passado, também ajudam a explicar o aumento de embarques e desembarques.
Esse volume tende a aumentar ainda mais nos próximos meses, já que os números do primeiro semestre foram contabilizados antes da homologação do instrument landing system (ils). O sistema que facilita aterrissagens de aeronaves em condições climáticas adversas começou a operar apenas no dia 27 de junho, mas toda a expectativa criada no processo contribuiu para o crescimento do número de passageiros no período, avalia Rones Heidemann, superintendente do aeroporto de Joinville:
– Tanto se falou do ils que, de uma forma subjetiva, isso influenciou nessa evolução. Muitos passageiros de Joinville que iam para Curitiba ou navegantes retornaram, mais confiantes.
Como o sistema começou a funcionar a pouco menos de um mês, ainda é cedo para calcular o impacto que o ils trará na movimentação de aviões e passageiros em Joinville. A expectativa é que a performance do terminal melhore em 61% com o sistema – só em 2013, o aeroporto ficou 339 horas sem operar por causa do mau tempo.
Heidemann projeta que, até o fim do ano, o aeroporto de Joinville receba 500 mil passageiros. O secretário de desenvolvimento econômico de Joinville, Jalmei Duarte, vai além e estima um movimento de 600 mil pessoas em 2014 e de até um milhão em 2015.
Fonte: Pedro Machado

Governo diz que Avianca tem interesse em Jaguaruna

o aeroporto regional sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, localizado em Jaguaruna, no sul de santa Catarina, negocia com Tam e gol o início das operações no terminal, homologado em abril deste ano. Em agosto, a rdl aeroportos, que administra o terminal, fará reuniões com as duas empresas para tratar dos serviços.
Enquanto isso, uma terceira empresa pode estar de olho em Jaguaruna. O governo de santa Catarina divulgou na tarde de ontem que o vice-presidente da Avianca, Tarcísio Gargioni, esteve no centro administrativo, em Florianópolis, para tratar dos projetos da companhia no estado. Entre eles, um estudo de viabilidade para no sul.
O governo alega que fornecerá as informações técnicas e econômicas para embasar o estudo da Avianca. Porém, a assessoria de imprensa da companhia, que atualmente opera em Florianópolis e Chapecó, não confirma as negociações por Jaguaruna.
A rdl recebeu com surpresa a notícia da visita do vice-presidente da companhia ao governo do estado. O gerente de operações da rdl, Fernando de Castro, afirmou que em nenhum momento foi procurado pela Avianca para fornecer qualquer tipo de informação.
Atualmente, o aeroporto de Jaguaruna recebe apenas voos executivos, particulares e oficiais, numa média de 150 passageiros por mês. Quando as operações regulares forem iniciadas, a proposta é embarcar até 90 mil passageiros no primeiro ano, 350 mil entre o terceiro e o sexto ano e um milhão de pessoas a partir do oitavo ano.
Fonte: Pablo Gomes/ Diário Catarinense

Fechamento no Morro dos Cavalos

A BR-101 será fechada hoje no km 233, no Morro dos Cavalos, para corte de árvores às margens da rodovia. O fechamento será das 12h às 13h.
Fonte: DC

A Polícia Militar nas ruas

Apesar de contar com um efetivo reduzido, a Polícia Militar de Santa Catarina vem executando uma nova política de presença ostensiva nas ruas de Florianópolis e de outros municípios do Estado onde há graves problemas de criminalidade.
A operação desencadeada na comunidade de Chico Mendes, na área continental da Capital, revelou que nessas áreas encontra-se a origem e a raiz do tráfico de drogas, a causa principal dos roubos, assaltos e assassinatos na Grande Florianópolis. Outras áreas igualmente infestadas de traficantes já foram vasculhadas e sofreram uma limpeza da Polícia Militar.
Importante nessa nova gestão comandada pelo coronel Valdemir Cabral é que essa presença mais ostensiva acontece no centro e ruas principais dos mais populosos bairros da cidade. São blitze inesperadas, circulação mais frequente de policiais com viaturas, a cavalo ou de motocicletas. Tudo isto dá aos cidadãos uma nova sensação de segurança. Que pode não ser real e efetiva, mas contribui para alertar a bandidagem.
Duas são as questões levantadas agora com essa forte presença da PM nas ruas: 1. Por que esta intervenção não acontecia antes? 2. Por que os últimos governos não planejaram o aumento do efetivo da corporação?
De acordo com as estatísticas, o efetivo atual da Policia Militar é inferior aquele que operava há 30 anos. A população aumentou, a criminalidade se aprimorou e o sistema policial estagnou.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense

O papel dos patrulheiros rodoviários, por Marcelo Pontes*

A violência no trânsito, motivada pelo desrespeito às leis e pela irresponsabilidade de muitos, é a segunda maior causa de mortes no país.
Os estudos divulgados em 2010 e 2013 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam uma grave epidemia letal no trânsito no mundo. Só em 2010, ocorreram 1,24 milhão de mortes por acidente de trânsito em 182 países. No Brasil, as estatísticas mostram que esta violência, motivada pelo desrespeito às leis e pela irresponsabilidade de muitos motoristas, é a segunda maior causa de morte no país, à frente dos homicídios. Os dados ainda revelam que a maior incidência desses acidentes está inserida no trânsito rodoviário que, pelas suas características, principalmente por causa das altas velocidades, tornam as ocorrências mais graves, ceifando vidas da forma mais bruta possível.
Para combater essa triste realidade, há o trabalho árduo e comprometido dos valorosos patrulheiros rodoviários. Homens e mulheres, que diuturnamente dedicam suas vidas em prol da segurança daqueles que utilizam as nossas rodovias. Esses profissionais, que enfrentam e presenciam diariamente a dura realidade do nosso violento trânsito, merecem todo o nosso carinho, respeito e admiração. Onde o rádio não fala, onde o sinal de celular não existe, haverá sempre um patrulheiro rodoviário focado nas virtudes que norteiam as suas ações e não medindo esforços para proporcionar segurança.
O espírito rodoviário que incentiva e contagia cada um desses profissionais nos indica o caminho a seguir na prática do bem e na prestação de um serviço de qualidade. Honramos a farda que vestimos e com muito orgulho encerramos cada jornada de serviço com a consciência do dever cumprido. Que o Dia do Patrulheiro Rodoviário sirva de reconhecimento ao trabalho desses profissionais, mas que sirva de reflexão a todos sobre nosso papel e responsabilidade em por um trânsito mais humano e seguro.
*MAJOR DA PM, CHEFE DE OPERAÇÕES DO BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR RODOVIÁRIA. MORADOR DE FLORIANÓPOLIS

Expectativa melhor em SC

A redução da previsão de crescimento da economia em 2014 não foi uma surpresa para a indústria catarinense. De acordo com Glauco José Côrte, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), a expectativa anterior, de 2,5% de aumento, já tinha sido descartada pela maioria dos empresários e das instituições financeiras do país. O novo número também foi visto com cautela pelo presidente, que espera um crescimento ainda menor para o país, mas melhor para o Estado.
– Esse crescimento de 1,8% continua sendo uma demonstração de otimismo. O problema é que o otimismo acaba não se concretizando. Alguns índices apontam crescimento seja de 1%. Conversamos com industriais do Estado e, mesmo admitindo que o momento é difícil, a maioria afirma que vai continuar investindo. Por isso, esperamos que a economia catarinense tenha alta de 1,5% este ano – diz Glauco.
Fonte: Diário Catarinense

No mercado livre

Santa Catarina pode ter empresas que estão ganhando com a venda de energia ao invés de usar o insumo para produzir. A informação é do diretor Comercial da Celesc, Eduardo Cesconeto, que disse não poder revelar quantas nem quais são. Ele explica que isso acontece quando o preço Preço da Liquidação das Diferenças é muito superior a tarifa de compra desta energia. Pode ocorrer pela venda direta a algum consumidor livre e/ou pela liquidação na Câmara de Compensação de Energai Elétrica (CCEE).

Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

 

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