Florianópolis, 23.4.14 – A Polícia Militar Rodoviária está comemorando um ano sem o registro de ocorrência com vítima fatal na SC-390, no trecho conhecido como Serra do Rio do Rastro entre os municípios de São Joaquim e Lauro Müller.
O fato de não ter nenhum acidente com morte em 12 meses já seria motivo suficiente para comemorar. Mas se for levado em conta a periculosidade do trecho, que é sinuoso e sujeito a neblina e neve, sem iluminação há mais de um ano, dá para se ter ideia do trabalho de prevenção dos homens da PMRv no local.
Aliás
Técnicos de São José e Florianópolis estão conversando para finalmente integrar as linhas de ônibus que passam pela região continental, sem a necessidade de o passageiro vir até o Ticen para depois cruzar a ponte novamente antes de chegar ao seu destino. A solução passa pela reativação do terminal de Capoeiras.
Fonte: Visor/ Diário Catarinense
Exclusivo
Prefeito Cesar Souza Junior desembarca hoje em Brasília para participar de reunião com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Em pauta, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). O prefeito adiantou que vai apresentar, entre outros, os projetos de ampliação da faixa preferencial para ônibus para o norte e o sul da Ilha, a ligação da Beira-Mar Continental com a BR-101, a implantação de ciclovias e a recuperação da pavimentação em vários bairros.
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense
O mais perigoso do Brasil
Dos 20 trechos da BR-101 apontados pela Polícia Rodoviária Federal como os mais perigosos do Brasil, sete ficam em Santa Catarina. O pior deles está entre São José e Palhoça, na Grande Florianópolis, onde a rodovia corta as cidades. É neste trecho, do Km 200 ao 210, que foram registrados no ano passado mais de 1,7 mil acidentes, 685 feridos e 14 mortes.
Se continuar assim…
Vamos novamente carregar esse peso. Só neste primeiro trimestre foram mais de 400 acidentes. Quase 200 pessoas ficaram feridas e uma morreu.
12.609
Este foi o número de imagens que os radares da Polícia Rodoviária Federal fizeram durante o feriadão. Em apenas cinco dias, 12.609 carros foram flagrados com excesso de velocidade.
Fonte: Trânsito 24 horas/ DC
Em conjunto
Os presidentes da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt, e da FCDL-SC, Sergio Medeiros, estrearam ontem a divulgação conjunta de pesquisas sobre o varejo do Estado. A união dos dados da Fecomércio e do SPC permitirá informações mais completas ao mesmo tempo, com dados únicos, facilitando as análises, disse Medeiros.
Economia vai dar o tom
A palestra do pré-candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos, ontem, para o Lide SC, priorizou análises e propostas para melhorar a economia. Como o crescimento do PIB do país está aquém do esperado, tudo indica que a economia dará o tom da campanha. Campos disse que focará inflação no centro da meta (4,5%), reforma tributária em 12 anos e gestão de resultados.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense
Brasil faz estudo para superporto
Governo admite cooperação técnica entre países, enquanto BNDES nega análise de crédito.
O possível financiamento brasileiro para construção de um superporto no Uruguai é tratado, até o momento, como um acordo informal entre os dois países. Se o governo federal não confirma a liberação do empréstimo, tampouco descarta apoiar o empreendimento, que pode afetar a movimentação de cargas em portos brasileiros.
No Brasil, as negociações são definidas como “preliminares”, apesar da boa vontade com o terminal de águas profundas na cidade de Rocha. Já os uruguaios, incluindo o presidente Pepe Mujica, repetem em entrevistas à imprensa do país que o projeto pode ter cooperação binacional.
Segundo asssessoria da Secretaria de Portos da Presidência da República, a proposta está em estágio inicial de cooperação técnica entre os países, sem entrar em detalhes de engenharia. Os uruguaios já pediram auxílio ao Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), vinculado à secretaria, para projetos iniciais de sedimentologia e hidrografia.
Porto terá condições de receber navios maiores
Próximo ao Estreito de Magalhães, ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico, e com calado de 20 metros de profundidade, superior aos dos portos brasileiros, Rocha terá condições de receber navios maiores com custos menores. As condições aguçam o interesse brasileiro, em especial diante da busca uruguaia por outros países para auxiliar na construção – os vizinhos já negociaram com China e ofereceram saídas marítimas para Paraguai e Bolívia.
Fonte: Diário Catarinense
Eduardo Campos apóia ferrovias e se esquiva de pergunta sobre aborto
Pré-candidato a presidente disse que o Brasil tem que aprender com Santa Catarina.
O pré-candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, teve três compromissos em Chapecó onde elogiou Santa Catarina, apoiou demandas de infraestrutura como as ferrovias Norte Sul (Chapecó até Mato Grosso) e Leste Oeste (Dionísio Cerqueira ao Litoral) e se esquivou de responder questionamentos sobre o aborto.
Campos chegou em Chapecó por volta das 16h30 e rumou para a Associação Atlética Regional Alfa (AARA), onde teve uma reunião com lideranças do agronegócio. Lá recebeu um documento assinado por entidades ligadas ao setor, reivindicando investimentos em ferrovias para a região, duplicação da BR 282, federalização do Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, além de investimentos em energia elétrica e ampliação do seguro agrícola.
O presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, disse que as agroindústrias estão perdendo competitividade com os problemas de logística e falta de mão-de obra.
As mesmas reivindicações também estavam em outro documento entregue por lideranças empresariais na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic). O presidente da entidade, Bento Zanoni, também acrescentou as necessidades de reformas, entre elas a política e a tributária.
O pré-candidato se mostrou sensível às demandas apresentadas e disse que a região merece uma ferrovia. -Precisamos animar os investimentos em ferrovias- destacou, afirmando que as obras no setor estão lentas ou até paradas. Ele afirmou que vai buscar recursos em parcerias público privadas e concessões mas, para que para isso aconteça, disse que é preciso estabelecer regras claras. -Hoje não há confiança nas regras, há uma falta de clareza e um certo preconceito com os que empreendem-disparou.
Campos afirmou que o Brasil vive um dos períodos de menor crescimento da história República. Disse que veio o momento agora é de ouvir o Brasil e elogiou as experiências de Santa Catarina no cooperativismo e também no desenvolvimento com menos desigualdades sociais. -O Brasil precisa aprender mais com vocês- disse.
Na Associação Comercial integrantes da União da Juventude Socialista (UJS) levantaram dois cartazes reivindicando a descriminalização do aborto. No seu discurso Campos disse que sua proposta não é fazer como a campanha de 2010, em que questões como aborto e o casamento homoafetivo dominaram o debate. Ele afirmou que cada um tem uma opinião essas opiniões devem ser respeitadas. Além disso ele pretende que o debate central seja sobre o desenvolvimento do país. -Não podemos desviar o foco- disse. No final de sua fala a integrante da UJS, Andressa Verza, cobrou uma política sobre a questão do aborto, que segundo ela é uma das maiores causas de morte de mulheres. Campos disse que a resposta estará no Plano de Governo, para decepção da interlocutora.
Depois da Associação Comercial o pré-candidato retornou para a AARA, onde teve um encontro de lideranças políticas. No final da noite ele iria para Cascavel, no Paraná.
Fonte: Darci Debona/ Diário Catarinense