Clipping imprensa – Dois acidentes causam mais de 5 km de filas na BR-101 em Joinville

Clipping imprensa – Dois acidentes causam mais de 5 km de filas na BR-101 em Joinville

Florianópolis, 24.7.14 – A BR-101 em Joinville teve uma pista de cada sentido interditada na manhã desta quinta-feira após um acidente envolvendo um caminhão carregado com carga tóxica.
O trânsito ficou parado nos dois sentidos da rodovia, que flui em apenas uma pista.
O motorista de um caminhão que seguia em direção a Curitiba perdeu o controle do veículo e acabou atingindo a mureta. O acidente aconteceu no km 48 da rodovia. O caminhão transportava 3 mil litros de thinner, uma espécie de solvente.
Equipes da Autopista Litoral Sul espalharam cal na pista para conter cerca de 1.500 litros da substância, que ficou espalhada na pista. O motorista Rudimar Luiz conta que seguia do Morro da Fumaça, em direção a Curitiba quando perdeu o controle do caminhão. Ninguém ficou ferido.
Cerca de 500 metros depois, outro acidente também deixou o trânsito interditado. Um caminhão bateu atrás de um Palio, que acabou atingindo um terceiro veículo. O Palio ficou destruído e foi removido por um guincho. Apesar do susto, o motorista saiu ileso.
Fonte: A Notícia

Estudo das pontes agora é prioridade

Parados por seis meses, os estudos das condições das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos, em Florianópolis, serão retomados pelo Estado a partir de 1º de agosto, depois de sete meses parados por prioridade orçamentária do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra).
Em coletiva de imprensa ontem à tarde, o presidente da autarquia, Paulo Meller, deu explicações sobre a atual situação das duas ligações e afirmou que não há risco de as estruturas caírem:
– Isso é bobagem, balela. A distância entre uma fissura e a estrutura estar em risco é muito grande – disse.
Meller confessou que a redução da receita do Estado atingiu a obra:
– Foi redução de receita, mas também por causa do laudo. Se os relatórios tivessem apontado um problema sério, não estávamos nem discutindo. Eu pararia outro projeto. Mas não foi só esse contrato paralisado – justificou.
No encontro, foram apresentados quatro relatórios feitos pelo Consórcio Pontes Sul – contratado para analisar as condições das pontes, a partir da vistoria visual de 27 engenheiros, até o fim do ano passado. Os documentos serviram de base para o Deinfra decidir não dar prosseguimento aos estudos depois de uma redução orçamentária do Estado, no começo deste ano.
Segundo Meller, a partir da retomada dos trabalhos no começo de agosto, serão feitas análises com equipamentos que devem aprofundar as condições das estruturas. Nos relatórios iniciais do consórcio, constam problemas como armaduras expostas, estruturas em processo de erosão, infiltração e fissuras.
Meller diz que, no fim dos estudos, as pontes devem ser reformadas total ou parcialmente, de acordo com o que for constatado.
O Deinfra entregou ontem ao Ministério Público (MP) as respostas exigidas sobre a manutenção das pontes e o estudo das condições das estruturas. Os documentos serão analisados pelo promotor Daniel Paladino.
Fonte: Ânderson Silva/ Diário Catarinense

Um acordo de R$ 200 milhões

A transportadora Binotto, de Lages, que foi a terceira maior da América Latina, fechou acordo de recuperação judicial. Ela teve dificuldades com a crise de 2008. A negociação foi realizada pelo escritório Bello & Lollato Advogados, de SC.

Empresas cobram reajuste da tabela do Simples

Entre as micro e pequenas empresas e empreendedores individuais, milhares aguardam a mudança da tabela para inclusão no Simples nacional, que não é reajustada desde 2011 apesar da inflação média de 6,5% ao ano. O governo prometeu mudança, mas solicitou um estudo para a Receita Federal que ficará pronto em três meses. Isto para saber o impacto da mudança na arrecadação. Hoje, para ser enquadrada no Simples uma pequena empresa não pode faturar mais de R$ 3,6 milhões por ano As microempresas estão limitadas a R$ 360 mil por ano e os empreendedores individuais, em R$ 60 mil. Segundo o vice-presidente da Federação das Associações de Pequenas Empresas de SC (Fampesc), Alcides Andrade, há a expectativa de que a alteração ocorra ainda este ano, como foi prometido. Ele diz que muitas empresas limitam vendas aos principais clientes para não cair na tributação comum, bem mais elevada. São pequenos negócios familiares, importantes para geraçaõ de renda, mas que não querem e não pdoem ser grandes. Andrade afirma que as últimas mudanças aprovadas no Congresso beneficiam basicamente três categorias de serviços: corretores de seguros, corretores de imóveis e fisioterapeutas. Houve mudança também na substituição tributária, mas SC já havia resolvido esse problema. Para outras categorias, os benefícios não serão expressivos, aleta a advogada tributarista Karula Corrêa. Em alguns casos, o Simples pode ter carga tributária maior.

Inflação da energia

O reajuste de 20,49% solicitado pela Celesc à Aneel, revelado ontem, não foi um dos mais altos do mercado, mas assusta os consumidores, tanto empresariais quanto familiares, porque todos os preços estão em alta. Há a preocupação, também, com o aumento dos combustíveis logo após a eleição de outubro.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

Os vizinhos de baixo

Existem desafios a mais para a polêmica e arrastada reforma da ponte Hercílio Luz: a desapropriação de algumas áreas e a retirada de imóveis e famílias irregularmente instaladas sob a área do vão central e das cabeceiras. Além de impedir obras nos acessos, a situação também causa perigo de acidentes para quem está, literalmente, embaixo da ponte.

Providências

A construtora Espaço Aberto, ainda responsável pelas obras, pediu providências ao Estado e à prefeitura para proceder a retirada dos casebres – alguns erguidos antes do início da reforma, em 2008, outros no decorrer dos trabalhos.

Mais essa

Outro pepino precisa ser resolvido no acesso continental à ponte. A pista da Beira-Mar Continental foi construída por cima de estacadas que reforçavam as fundações da ponte. A área teve que ser reprojetada, somando outro atraso à coleção.
Fonte: Visor

Futebol

O presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, protestou na última reunião do Cofem contra o projeto que caminha célere na Câmara dos Deputados e que objetiva parcelar em 300 meses as dívidas que os clubes de futebol têm com o governo. Uma injustiça, pois o setor produtivo teve direito apenas a 180 parcelas. Quer dizer: no Brasil o futebol vale mais que a produção.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense

Transporte escolar

Período de recesso escolar é hora de verificar como estão as vans e os micro-ônibus que transportam os estudantes. Em Itajaí, os motoristas têm até sexta-feira para ir até à Secretaria de Segurança para fazer a vistoria do veículo. A fiscalização deve ser realizada a cada semestre e somente as vans que possuem o selo de autorização podem realizar o transporte.

Novidade

Caso o veículo não realize a vistoria, pode ter a autorização suspensa ou até cassada. Além dos itens de segurança como cintos, sinalização de transporte escolar e extintor de incêndio, este ano o motorista deve estar preparado para duas novidades que são as câmeras de ré e, nos micro-ônibus, um equipamento que mostra a frente do veículo.
Fonte: Mariana Paniz/ Trânsito 24h/ DC

Crônicas viajam de ônibus

A explicação é simples: crônicas viajam de ônibus porque as pessoas viajam de ônibus. E crônicas, todos sabem, são feitas de pessoas.
A pergunta é recorrente: como fazer para encontrar crônicas? A temeridade de uma por mês, por exemplo. Ou o terror de uma por semana, quem sabe. Ou a insanidade absoluta de uma por dia, talvez. A resposta, acadêmica, é invariavelmente a mesma: crônicas são encontráveis quando as procuramos. Procure-as e as encontrarás. E não demora nada, irás achá-las. Em qualquer lugar. Ônibus são ótimos locais para examiná-las bem de perto, mas pode-se buscá-las em todo ambiente. O necessário, o fundamental é sair disposto a encontrá-las e ter um pouco de cuidado para conseguir vê-las, para identificá-las como tais, antes que se evaporem como por encanto. Crônicas também costumam ser extremamente esquivas, lisas e fugidias. Meio assim como pegar peixe na água com as mãos ensaboadas.
Como peixes, não é raro que as crônicas tenham escamas, que é preciso removê-las com perícias de artesão para que se revele a essência do seu corpo. Todo mundo sabe o que são as escamas numa crônica: basta não senti-la macia, leve, quase imponderável.
Os ônibus, para quem não embarca neles dentro já de uma geringonça eletrônica que engole seu portador, cegando-o e ensurdecendo-o, apresenta a vantagem adicional de permitir ao cronista a ruptura com a correria do cotidiano, levando-o ao estado contemplativo ideal para fazer com que as crônicas – duas, três, cinco, uma dúzia – pulem ouriçadas em seu colo e comecem a brincar com ele, seduzindo-o e fazendo-lhe propostas impublicáveis na disputa, cada qual, pela preferência do autor que saiu a buscá-las.
Por isso, acima de tudo, é que se diz que as crônicas viajam de ônibus.
Note-se, porém, que tratamos de crônicas, o que significa falar de viagens entre Centro e bairro ou vice-versa. Uma viagem de ônibus até Curitiba resultará, sem dúvida, no encontro com um conto, enquanto o trajeto em ônibus de Brasília a Belém te fará, ao cabo, dormir na Amazônia nos braços de uma robusta novela, pelo menos.
Fonte: Sérgio da Costa Ramos (interino: Amílcar Neves)/ Diário Catarinense

Incompetência fatal

Dezenove dias depois do desabamento do viaduto Guararapes, em Belo Horizonte, a empresa responsável pela execução da obra admitiu falhas na concepção do projeto, especialmente a colocação de aço insuficiente para suportar a carga de tráfego prevista. A exemplo do que ocorreu na boate Kiss, embora a proporção de vítimas agora seja bem menor, o desabamento também não foi uma fatalidade: foi, isto sim, resultado da falta de cuidados mínimos por parte das empreiteiras e dos órgãos públicos encarregados da fiscalização. Ambos os casos demonstram que o país está longe de combater com a intensidade necessária esta cultura da irresponsabilidade, que mantém os cidadãos sob riscos constantes.
A tragédia que resultou na morte de duas pessoas e em 23 feridos em plena Copa do Mundo é didática para demonstrar o quanto é comum a diluição de responsabilidades no caso de obras públicas. A construtora responsável pela obra culpou a prefeitura pelo erro estrutural que levou à queda, disseminando suspeitas sobre uma série de outros empreendimentos em edificação na cidade. Como o projeto executivo é de responsabilidade de outra empresa – a quem a construtora acusa de ter usado um décimo da quantidade de aço necessário para manter a estrutura de pé –, a administração municipal ainda vai aguardar o resultado de perícias oficiais para tomar providências. Enquanto isso, resta aos cidadãos conviver com o temor permanente.
A sociedade precisa cobrar, de forma incisiva, conclusões convincentes para o caso. Desde já, porém, um fato incontestável é que faltou aço, mas também seriedade no planejamento e na execução do viaduto batizado ironicamente com o nome de uma batalha vitoriosa para o país, que culminou na expulsão dos invasores holandeses. E é óbvio que, acima de tudo, pairam relações espúrias entre empreiteiras e governantes, para os quais obras públicas são vistas não sob a ótica do interesse da população, mas do financiamento de campanhas eleitorais.
Assim como ocorreu no caso da Kiss, que impôs maior rigor na prevenção de incêndios, as falhas admitidas para a queda do viaduto em Belo Horizonte precisam levar a uma revisão radical na construção de obras de infraestrutura.
Os riscos não se restringem à capital mineira. Estão presentes em todo o país, especialmente em cidades que foram sede da Copa do Mundo, nas quais obras importantes também foram executadas de forma açodada.
Fonte: Editorial DC

Economia fraca trava arrecadação em junho

A arrecadação de impostos ficou praticamente estável em junho na comparação com o mesmo período do ano passado, evidenciando a dificuldade do governo em reverter o fraco desempenho das suas contas em meio ao desaquecimento da atividade econômica.
Os contribuintes pagaram em junho R$ 91,4 bilhões em tributos, uma alta de 0,13% em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação.
Nos primeiros seis meses de 2014, a arrecadação atingiu R$ 578,6 bilhões, uma expansão real de 0,28% na comparação com o valor acumulado na primeira metade do ano passado.
Segundo a Receita, alguns fatores explicam o desempenho pouco expressivo do primeiro semestre: desonerações e baixo ritmo de atividade da economia brasileira.
– O mundo real se impõe de forma avassaladora [sobre a arrecadação], para o bem e para o mal – disse o secretário-adjunto da Receita, Luiz Fernando Teixeira Nunes, ao comentar os dados.
A redução na arrecadação de impostos que incidem sobre o lucro – Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) – principalmente em janeiro e fevereiro, foi um dos principais fatores da fraca arrecadação do semestre.
O setor que apresentou maior queda na arrecadação de tributos no primeiro semestre foi o dos bancos, que recolheu R$ 7,6 bilhões a menos em relação ao mesmo período do ano passado. O setor automotivo apresentou queda de R$ 2,5 bilhões – a venda de veículos caiu 7,6% no primeiro semestre.
De janeiro a junho, a política de desonerações tributárias custou ao governo R$ 50,7 bilhões. No mesmo período de 2013, as desonerações somaram R$ 35,5 bilhões.
Só em junho, o governo deixou de arrecadar R$ 8,5 bilhões de impostos devido às desonerações. As que mais pesam nos cofres públicos são a da folha de pagamentos, que beneficia 56 setores da economia, a desoneração da Cide (da gasolina) e de IPI de automóveis.
Apesar da expansão contida da arrecadação, e da redução da projeção oficial de crescimento do PIB em 2014 – de 2,5% para 1,8% –, a Receita Federal ainda trabalha com um crescimento de 2% da arrecadação no ano. Para incrementar suas receitas e sustentar a meta de poupar R$ 80,8 bilhões, o governo confia na arrecadação extraordinária de dívidas tributárias de empresas, por meio de incentivos promovidos pelo programa especial de parcelamento, o chamado Refis.
Fonte: Diário Catarinense

Ação pede embargo das obras

O escritório Joaquim Cercal Neto Advogados Associados, de Joinville, move ação judicial pedindo ao juiz da vara única de Araquari, Frederico Andrade Siegel, liminar de embargo das obras da fábrica da fabricante de automóveis alemã BMW, em Araquari. O processo foi protocolado no Tribunal de Justiça no dia 18 de julho. A BMW ainda não foi notificada.
O escritório representa os interesses do Domínio Dona Francisca, e a ação denominada nunciação de obra nova é contra Valdemiro Armindo da Veiga e sua mulher, Zeli Duarte da Veiga e, também, contra o cartório de registro de imóveis da 2a circunscrição, em São Francisco do Sul. Segundo o advogado, aproximadamente 77 mil metros quadrados que integram a área vendida à montadora de automóveis, pertenceriam ao Domínio, titular originário de dote imperial.
Às margens da BR-101, o terreno de 492 mil metros quadrados está em obras desde maio de 2013, quando se iniciaram os trabalhos de terraplenagem.Com previsão de consumir 200 milhões de euros (cerca de R$ 600 milho~es), a obra resultará em uma unidade produtiva com capacidade instalada de 32 mil veículos ao ano. O início da produção está previsto para setembro de 2014. O empreendimento tem o apoio do governo do Estado e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
O portfólio de produção catarinense incluirá os modelos Série 1, Série 3, X1, X3 e MINI Countryman. Cerca de 1,3 mil empregos diretos serão gerados, dos quais 60 já foram preenchidos, além de aproximadamente 2,5 mil indiretos em um primeiro momento, contando fornecedores, parceiros de negócios e novos concessionários.
Fonte: Claudio Loetz

Brasil quer antecipar acordo de livre comércio

O Brasil vai apresentar formalmente ao Mercosul, em reunião marcada para a próxima semana, em Caracas, a proposta de antecipar para o fim deste ano o cronograma do acordo de livre comércio com os três países sul-americanos da chamada Aliança do Pacífico: Chile, Peru e Colômbia. O Brasil quer zerar as tarifas entre o Mercosul e os vizinhos andinos nos próximos cinco meses, em vez de esperar até 2019, como prevê o acordo inicial.
A ideia já vinha sendo discutida no último ano, mas, como nesse período não houve reuniões presidenciais, faltava o aval político para acelerar a proposta.
Fonte: Diário Catarinense

 

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