Florianópolis, 12.2.15 – A partir desta sexta-feira, dia 13, as equipes da Polícia Rodoviária Federal e da Autopista Litoral Sul iniciam suas operações especiais para atendimento do volume extra de carros nas rodovias durante o feriado prolongado de Carnaval. Como em outros anos, a BR-101 é um grande foco de atenção, por dar acesso a diversos balneários e possuir histórico de acidentes.
Nas estimativas da Autopista, os trechos que deverão receber o maior acréscimo de veículos são os dos municípios de Garuva e Palhoça, principalmente na região doMorro dos Cavalos, podendo chegar a um aumento de 74%. Para atender a este público, a empresa terá uma frota extra de 75 guinchos leves e pesados, em reforço aos 20 usuais. Haverá também 14 ambulâncias disponíveis 24 horas durante o período.
Cerca de 43 mil veículos deverão passar pelos postos de pedágio catarinenses em cada um dos seis dias da operação, que vai até o dia 18 de fevereiro. As obras que bloqueiem faixas da rodovia serão suspensas durante o feriadão.
Na quinta-feira já estão sendo registradas filas de até oito quilômetros na região deLaguna, no sul do Estado.
Lei Seca
Uma das principais estratégias da Polícia Rodoviária Federal para coibir infrações nas rodovias durante o Carnaval será a fiscalização com bafômetros. Vale lembrar que a tolerância é zero e a multa é de R$ 1.915, além de ocorrer a suspensão da carteira do motorista e a apreensão do veículo.
Ações de prevenção e conscientização serão feitas pela Autopista nas rodovias, com alertas sobre os perigos do álcool, a importância do uso do cinto de segurança, os riscos de falar ao celular durante a direção e como preservar o meio-ambiente. Serão distribuídos 50 mil folhetos e 10 mil sacolinhas de lixo.
Confira os horários previstos como os mais críticos:
Saída para o feriado
Sexta-feira, 13/2: entre 17h e 24h;
Sábado, 14/2: entre 0h e 19h;
Retorno do feriado
Terça-feira: entre 9h e 23h;
Quarta-feira: entre 6h e 21h
Fonte: ClicRBS
Fórum Parlamentar vai fiscalizar obras da BR-470
A Assembleia Legislativa aprovou requerimento da deputada Ana Paula Lima, do PT, que cria o Fórum Parlamente de fiscalização das obras de duplicação da BR-470. Dois trechos são atacados lentamente e o percurso entre Blumenau e Indaial nem foi iniciado porque o DNIT emitiu a ordem de serviço à empreiteira, sem fazer as desapropriações. Blog Moacir Pereira.
Consumo de combustível no Brasil cresceu 5,2% em 2014
A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulgou nesta terça-feira (10/2) um balanço referente ao exercício de 2014, e constatou que as vendas de combustíveis no mercado brasileiro totalizaram 144,5 bilhões de litros, o que representa um aumento de 5,2% em relação aos 137,3 bilhões de litros registrados em 2013.Somente a gasolina, que responde por 30% do consumo de combustíveis no Brasil, cresceu 7%, o que significa 44,3 bilhões de litros consumidos no ano passado. Em 2013, foram 41,4 bilhões.
Já o diesel, que representa mais de 40% do mercado de combustíveis do Brasil, apresentou elevação de 2,4%. No ano passado, foram comercializados 60 bilhões de litros. No caso do biodiesel, o crescimento foi de 16,4%, alcançando a marca de 3,4 bilhões de litros. O incremento ocorreu devido ao aumento do teor de adição de biodiesel ao óleo diesel A de 5% para 7% entre julho e novembro.
As vendas de etanol hidratado chegaram aos 12,9 bilhões de litros em 2014, o que representa um incremento de 10,5%.
O GNV (gás natural veicular) apresentou redução de 3,2% do volume comercializado, passando de 5,1 milhões de m³/dia para 4,9 milhões de m³/dia.
O Brasil precisou importar 9,8% mais diesel que em 2013. No ano passado, foram comprados 10,8 bilhões de litros do exterior. Por outro lado, a importação de gasolina caiu 28,2%, com um total de 1,8 bilhão de litros.
Enquanto isso, as exportações do etanol brasileiro caíram 67,5%. As vendas para o exterior caíram de 2,9 bilhões de litros em 2013 para 946 milhões em 2014.
Fonte: Portal Transporta Brasil
Porto de Santos se prepara para evitar caos logístico
Responsável por aproximadamente 40% das exportações brasileiras de soja e milho, o porto de Santos se prepara para evitar que o escoamento da safra recorde de grãos, em fase inicial de colheita, provoque o caos logístico semelhante ao ocorrido há dois anos, quando houve imensos congestionamento nas vias de acesso aos terminais portuários. A partir da quinta-feira da próxima semana (19/2) entrará em vigor a chamada Operação Safra 2015, uma parceria entre o setor público, tradings, transportadores e operadores portuários, que irá colocar em prática as estratégias destinadas a superar os gargalos logísticos.
Os agentes do setor estão reunidos nesta terça-feira (10/2), em Santos, para detalhar as principais ações que serão desenvolvidas, como obras de ampliação da malha ferroviária dentro do porto, sincronização de semáforos nas passagens de nível, duplicação de vias e troca das chaves elétricas nas linhas férreas, que ainda são operadas manualmente. O superintendente de Infraestrutura e Serviços de Transporte Ferroviário de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Jean Mafra dos Reis, calcula que o conjunto das intervenções vai resultar na movimentação de 4 milhões a 4,5 milhões de toneladas a mais em 2015.
O diretor de Planejamento Estratégico e Controle da Codesp, Luis Cláudio Santana Montenegro, lembra que no ano passado, o primeiro em que foi realizada a Operação Safra, não foram registrados problemas de congestionamento nas vias de acesso aos terminais, devido à implantação da obrigatoriedade de agendamento dos caminhões que descem para a Baixada Santista. Ele conta que 95% dos caminhões seguiram a norma do agendamento e houve 85% chegaram ao porto dentro do prazo previsto, sem causar transtornos. No caso de descumprimento das regras, os operadores dos terminais portuários foram multados e alguns deles repassaram a cobrança para os caminhoneiros.
Segundo ele, para este ano o programa será aprimorado, com a disponibilização de mais um pátio para estacionamento temporário de 650 caminhões na Baixada Santista. Ele lembra que a ação é coordenada por um grupo formado por representantes da Secretaria de Portos (SEP), ministérios da Agricultura e dos Transportes, além de entidades federais, estaduais, administrações municipais, concessionários rodoviários, ferroviários e hidroviários, associações, sindicatos, embarcadores, armadores e terminais portuários.
Outra ação que será colocada em prática nesta safra é a fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nas principais rodovias por onde a safra é escoada. Basílio Militani Neto, coordenador de fiscalização da ANTT, conta que serão montados dois postos em Mato Grosso do Sul (Paranatinga e Aparecida do Taboado) e outros dois em São Paulo (Araraquara e Limeira). Os fiscais federais vão abordar os caminhoneiros para checar documentação das cargas e constatar se existe agendamento para o porto de Santos.
Basílio disse que ainda neste ano o governo federal deve realizar licitação visando a compra de equipamentos para na próxima safra tornar a fiscalização eletrônica. Antenas nas rodovias irão transmitir dados em tempo real sobre os caminhões, que deverão ter no para-brisa um selo de identificação. Ele explicou que será possível obter informações atualizadas sobre o tipo de carga, a origem, nome do contratante e agendamento no porto de Santos.
Com base nos dados, a ANTT poderá acompanhar o fluxo de veículos e detectar os gargalos que devem ser resolvidos. Fonte: Globo Rural.
Consumo de combustível no Brasil cresceu 5,2% em 2014
A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulgou nesta terça-feira (10/2) um balanço referente ao exercício de 2014, e constatou que as vendas de combustíveis no mercado brasileiro totalizaram 144,5 bilhões de litros, o que representa um aumento de 5,2% em relação aos 137,3 bilhões de litros registrados em 2013.
Somente a gasolina, que responde por 30% do consumo de combustíveis no Brasil, cresceu 7%, o que significa 44,3 bilhões de litros consumidos no ano passado. Em 2013, foram 41,4 bilhões.
Já o diesel, que representa mais de 40% do mercado de combustíveis do Brasil, apresentou elevação de 2,4%. No ano passado, foram comercializados 60 bilhões de litros. No caso do biodiesel, o crescimento foi de 16,4%, alcançando a marca de 3,4 bilhões de litros. O incremento ocorreu devido ao aumento do teor de adição de biodiesel ao óleo diesel A de 5% para 7% entre julho e novembro.
As vendas de etanol hidratado chegaram aos 12,9 bilhões de litros em 2014, o que representa um incremento de 10,5%.
O GNV (gás natural veicular) apresentou redução de 3,2% do volume comercializado, passando de 5,1 milhões de m³/dia para 4,9 milhões de m³/dia.
O Brasil precisou importar 9,8% mais diesel que em 2013. No ano passado, foram comprados 10,8 bilhões de litros do exterior. Por outro lado, a importação de gasolina caiu 28,2%, com um total de 1,8 bilhão de litros.
Enquanto isso, as exportações do etanol brasileiro caíram 67,5%. As vendas para o exterior caíram de 2,9 bilhões de litros em 2013 para 946 milhões em 2014.
Fonte: Portal Transporta Brasil
Pontes que desunem, por Ernesto São Thiago*
A mentalidade rodoviarista que domina governos no Brasil causa estragos que vão além de drenar recursos que poderiam ser melhor distribuídos com vistas a planejamento e obras de outros modais: podem criar obstáculos que interferem diretamente em possibilidades multimodais inexploradas. Exemplo clássico são milhares de pontes rodoviárias país afora limitando ou mesmo impedindo o tráfego aquaviário.
Em Florianópolis temos pontes baixas demais cruzando um estreito entre duas baías, ligando a Ilha de Santa Catarina ao continente, prejudicando a navegação à vela. Modernos transatlânticos sob elas, nem pensar. Nas bacias da Lagoa da Conceição, do Rio Tavares, do Rio Ratones, apenas para citar exemplos ilhéus, o problema de pontes rodoviárias projetadas com desprezo ao modal aquaviário se repete. Na Fortaleza da Barra da Lagoa, a única obra destinada a corrigir indevida interferência está parada, em prejuízo da pesca artesanal, da navegação de esporte e recreio e do turismo náutico.
A porção continental da Grande Florianópolis não teve melhor sorte. Pontes da BR-101 sobre o rio Biguaçu postergam o pleno desenvolvimento náutico das margens a montante, prejudicando projetos imobiliários e turísticos de monta. Em Itajaí, novamente na BR-101, pontes baixas e com pouca largura entre pilares impedem a plena utilização portuária do rio que dá nome à cidade. No norte do Estado, a Baía Babitonga teve sua navegação ceifada por criminosos aterros rodoferroviários.
Exemplos negativos não faltam. No momento em que se repensa o Deinfra, talvez seja o momento de se reavaliar também o foco quase que exclusivo em obras rodoviárias, estendendo-o às enormes possibilidades de nosso litoral e de nossas águas interiores para o tráfego de cargas e passageiros, para a movimentação pesqueira e para o turismo náutico. Pesquisando, planejando, executando e corrigindo o que for necessário, em articulação com municípios e governo federal em suas respectivas competências, esta autarquia estadual cumpriria com mais amplitude e eficiência sua função maior: prover livre tráfego às nossas riquezas, à nossa gente e aos nossos visitantes, oxalá, por todos os modais possíveis!
*Consultor em desenvolvimento náutico, Florianópolis
Educação no trânsito
Para lembrar os motoristas e os passageiros que evitem excessos, o Sest Senat Lages e a Polícia Rodoviária Federal realizarão durante três manhãs, na véspera do Carnaval, blitze educativas. Serão distribuídos materiais sobre os efeitos da bebida no condutor e as implicações para quem cometer um acidente por estar embriagado. O início da blitz será, nos três dias, a partir das 8h30min, as atividades serão concentradas na BR-116 em Vacas Gordas, Capão Alto e em Ponte Alta e na BR-282 na localidade de Índios. A meta é atingir mais de 200 motoristas em cada local.
Aperta o cerco ao trabalhador informal
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) anunciou ontem um plano para apertar a fiscalização contra a informalidade e a sonegação dos valores devidos ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Apesar de Santa Catarina contar com a taxa mais baixa do país a estimativa é que 17,6% dos trabalhadores atuem sem carteira assinada no Estado, enquanto a média nacional é de 26,7% ainda há espaço para corrigir irregularidades. As medidas foram anunciadas esta manhã pelo ministro Manoel Dias e devem elevar as receitas do Fundo de Amparo ao Trabalhador do FGTS e da Previdência Social em R$ 5,2 bilhões até o final deste ano.
De acordo com Luiz Henrique Ramos Lopes, auditor fiscal do trabalho do MTE, em Santa Catarina o trabalho de fiscalização será concentrado em Itapoá e Navegantes. O foco foi determinado em função do número de empresas notificadas em 2014. Apesar de as duas cidades terem perfil similar (fortemente concentrado na atividade portuária), é difícil atribuir a informalidade a uma característica de apenas um setor.
Nas próximas semanas, o ministro deve encaminhar à Presidência da República pedido para que o governo eleve o valor da multa para o empregador que deixa de registrar em carteira o trabalhador. O preço, R$ 402,53 por trabalhador, não é atualizado há 20 anos. De acordo com ele, a quantia não assusta o sonegador. Fonte: Julia Phittan/Coluna Estela Benetti/Diário Catarinense
Sem radar, infrações aumentaram 250%
Após a Operação Ave de Rapina a prefeitura de Florianópolis rescindiu os contratos de radares e semáforos, citados nas investigações da Polícia Federal. Sem notificações das infrações, o Instituto de Planejamento da prefeitura de Florianópolis (Ipuf) registrou, desde dezembro de 2014, um aumento de 250% em relação a imprudências no trânsito após o desligamento dos radares. O controle de trânsito tem sido realizado pela Guarda Municipal, principalmente na avenida Beira-Mar Norte. O diretor de operações do Ipuf, Chico Pereira, explica que apesar de não estarem multando, os aparelhos continuam registrando as notificações.
–É evidente o excesso de velocidade e um maior número de motoristas furando o sinal vermelho – alerta.
O edital para contratação da empresa que vai fiscalizar as infrações deverá ser encaminhado até amanhã para análise do Tribunal de Contas. Após o aval do órgão, será lançada nova concorrência.
Já o contrato emergencial de manutenção de semáforos firmado nesta semana com a Ishikawa Engenharia Ltda tem prazo de 180 dias, mas a expectativa da prefeitura é lançar o edital definitivo antes. Pereira explica que a empresa contratada emergencialmente faz ajustes e, até o fim da semana, todos os aparelhos estarão funcionando. Quanto a pintura de faixas nas pistas, o Ipuf aguarda um parecer da Procuradoria sobre o contrato firmado em novembro de 2014, suspenso após a operação.
PRONATEC
Ministro prevê 12 milhões de vagas até o final de 2018
O Ministro da Educação (MEC), Cid Gomes, espera oferecer 12 milhões de vagas para jovem aprendiz até o final de 2018. De acordo com ele, essa é a meta do Pronatec para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
– Existe já um programa nacional que é o Menor Aprendiz. E esse programa está muito presente em grandes e médias empresas, até por obrigatoriedade. Mas elas só representam 5% do universo empresarial, então agora nós queremos massificar – afirmou o ministro ao deixar um encontro com o ministro da Secretaria de Micro e Pequena Empresa (SMPE), Guilherme Afif, quando assinaram cooperação entre as pastas para custear o treinamento de jovens em empresas de pequeno porte.
Afif explicou que, atualmente, cabe às grandes empresa arcarem com os custos de acompanhamento do jovem durante o período de estágio dentro da empresa. No caso das micro e pequenas, que representam 95% do universo empresarial do país, o Pronatec Aprendiz vai cobrir os custos de treinamento e acompanhamento, cabendo a elas apenas o pagamento do salário. Outra mudança é a possibilidade de o jovem ingressar ao mercado com 14 anos.
País ainda tem poucos técnicos
O ministro Cid Gomes ressaltou ainda que existe a necessidade de garantir maior acesso a programas de capacitação técnica voltados aos jovens do país. De acordo com ele, em países como a Alemanha e a França, a relação entre profissionais com nível de instrução técnica é de 5 pra cada 1 com nível superior.
– No Brasil, que já padece de um histótico baixo de profissionais de nível superior, embora esse quadro esteja mudando aceleradamente, a relação é de 1 profissional (com nível superior) para meio (com nível técnico). Essa é uma das razões que motivaram o governo a colocar em ação esse programa Pronatec – disse.
Para ele, esse aumento de vagas terá impacto positivo na economia.
SÉRGIO DA COSTA RAMOS
Lombrosianos e socialites
Engraçado. Certos transgressores não se queixam de euforia quando assaltam os cofres públicos. Apanhados, queixam-se de doenças cardíacas e depressão. Querem cumprir a pena em casa. Pedem indultos, perdão judicial – enfim, a impunidade. Imaginem Ronald Biggs, o ladrão do trem pagador inglês, requerendo prisão domiciliar por causa de uma depressão.
Depois de 35 anos de férias no Brasil, Biggs voltou a amargar o cárcere britânico assim que resolveu retornar ao Código Penal da rainha. Lá os crimes não prescrevem como em Papagália, a Terra da Impunidade.
A hoteleira Leona Helmsley, o banqueiro Tony Gebauer e, recentemente, o investidor de Wall Street Bernard Madoff, entre outros VIPs, vestiram o macacão alaranjado dos internos – e nem por isso despertaram a comiseração dos magistrados. Como o nosso inefável Maluf, preso com o filho, durante breve período. Um ministro do STF soltou-os porque “era muito triste ver pai e filho naquela situação”.
Afora os Brasis econômicos, há os Brasis dei delitti e delle pene, o país dos delitos e das penas desproporcionais.
Há os criminosos lombrosianos e os socialites. Num caso, vivemos tempos medievais, anteriores a Cesare Beccaria – o jurista que em 1764 protestou, em nome da consciência pública, contra a tortura, a crueldade dos cárceres e o caráter secreto dos processos. No outro, vivemos a mais pura casta dos privilégios classistas.
No Brasil sem Beccaria vigora o inferno de Dante dos Carandirus. Não há meio-termo: ou o sujeito desce às gargantas do precipício ou se instala no salão refrigerado do Lalau – que cumpre em casa boa parte de sua pena. Com todo o cuidado: tratava-se de um magistrado que, coitado, delinquiu…
? ? ?
Como estão para nascer presidentes e governadores que tenham por prioridade investir num sistema carcerário digno e limpo, a solução talvez esteja em estimular a privatização dos presídios.
Nos EUA o sistema já vigora, até com a existência de navios-prisões. No Brasil, dificilmente os privatistas gostariam de investir num sistema do qual poderiam vir a ser hóspedes. E navio-prisão, em Papagália, logo viraria transatlântico, com Fernandinho Beira-Mar de comandante.