Clipping imprensa – Planos

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Florianópolis, 7.8.14 – Dois temas relevantes foram abordados ontem na Fiesc, o relançamento do da instituição de fomento Sudesul, pelo BRDE, e a oferta de gás natural. Para esse último pleito, a melhor solução a longo prazo é o gás liquefeito, disse Cósme Polêse, presidente da SCGás.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

Propostas obscenas

O serviço secreto do Cacau apurou que, enquanto o governador Raimundo Colombo anunciava a rescisão do contrato de reforma da Ponta Hercílio Luz com a construtora Espaço Aberto, o Deinfra procurou a empresa em busca de um acerto. Propôs que a construtora abrisse mão dos R$ 20 milhões que tem para receber e ainda fizesse mais um aporte de recursos para continuar as obras. Só faltou pedir “beijinho na boca”.

Tam em Jaguaruna

Está praticamente certa a operação de voos comerciais da TAM no aeroporto de Jaguaruna, no Sul do Estado. A informação é do diretor de assuntos regulatórios da companhia, Basílio Dias, que esteve ontem em Florianópolis para tratar do assunto. Inicialmente devem ser oferecidos voos diários de ida e volta para São Paulo.
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense

O gargalo não é o gás, por Samuel Bortoluzzi Schmitz*

Há 14 anos, quando a SC Gás inaugurou sua rede de distribuição de gás natural às margens da então SC-285, posteriormente federalizada e nomeada BR-470, uma grande questão estava em pauta: o progresso econômico da região do Vale do Itajaí. No período posterior à implantação da rede, a presença dessa energia barata, eficiente e ecologicamente correta gerou crescimento, desenvolvimento e empregos.
O Vale despontou como um polo mundial da indústria têxtil, com indústrias de ampla presença nacional e internacional. Milhares de motoristas puderam economizar com o GNV, disponível em dezenas de postos atendidos na região. Hotéis, restaurantes, shopping centers e hospitais também vêm usufruindo do gás natural em seus negócios.
Uma década e meia depois, as atenções se voltam para a importante e há muito tempo aguardada obra de duplicação da rodovia, que impactará a rede de gás em metade de seu percurso.
Ciente dos desafios para a duplicação e com o objetivo de contribuir nesse processo, a SC Gás se preparou: desenvolveu os projetos executivos para o remanejamento e a proteção da rede e abriu licitação para a execução das obras.
Operação de alta complexidade, o remanejamento implicará o desvio do percurso de uma rede de gás em operação sem interromper o abastecimento, graças a uma moderna técnica de engenharia denominada “furo em carga”. Com essa estrutura mobilizada, a distribuidora aguarda autorização e indicação dos locais por onde e quando pode começar a trabalhar.
A SC Gás mantém o compromisso com a sociedade catarinense de ser um agente para o desenvolvimento econômico e social. Paralelamente, a companhia continuará expandindo a oferta do gás natural rumo ao interior do Estado, a exemplo do que faz na região do próprio Vale do Itajaí e da Serra catarinense, a próxima a usufruir de benefícios do gás natural.
* Engenheiro de Produção Mecânica e Coordenador de Relações Institucionais da SC Gás
Fonte: Diário Catarinense

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