Clipping imprensa – PRF alerta para trânsito intenso

Clipping imprensa – PRF alerta para trânsito intenso

Florianópolis, 22.4.14 – Hoje o trânsito deve continuar intenso e com filas. A recomendação é de que os motoristas peguem a estrada o mais cedo possível e sigam com cautela, sempre atentos às normas de segurança e sinalização, pois muitos acidentes acontecem por ultrapassagem indevidas. Ontem houve fluxo intenso em todas as rodovias do Estado. Até as 21h, já haviam sido registrados 159 acidentes em estradas estaduais no feriadão e pelo menos outros 252 nas federais, totalizando 231 feridos e 15 mortes em SC.
Neste ano o feriado de Páscoa já somou 411 acidentes, com duas mortes em estradas estaduais e 13 nas federais. O balanço final deve ser divulgado na tarde de hoje, mas o número de óbitos já é maior do que o registrado no mesmo período de 2013, quando 479 acidentes deixaram 278 feridos e nove mortos. Para fins estatísticos, são consideradas apenas as mortes ocorridas no local.
Os números evidenciam que é preciso aumentar a atenção. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está de olho em todas as ações e multando quem trafegar pelo acostamento. As dicas de segurança incluem respeitar a distância mínima entre os veículos e a velocidade limite da via.
O tempo bom de ontem fez muitos turistas estenderem o feriadão, programando a volta para esta manhã. Por isso a PRF estimativa movimento intenso nas rodovias. Ontem a volta para casa foi de filas em vários pontos do Estado, principalmente no sentido Sul em Laguna, com congestionamento de quatro quilômetros de manhã. Próximo ao meio-dia, as filas já atingiam 15 quilômetros no sentido Sul e oito ao Norte, o que se seguiu até por volta das 20h, conforme dados da PRF.
Em Palhoça, no Morro dos Cavalos, houve fluxo intenso todo o dia, com filas de quatro quilômetros, em ambos sentidos. Em Itajai, sentido Curitiba, eram 15 quilômetros de filas. Entre Apiúna e Ibirama, foram 30 quilômetros de lentidão no sentido Litoral à tarde. Quem saiu da Serra para o Litoral pela BR-282 por volta das 18h pegou trânsito a 10 km/h até a BR-101.
http://www.clicrbs.com.br/pdf/16408663.pdf. Fonte Diário Catarinense 22.4.14


Um censo de trânsito

Afinal, por que cerca de 40 mil automóveis, todo santo dia invadem a Ilha de Santa Catarina pela manhã e no final do dia vão-se embora, como aves de arribação? Seriam josefenses que vêm trabalhar na capital do Estado? Seriam estudantes palhocences em busca de melhor qualidade de ensino? Seriam biguaçuenses em busca de serviços oferecidos pelo Estado/Município? Incrível, mas ninguém sabe a resposta.
Pois o governo acordou e cada família da Capital está recebendo uma notificação informando que será procurada para saber o mais importante: por que as pessoas se locomovem do Continente para a Capital e da Capital para a Grande Florianópolis. Pesquisa essa mais que fundamental para programar os planos de mobilidade, desafogar as pontes e melhorar a qualidade de vida local.
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense (edição de ontem)


Vendas em baixa travam montadoras

Com os pátios abarrotados e as vendas de automóveis em queda, pelo menos 11 montadoras instaladas no país já anunciaram medidas para diminuir a produção, como férias coletivas, na tentativa de reequilibrar a oferta com o apetite menor do consumidor.

Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicam que, no final de março, os estoques eram equivalentes a 48 dias de vendas, volume semelhante ao de novembro de 2008, um dos períodos mais agudos da crise financeira global. No mercado, estima-se que o tamanho ideal de reserva seria de 23 a 32 dias. Além do desaquecimento da economia e do endividamento das famílias, contribuíram para a situação a queda das exportações para a Argentina e o aumento da produção das montadoras nos últimos meses de 2013, diz Milad Kalume Neto, executivo da consultoria Jato Dynamics no Brasil, especializada no setor automotivo.– As fabricantes aceleraram a produção no final do ano passado porque a partir de 2014 seria obrigatório que os automóveis viessem com freios ABS e air bag. Com isso, os veículos ficariam em média R$ 1,1 mil mais caros. Em janeiro e fevereiro teve muita venda deste estoque antigo, mas em março o mercado despencou. No mês passado, o emplacamento de automóveis nacionais novos caiu 16,5% em relação a março de 2013, enquanto a produção retraiu 16,7%. Milad lembra que em julho encerra a retirada escalonada dos incentivos fiscais de IPI, o que tornará os veículos mais caros. Por ser um ano eleitoral, o especialista ainda espera medidas do governo federal, sob pena de demissões na indústria. Com a alta da Selic, dificilmente a saída seria reduzir juros ao consumidor. A alternativa poderia ser facilitar acesso ao crédito.
Ladeira abaixo
Após resultados satisfatórios em janeiro e fevereiro, mercado teve grande queda mês passado
EMPLACAMENTOS
– Março 2013: 176,4 mil
– Março 2014: 147,3 mil
– Variação: – 16,5%
PRODUÇÃO
– Março 2013: 245,4 mil
– Março 2014: 204,4 mil
– Variação: – 16,7%
Fonte: Anfavea
Fonte: Diário Catarinense 21.4.14

A guinada nas estradas

A educação pela mídia é um complemento valioso para o esforço do poder público no sentido de atenuar a tragédia nas nossas rodovias, que tem como causa prioritária, inquestionavelmente, o mau comportamento dos condutores.
Resultado de uma enquete disponibilizada pelo site do Detran de Santa Catarina sinaliza para a percepção generalizada de que a mudança de comportamento dos motoristas deve ser prioridade na batalha contra o morticínio nas estradas do país. Ao responderem à pergunta Você acha que a imprudência é a maior causa dos acidentes de trânsito no Brasil, 97% responderam que sim, o que reforça a importância não só de manutenção, mas de intensificação das campanhas de conscientização direcionadas aos condutores. O foco deve ser a prevenção, o que tende a diminuir consideravelmente as estatísticas fatais, que embutem irreparáveis danos pessoais e ainda prejuízos econômicos gigantescos. Em meio a mais um feriadão da Páscoa que registra movimento intenso nas rodovias estaduais e federais do Estado – novamente com acidentes fatais –, é essencial uma reflexão madura sobre os caminhos que podem nos levar à tão esperada paz nas estradas. É inegável que a Lei Seca – com as suas punições penais e as pesadas multas previstas – vem produzindo efeitos positivos no modus operandi de quem dirige. Mas o ideal é que a sociedade não dê uma guinada nos hábitos só em virtude de uma coerção imposta pelo Estado, mas sim pela consciência coletiva que preze, acima de tudo, pela valorização da vida. É utópico, afinal, esperar que o indivíduo adote uma postura responsável nas vias públicas, que respeite os demais cidadãos, independentemente do arcabouço legal vigente?Portanto, ações educacionais são mais do que oportunas. Iniciativas que reforcem a nefasta combinação entre direção e bebidas alcoólicas, que alertem sobre o uso do celular, que lembrem para os perigos do sono ao volante etc. A educação pela mídia é um complemento valioso para o esforço do poder público no sentido de atenuar a tragédia nas nossas rodovias, que tem como causa prioritária, inquestionavelmente, o mau comportamento dos condutores. Claro que as demais diretrizes do conhecido tripé da segurança (educação, engenharia e esforço legal) também precisam ser exercitadas, atualizadas e qualificadas permanentemente. Estradas em boas condições, bem sinalizadas e com divisores físicos que impeçam as colisões frontais certamente salvam vidas. Legislação adequada, Justiça ágil e fiscalização policial eficiente também são extremamente relevantes. Mas, reforçando, a educação rigorosa e a conscientização é que são determinantes para a construção de uma cultura de respeito e reciprocidade. Com o aumento geométrico da frota de veículos no país, a conduta dos motoristas passou a ser decisiva na solução de conflitos e na própria fluidez do tráfego. O comportamento do condutor, porém, pode ser a linha que separa a vida da morte. Dirigir com cuidado e segurança é um dever individual e coletivo. A Opinião da RBS foi publicada antecipadamente no site do DC. A questão proposta aos leitores foi a seguinte: editorial defende prioridade para campanhas de conscientização dos motoristas para garantir mais segurança nas estradas. Você concorda? Os demais comentários sobre a opinião desta página estão em diario.com.br . Fonte:  Editorial Diário Catarinense 20.4.14.

O leitor discorda

É preciso cobrar a Polícia Rodoviária, que fiscaliza muito pouco e custa muito caro. Em lugares com boa fiscalização quase não há acidentes. No Brasil, a maioria dos acidentes é causada por motoristas profissionais (que deveriam dirigir melhor). Nas estradas, os caminhoneiros são os que mais causam acidentes; nas cidades, os motoboys.

Clayton Pozzer
Balneário Camboriú

Eu defendo a prioridade de se apoiar iniciativas da população que exigem investimentos nas rodovias, novas estradas, reformas de acessos e marginais etc. Chega de corrupção e desvio de verbas.

Rômulo Incek
Itapema

O leitor concorda

Eu concordo, pois o trânsito é reflexo da nossa sociedade. Assim como não respeitamos as filas e temos sempre que nos regular por senhas, isso se reflete ao esperarmos nos cruzamentos etc. Falta, entre tantas coisas, mais conscientização, mais educação, mais cultura. Aí sim vai se combater com mais eficiência a imprudência, que é o maior fator das causas de acidentes.

Carlos Henrique Amaral Ferreira
Florianópolis

Concordo. Se houver mais atenção e prioridade dos motoristas nas rodovias, tudo mudará.Catarina Mello PeixerTrombudo CentralPrevenir sempre é mais barato que remediar. Nossas estradas matam mais que muitas guerras. O automóvel é uma arma poderosa na mão de quem não sabe usá-lo.

Dulce Grando da Silva
Florianópolis

Concordo parcialmente, pois a educação é um dos itens do tripé que sustenta a segurança nas estradas. Parcialmente, pois, por si só não é solução se os outros dois itens do tripé, que são engenharia e fiscalização, não estiverem presentes

Élzio Espírito Santo Oliveira
Florianópolis

Eu concordo com campanhas de conscientização, mas há um detalhe que não consigo entender: se a maioria dos acidentes acontece por alta velocidade, por que os veículos têm uma potência maior do que é permitido pela legislação?

Inês Kutenski  
Florianópolis

Pegadinha

A indústria da multa não respeita nem dia santo. Dois policiais, quase que escondidos após a curva, passaram parte da Sexta-Feira Santa mirando um radar para os carros embaixo do elevado do Itacorubi, no sentido praias-Centro. A fiscalização rigorosa de velocidade no local é recente. Devem estar usando como pretexto o acidente de fevereiro em que o guardrail sem manutenção atravessou um Celta e matou duas mulheres.
Fonte: Cacau Menezes/ Diário Catarinense (edição do dia 20/04)

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