Clipping imprensa – Serviços ao transporte terão R$45 milhões

Clipping imprensa – Serviços ao transporte terão R$45 milhões

Florianópolis, 9.9.14 – Com o propósito de ampliar a formação técnica e a qualidade de vida dos profissionais do transporte e de suas famílias, a Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do Estado (Fetrancesc) investe R$ 45 milhões em três novos centros do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) para as regiões de Joinville, Lages e Concórdia. Cada unidade receberá R$ 15 milhões.
Segundo o presidente da Fetrancesc, Pedro Lopes, as prefeituras das três cidades concederam as licenças dos terrenos para as obras. Projeto de mesmo porte está previsto para Itajaí, mas ainda falta a doação da área no acesso a Brusque. A verba vem do Sistema Sest-Senat nacional. Os centros oferecem cursos técnicos de direção geral e defensiva, outros cursos do Pronatec e serviços de odontologia. Outra novidade da Fetrancesc é um serviço de análise de custos para a definição das tarifas de transporte feito pela Fundação Dom Cabral, o Conet. O objetivo é evitar que o setor trabalhe com prejuízo.
Fonte: Estela Benetti/ Diário Catarinense

Aferições
 
A unidade móvel do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de SC (Fetrancesc) vai realizar aferições em veículos que transportam para a indústria de cimento. O trabalho dos técnicos com as unidades móveis é fazer o teste na fumaça que indica se o veículo está dentro dos padrões ambientais. Hoje e no dia 12 a avaliação será em Imbituba. Nos dias 15 e 19 deste mês será em Criciúma. A unidade também vai passar em Tubarão, Tijucas e Itajaí neste mês. Interessados podem marcar uma visita pelo telefone (48) 3248-1104.

Cinema rodoviário

Foi inaugurada ontem a carreta Cinema Rodoviário da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – a primeira estrutura do Brasil voltada para a educação e cuidados no trânsito, que foi feita com veículo apreendido pela receita federal e reformado pela Autopista Litoral Sul. O projeto iniciou com sessão de cinema temática para crianças, em Florianópolis.

Acesso CS-108

Foi assinada ontem a Ordem de Serviço para dar início às obras do prolongamento da Via Expressa de Blumenau. O objetivo é desafogar o trânsito na Rua Doutor Pedro Zimmermann. A promessa é que os serviços iniciem no prazo de 30 dias.
Fonte: Trânsito 24h/ DC

Ritmo lento no contorno viário

Embora as máquinas estejam no local desde o dia 29 de maio, pouco se fez pela obra que deve desviar 18 mil veículos pesados por dia nos trechos de São José, Biguaçu e Palhoça da BR-101, conforme avaliação do Conselho Metropolitano para o Desenvolvimento da Grande Florianópolis (Comdes). Para complicar, as mudanças no traçado e respectivas licenças também seguem em compasso de espera.
Fonte: Rafael Martini/ Diário Catarinense

O protesto

Comunidades que residem ao longo da SC-355, entre a BR-153 e Jaborá, realizaram um novo protesto contra as péssimas condições da rodovia. Na localidade de São Miguel, perto de Jaborá, não interromperam o trânsito, mas espalharam no acostamento várias faixas e cartazes: “SC-355 , Vergonha”. Estão cansadas de esperar pela revitalização da estrada.
Fonte: Moacir Pereira/ Diário Catarinense

Aumenta pressão pela retomada das obras

Estabelecer prazos e traçar um novo cronograma é o objetivo de entidades empresariais que estão em Brasília nesta terça-feira, para cobrar a continuidade das obras do aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis.
Máquinas paradas desde maio deste ano e o falta de uma data para retorno da construção do Novo Terminal de Passageiros preocupam empresários catarinenses. O presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), Sander DeMira, reforça que a intenção é cobrar garantias da retomada dos trabalhos interrompidos.
— De concreto não se tem nada. Não adianta agora olhar pra trás, queremos uma previsão, saber o que será feito—afirma.
A reunião marcada para às 16h, em Brasília na sede da Infraero, deve contar com a presença do presidente da estatal, Gustavo do Vale, bem como o diretor de Engenharia e do Superintendente de Obras da estatal. Participam também do encontro representantes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) e Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), além de deputados estaduais e federais.
DeMira lembrou que  Florianópolis é o segundo destino mais procurado pelos turistas que visitam o Brasil, perdendo apenas para o Rio de Janeiro e que a interrupção das obras geram prejuízos economicamente difíceis de mensurar além do desconforto para os usuários do aeroporto.
— Nitidamente nosso aeroporto é acanhado e desproporcional ao turismo que temos. Estudos mostram que só não temos um número maior de voos, porque não temos capacidade física para atender. Em dias de chuva passageiros tem que se molhar até o embarque. Faltam condições—relata.

Entenda o andamento das obras

As obras de ampliação do aeroporto Hercílio Luz estão divididas em duas partes: A infraestrutura– terraplenagem, construção de pátio de estacionamento de aeronaves, pista de taxi way e de rolagem e estacionamento de veículos – iniciaram em junho de 2013 pelo consórcio Aeroportos Brasil. Com um investimento de R$ 118 milhões teria 21 meses para conclusão.
No dia 5 de agosto a Infraero suspendeu o andamento dos trabalhos por um prazo de 120 dias. O motivo seria readequação do cronograma, por problemas devido ao excesso de chuvas.
Já a segunda parte são as obras do Novo Terminal de Passageiros que ampliaria o atendimento aos atuais 4 milhões de passageiros para 6,7 milhões, está paralisada desde maio deste ano. A empresa responsável pela execução, Espaço Aberto, assinou o contrato em dezembro de 2012 e até agora executou apenas 7% das obras.
O prazo de conclusão era para início de 2015. O ritmo lento dos trabalhos levou a Infraero a abrir um processo administrativo em maio para rescindir o contrato. O processo, segundo a Infraero, não tem data para finalizar assim como também não existe um cronograma da retomada dos trabalhos enquanto o processo não for concluído. Outro problema é o valor da obra, inicialmente orçada em R$ 188 milhões, já conta com uma estimativa de R$ 238,9 milhões.

Espaço Aberto ainda tem uma chance

De acordo com a assessoria da Infraero ainda há uma chance da empresa Espaço Aberto não perder o contrato com a estatal. A Infraero informa que durante o andamento do processo a empresa poderá apresentar proposta que contemple a retomada das obras, e que, se aprovada, suspenderá o processo de rescisão.
Fonte: Diário Catarinense

Muito a ser conquistado

Autorização para trajeto por mar entre cidades do Norte de Santa Catarina é apenas um dos modelos que o Estado poderia adotar para desenvolver o transporte marítimo e fluvial.
Aproveitar ao máximo os recursos naturais que Santa Catarina dispõe deve estar no topo da lista dos administradores ligados ao setor de transportes fluviais e marítimos, público ou privado. Ao primeiro grupo, cabe criar condições para exploração de todo o potencial possível de turismo, de transportes de passageiros ou de cargas, atento a todas as proteções ambientais necessárias. Do segundo, espera-se entender que é possível oferecer serviços que sejam, no mínimo, alternativa ao modelo rodoviário predominante no país e que deem o lucro que justifique investimentos.
A notícia de que o governo do Estado autorizou empresa a reativar as rotas de transporte marítimo de passageiros entre Joinville e São Francisco do Sul, pela baía da Babitonga, chega acompanhada de euforia e reticências. Ao mesmo tempo em que se celebra a recuperação de uma alternativa aos congestionamentos comuns na ligação por terra entre as duas cidades, vale alertar que esta não é a primeira vez que se tenta consolidar ali o transporte por água. E isso ocorre por questões das mais simples possíveis, como a falta de uma boia de sinalização da hidrovia – a compra de uma nova depende de licitação – e até mesmo a limpeza de canais, como ocorria em Joinville no período em que os barcos saíam do centro da cidade pelo rio Cachoeira, assim como a falta de planos de ação para estimular o público a utilizar este meio de transporte alternativo para o nosso modelo rodoviário.
Santa Catarina deveria se desenvolver como um todo na exploração náutica. O exemplo mais claro de que o potencial não é devidamente explorado está em Florianópolis. Na Ilha, não existe transporte aquático de passageiros – exceção feita à Lagoa da Conceição – e alternativas que podem ajudar na eliminação de gargalos do trânsito. Rotas por mar com as cidades vizinhas e com regiões da própria Ilha já deveriam ser realidade, até porque o assunto é recorrente.
Desenvolver o Estado como um polo náutico inclui uma série de ações no campo turístico. As próprias rotas de “transporte público” são, por natureza, atrativo – milhares de pessoas as tratam como passeio. E é salutar que tanto poder público quanto privado busquem os melhores exemplos do mundo, numa espécie de benchmarking. Na última semana, comissão organizada pelo Instituto de Marinas do Brasil, que contou com políticos e empresários catarinenses, esteve na Flórida para saber o que faz daquele Estado americano referência mundial no aproveitamento das potencialidades marítimas e fluviais no mundo.
Espera-se que dessa visita se conheça um pouco mais dos segredos para desenvolver o setor em Santa Catarina e que iniciativas como a da retomada da ligação entre Joinville e São Francisco do Sul se consolidem e sirvam de exemplo para outras no Estado.
Fonte: Editorial DC

Manifestantes fecham rodovia

Cerca de 100 pessoas, entre amigos, familiares e vizinhos de Karoline dos Santos, de 16 anos – que morreu atropelada na última terça-feira – fizeram uma manifestação e fecharam a BR-470, em Indaial, no Vale do Itajaí, no sábado. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi até o local para negociar com os participantes, que liberaram a via e seguiram juntos para a prefeitura.
Vestidos de pretos e carregando faixas, eles pediam pela identificação e prisão do motorista responsável pelo acidente, que ainda não foi localizado. Os manifestantes também afirmaram que a região é perigosa e reivindicam que uma passarela ou túnel seja construído para a travessia.
A mãe da vítima, Celita da Rosa, falou que não há pistas de quem atropelou a filha.
– Estamos indignados. Minha filha deixou um filho de um ano e três meses. Nós precisamos de mais segurança neste trecho da rodovia – afirma Celita.
A colisão que tirou a vida de Karoline ocorreu por volta das 6h20min. A jovem morreu no local e o motorista fugiu. O caso foi encaminhado para a investigação da Polícia Civil.
Fonte: Diário Catarinense (edição de ontem 08/09)

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