Clipping Imprensa – ?Temos que construir um novo padrão de comportamento no trânsito?, defende psicólogo

Clipping Imprensa – ?Temos que construir um novo padrão de comportamento no trânsito?, defende psicólogo

Brasília, 2.9.15 – Para colaborar na compreensão dos fatores que influenciam o comportamento de condutores e pedestres no trânsito, e de que forma isso acontece, foi lançado o livro “Pesquisas sobre Comportamento no Trânsito”. Publicada pela editora Casa do Psicólogo, a obra reúne estudos científicos de diversos campos do conhecimento (como engenharia, arquitetura, sociologia e medicina) sobre o tema. 

O doutor em psicologia do trânsito, Fábio de Cristo, um dos autores e organizadores do trabalho, concedeu entrevista à Agência CNT de Notícias. Ele falou sobre alguns dos resultados apresentados nos estudos que compõem a publicação. Fábio de Cristo é professor do Uniceub (Centro Universitário de Brasília), pesquisador colaborador da UnB (Universidade de Brasília) e administrador do Portal de Psicologia do Trânsito

Leia os principais trechos da entrevista.

Qual a abordagem do tema comportamento no trânsito desenvolvida no livro?

O foco está nas implicações práticas dos resultados alcançados pelas pesquisas, para que sejam úteis ao profissional, ao gestor e a quem vai tomar decisões. O público-alvo são estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais de psicologia e de outras áreas, o que exigiu da gente um esforço no sentido de possibilitar aos leitores que os conhecimentos fossem transmitidos de maneira acessível e estimulante. 

Sob o ponto de vista da psicologia, quais os fatores que influenciam no comportamento de cada indivíduo?

São vários os fatores que influenciam motoristas e pedestres, assim como os demais participantes do trânsito. Nosso desafio é identificar, entre os vários elementos, os que têm preponderância em determinadas situações. É possível destacar algumas características, como as que são da personalidade do indivíduo. Existe a agressividade, algumas pessoas são mais agressivas que outras. As condições físicas, que podem influenciar na sua percepção sobre os outros motoristas, como quando estamos sob efeito de algum medicamento ou droga. O veículo que dirigimos também pode influenciar, dando aquela sensação de poder e segurança, o que, não raro, faz a pessoa adotar comportamentos de maior risco. E a própria situação do trânsito, que pode mudar a dinâmica do indivíduo. Quando interagem, esses elementos influenciam as percepções, os julgamentos e as decisões da pessoa, tenha ela consciência ou não. 

Como a configuração do espaço urbano age, no aspecto psicológico, nas condutas que adotamos no trânsito?

Um dos capítulos trata da relação entre o espaço público e o comportamento. Como as características desse ambiente influenciam e, psicologicamente, de que forma isso ocorre. De acordo com a psicologia, o ambiente físico influencia o comportamento e o comportamento influencia o ambiente físico. Assim, é importante que, ao planejar a cidade e as vias, os gestores e as equipes de engenharia estudem, também, os impactos que isso pode ter no indivíduo. O espaço pode propiciar, por exemplo, a percepção de que aquele ambiente é mais estressante ou mais agradável. Estudos demonstram que o fato de você contemplar, na via, ambientes verdes, como árvores e flores, é capaz de influenciar de uma forma mais relaxante para quem está conduzindo e para as pessoas que usufruem da cidade. 

O trânsito é um ambiente individualista. Quais as consequências disso?

O trânsito expressa, em parte, o padrão de relações sociais que temos no cotidiano das cidades. Logo, expressará as características que observamos na nossa sociedade, que é cada vez mais centrada na confecção predatória e no individualismo ao extremo. Com a finalidade de deslocar-se para atender aos próprios compromissos, não raro as pessoas põem as outras em situação de perigo. Acham que têm mais direito do que o outro, o que pode gerar uma série de consequências, como raiva, agressividade, estresse, e até desencadear um acidente.

Quais as formas possíveis para mudar essa relação?

Temos que construir um novo padrão de comportamento no trânsito. Se ele expressa as características de comportamento de uma coletividade, o contrário também é verdade. Assim, ele também pode influencia-la. Ações feitas em prol de um trânsito mais harmonioso podem ajudar as pessoas a compreenderem a necessidade de mudarem suas condutas. Nesse sentido, não só as autoridades têm um papel importante, mas as pessoas que usufruem da cidade também. Desde que colocamos o pé para fora de casa, estamos influenciando aquele ambiente. Então, discutir o tema nas famílias, nas escolas, nas organizações profissionais e religiosas é algo imperativo para que possamos transformar, juntos, esse cenário de violência no transito. 

É a ideia de que gentileza gera gentileza…

O coletivo é, em grande parte, influenciado por reciprocidade. Quando você recebe, em geral, algo gentil, como alguém lhe cede o espaço para passar, é prazeroso. E, muitas vezes, isso faz com que, quando percebemos outra pessoa na mesma situação em que estávamos, a tendência é também darmos aquela oportunidade para ela. A reciprocidade, você sentir que foi ajudado e ajudar, é um elemento que existe na natureza humana e que pode ser potencializado no trânsito. 

Se sabemos dos riscos de certas condutas no trânsito, o que explica continuarmos cometendo infrações?

Um dos capítulos aborda esse tema e sugere que isso acontece com a finalidade de obtermos um benefício circunstancial. A pessoa pode fazer algo errado, apenas em algumas circunstâncias, quando percebe que o benefício é maior que o risco. Para que ela não se sinta culpada por fazer o que sabe que é errado, ela utiliza mecanismos de justificativa para si, a fim de reduzir aquele desconforto psicológico. Um deles é diminuir a importância do erro. Você sabe que está estacionando em uma vaga para pessoas com deficiência ou idosas. Mas diminui a importância quando diz aquela frase: são apenas cinco minutinhos e não vai acontecer nada. Isso diminui o desconforto psicológico subjetivo, mas não neutraliza o problema, objetivamente. Outro mecanismo é culpar o outro pelo seu comportamento errado. Alguns motoristas não param na faixa argumentando que o pedestre é lento ao atravessar a faixa. Ou seja, eu faço errado, mas é porque o outro age assim. Esse fenômeno é chamado de desengajamento moral. 

Há capítulos dedicados a pedestres, motociclistas e ciclistas. De que maneira isso é abordado?

O livro busca estudar esses diferentes participantes para entender, em geral, as razões para seu comportamento. Tentando identificar elementos da situação ou do ambiente que fazem com que se comportem de maneira insegura ou arriscada. 

O livro finaliza com um capítulo chamado “Avaliação psicológica: problemas e desafios”. O senhor pode resumir quais são os principais?

Os desafios são vários, mas podemos destacar algumas dificuldades enfrentadas no exercício da atividade. Por exemplo, as pressões que o psicólogo do trânsito sofre no seu trabalho para que o tempo de avaliação seja cada vez mais reduzido. Os usuários querem que os exames saiam cada vez mais rápido, assim como os CFCs (Centros de Formação de Condutores) também, porque, após essa etapa, é o CFC que assume o processo. Os Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) e as clínicas onde os psicólogos trabalham também exercem pressão. Isso pode ter implicações na qualidade do processo. Se você tem menos tempo para ter contato com as pessoas, menos informações você tem sobre elas e maior a possibilidade de cometer falhas. Outro ponto é a tentativa dos candidatos de burlar os exames, buscando testes psicológicos, que são sigilosos e privativos do profissional, na internet, tentando subornar psicólogos para que ensinem a fazer exames. Pelo lado do psicólogo, existe a necessidade de se manter em constante atualização e aperfeiçoamento, para que, ao analisar os testes e instrumentos, possa ter um olhar mais completo a respeito do indivíduo.   Fonte: Natália Pianegonda/Agência CNT de Notícias.

Revanche na educação profissional, por Glauco José Côrte*

O Brasil sediou em agosto a olimpíada internacional de educação profissional. Realizada em São Paulo, a WorldSkills Competition possibilitou comparar a educação profissional brasileira com o que há de mais avançado no mundo, em termos de tecnologia, preparação de professores e organização curricular do ensino profissional.

O desempenho evidenciou a excelência de nossa educação profissional. Com a ajuda dos catarinenses, que conquistaram uma medalha de prata e três de excelência, os competidores bateram um recorde histórico ao alcançar 46 medalhas, com destaque para o Senai. O Brasil também liderou em número de pontos.

Se no futebol tivemos um verdadeiro blecaute ao enfrentar a Alemanha na Copa do Mundo, no ensino profissionalizante ocorreu uma espécie de revanche. Enquanto o Brasil ocupou o lugar mais alto do pódio, a Alemanha ficou na sétima posição em número de pontos, em um ranking no qual também se destacam países como Coreia do Sul, França, Japão e China-Taipei.

Todos os que acompanham as questões ligadas à educação sabem que o Brasil ocupa as últimas posições em rankings como o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Mais de 500 mil estudantes zeraram a redação no último Enem. Isso torna ainda mais notável o desempenho do país no mundial de profissões.

Contudo, apesar da excelência na formação profissional técnica, ainda é necessário que seja mais valorizada por aqueles que buscam o mercado de trabalho: menos de 20% dos estudantes brasileiros escolhem o ensino técnico como forma de iniciar a sua formação profissional. Em outros países, esse índice chega a superar 50%.
A educação profissional é o caminho mais curto para a inserção no mundo do trabalho e a saída para reduzir o desemprego entre jovens, que atinge o dobro da taxa registrada no total da população. Em tempos de crise, os mais qualificados são os últimos a perder o emprego. Com trabalhadores cada vez mais capacitados, a indústria também terá melhores condições para sair antes das crises econômicas.

Diesel tem queda de 5% após dois meses de ICMS reduzido


Sessenta dias após entrar em vigor resolução do governo do Estado que baixou de 17% para 12% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel em Mato Grosso do Sul, o litro do combustível ficou em média 16 centavos mais barato nos postos de Mato Grosso do Sul em relação aos preços praticados no mês anterior à mudança tributária. É o que aponta levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Nacional e Biocombustíveis (ANP) – enquanto no fim de junho o preço médio do combustível no Estado era de R$ 3,07, na última semana de agosto, divulgada pela agência, o litro do diesel estava em R$ 2,91, o que corresponde a queda de 5% .

Na comparação por cidades em que há dados mais recentes disponibilizados pela ANP, a maior redução observada foi em Três Lagoas, de 7,9%. Lá, o litro do diesel está sendo comercializado em média a R$ 2,89, 25 centavos mais barato que dois meses atrás (R$ 2,89). Também apresentou redução expressiva de preços o diesel em Dourados – de R$ 3,17 para R$ 2,93, o equivalente a 7,4%, o que vem resultando em economia de 23 centavos por litro para o motorista daquele município. Já em Campo Grande, o valor do litro do diesel caiu 4,2% e a diferença no bolso do consumidor é de 12 centavos. O preço médio do combustível na Capital, segundo a pesquisa da ANP, é de R$ 2,91 no fim de agosto, contra R$ 3,04 uma semana antes da alíquota do ICMS do diesel ser reduzida no Estado. Nas demais cidades pesquisadas pela ANP, a queda de preços do diesel variava de 2,9% a 7,8% até o dia 15 do mês passado.

Estados – Com a redução de preços do diesel, Mato Grosso do Sul também caiu no ranking das unidades da federação que comercializam o valor mais caro do combustível no País. Enquanto no início de julho o Estado figurava em quarto lugar (entre os maiores valores), com R$ 3,07 o preço médio do diesel, nesta semana MS caiu para a nona posição. Está mais barato que o Amazonas (R$ 2,93), Ceará e Pará (R$ 2,94), Amapá (R$ 2,95), Mato Grosso (R$ 3,05), Rondônia (R$ 3,07), Roraima (R$ 3,08) e o Acre, maior valor do País, R$ 3,35. Fonte: Correio do Estado.


Brasil ganha competitividade via empobrecimento, diz Ilan Goldfajn


A competitividade do Brasil está avançando pelo empobrecimento do país e a recessão só vai ser resolvida quando o país conseguir lidar com sua questão fiscal, avaliou Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco,…
http://www.valor.com.br/brasil/4206994/brasil-ganha-competitividade-empobrecimento-diz-ilan-goldfajn


Fazenda aumenta mais sete taxas de fiscalização


O Ministério da Fazenda “atualizou monetariamente” sete taxas de fiscalização cobradas por autarquias e órgãos federais. Como adiantou ontem, terça-feira, o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, no total, o governo vai elevar as taxas de 12 serviços prestados. A medida deve render R$ 500 milhões adicionais este ano e R$ 1,4 bilhão. http://www.valor.com.br/brasil/4206622/fazenda-aumenta-mais-sete-taxas-de-fiscalizacao 


Santa Catarina é o terceiro Estado do país com empresas voltadas para a sustentabilidade

A preocupação com o meio ambiente deixou de ser uma ameaça à indústria catarinense para se tornar uma oportunidade. Um levantamento inédito feito pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) mostra que o Estado está em terceiro lugar entre os que mais concentram estabelecimentos ligados à economia verde, com 820 negócios voltados para solucionar ou minimizar problemas ambientais. O resultado mostra uma mudança de mentalidade do setor industrial em relação à questão do meio ambiente.
— Tem que deixar de ser uma questão de risco, punições, para se tornar uma questão de oportunidade — diz Juliano Pacheco, do Observatório de Inteligência Industrial.
O especialista faz parte do grupo que apresentou o estudo em evento na Fiesc ontem. O evento Rotas Estratégicas Setoriais 2022: Meio Ambiente segue hoje com empresários e especialistas da área ambiental discutindo caminhos para o tema em Santa Catarina.
As oportunidades aparecem em diversas pontas: a empresa Alfakit, de Florianópolis, por exemplo, desenvolve kits e equipamentos para análises de águas, solos, efluentes e biogás, que servem para avaliações ambientais. Já a Docol Metais Sanitários, de Joinville, encontrou  uma forma de incluir a sustentabilidade nos produtos finais: desenvolveu uma forma de economizar até 70% de água em suas torneiras e chuveiros.

Mercados alternativos –  Ao se preocupar com o impacto no meio ambiente, as indústrias se beneficiam em quatro aspectos: se ajustam à legislação, encontram novas oportunidades de negócios (ao reaproveitar algum resíduo), tornam os produtos mais eficientes (com menos consumo elétrico, por exemplo) e se creditam junto a um mercado mais exigente, com consumidores preocupados com sustentabilidade. Como Santa Catarina é rica em diversidade industrial, o Estado tem um potencial imenso para a área de soluções ambientais.
No país, as oportunidades em negócios sustentáveis são avaliadas em R$ 150 bilhões, de acordo com estudo feito em 2014 pela Accenture.
— Dos anos 1990 para cá, sobretudo os anos 2000, planos empresarias têm pautado as estratégias pensando no meio ambiente. Antes de ser um custo, tem que ser visto como um investimento — diz o economista Sílvio Cário, da UFSC, que ajudou a elaborar do estudo para a Fiesc.
Ele explica que o Estado tem avançado muito no segmento, em especial as líderes de mercado, como WEG e Embraco, no aprimoramento de processos e produtos. Com a mudança das maiores empresas, o exemplo é replicado em outras grandes, médias e pequenas dos respectivos setores.
— Isso está levando um número cada vez maior de indústrias a associar suas gestões a questões de meio ambiente — diz o presidente da Fiesc, Glauco Côrte. Fonte: Thiago Santaella/Diário Catarinense.
 

ONU prevê El Niño intenso em SC

A região Sul do Brasil terá ainda mais chuvas nos últimos quatro meses de 2015. É o que indica o alerta emitido ontem pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada a ONU. Conforme previsto, o El Niño que começou a agir neste ano será um dos mais intensos desde 1950. A previsão é que a temperatura da água do Oceano Pacífico supere o aumento médio normal de dois graus celsius, alterando drasticamente o nível de precipitações entre outubro de 2015 e janeiro de 2016.
Conforme a OMM, a alta temperatura do Pacífico foi registrada apenas três vezes nos últimos 65 anos: em 1972-1973, 1982-1983 e 1997-1998. O El Niño deve alcançar sua intensidade máxima entre outubro e janeiro e persistir durante boa parte do primeiro trimestre do próximo ano, antes de enfraquecer.
Setembro e outubro de muita precipitação – A meteorologista do Ciram/Epagri, Marilene de Lima, explica que os meses de setembro e outubro marcam a transição entre o inverno e o verão, dando início às chuvas de primavera com totais mensais mais elevados. Em boa parte dos municípios catarinenses, a maior precipitação do trimestre ocorrerá em outubro, com acumulados de 210 milímetros (mm) a 280 mm no Oeste e Meio-Oeste do Estado, e de 140 mm a 180 mm do Planalto ao litoral.
Em novembro, o volume médio de chuvas no Estado tende a diminuir, com índices que variam de 130mm a 180 mm. O trimestre também será marcado pela atuação dos ciclones extratropicais, que oferecem perigo às embarcações no Litoral catarinense, quando os ventos fortes e o mar agitado muitas vezes resultam em ressaca.
O secretário estadual da Defesa Civil, Milton Hobbus, relata que desde o início do ano o El Niño está sendo acompanhado e que são feitas avaliações mensais para medir o avanço do fenômeno.
– Estamos preparados para fazer o trabalho de prevenção e informação à população. As obras estruturais, como as barragens de contenção de Ituporanga e Taió, no Vale do Itajaí, estão prontas. O radar de Lontras também está operando e ajudará no alerta, a curto prazo, de possíveis alterações climáticas.
Em relação às áreas de riscos, Hobbus afirma que estão todas mapeadas e que um plano de contingência está pronto, caso seja necessário evacuar a área. Francelise Martini/Diário Catarinense


Novela interminável


A American Bridge havia pedido prazo até 7 de agosto para decidir se aceitaria ou não o desafio de recuperação da ponte Hercílio Luz. Terminado o prazo, pediu prorrogação até 31 de agosto. E agora, voltou a solicitar mais 10 dias para anunciar a decisão. No governo ninguém informa nem por quê e nem para quê? Coluna Moacir Pereira/DC


Pererecas


O custo da estrada da Serra do Faxinal, ligando o Sul catarinense à Serra gaúcha, passou de R$ 27 milhões para R$ 64 milhões. Motivo: o Ibama vetou o projeto, exigindo viaduto para proteger uma perereca, segundo o deputado Manoel Motta (PMDB). O Ibama levou quatro anos para liberar as licenças. E, segundo Motta, descobriu que existem milhares de pererecas na região. A construtora Monte Adriano anunciou que vai retomar as obras. Coluna Moacir Pereira/DC

Compartilhe este post