Presidente do Setcom busca soluções para interrupção de tráfego em rodovias do Oeste

Presidente do Setcom busca soluções para interrupção de tráfego em rodovias do Oeste

Concórdia, 4.7.14 – Desde que as chuvas da última semana afetaram as rodovias de Santa Catarina, o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga Oeste e Meio-oeste (Setcom), Paulo Simioni, acompanha a situação das estradas que foram bloqueadas no oeste catarinense. E tem atuado para tentar soluções que possam amenizar o impacto da interrupção e tráfego. Há caminhões parados e alguns motoristas fazem desvio até 300 quilômetros a mais na viagem.

Na manhã desta sexta-feira Simioni participou de reunião na Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense (Amauc) com participação de todos os prefeitos dos municípios da região, quando explicou as dificuldades do setor de transporte, das empresas comerciais fornecedoras e o alto custo com a situação causada pelas quedas das rodovias na região.

Nesta semana, o Setcom também encaminhou ofícios ao Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) falando sobre a maior preocupação que é referente a BR-153 que está bloqueada devido fissuras no asfalto no início do Rio Grande do Sul, perto do Posto Fiscal de Marcelino Ramos e no km 49 em Campina da Alegria.

Simioni afirmou que muitos caminhoneiros ainda estão parados aguardando orientações, mas a maioria está fazendo desvios de até 300 quilômetros acrescentando 15% de trecho na rota inicial aumentando muito os custos.

A luta emergencial que o Setcom está fazendo, é tentar amenizar a situação através de negociação com os embarcadores no sentido de renegociar valores referentes ao frete.

Ainda segundo o presidente do Sindicato, o bloqueio das estradas, quedas de barreiras e interrupções totais na região, é um caos logístico e coloca em dificuldades o setor que tem a responsabilidade de manter abastecido o Estado e o país, mas afirmou que o empenho de todos está sendo grande para a solução mais ágil possível.

Fonte: Katherine Dalçoquio da Silva/ Imprensa Fetrancesc

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