Clipping Imprensa – Dedicação total à educação

Clipping Imprensa – Dedicação total à educação

Florianópolis, 1.8.16 – O Conselho de Governança do Movimento SC pela Educação se reuniu na Fiesc na sexta-feira e já definiu o tema central para 2018: será a educação em tempo integral. Neste ano o assunto é a gestão escolar e no próximo serão os professores. Sem desanimar com a conjuntura atual, a turma do senhor educação, Glauco José Côrte, segue de mangas arregaçadas.

Símbolo macabro – O Posto da Polícia Rodoviária Federal às margens da BR-282 em Lages exibe uma árvore decorada somente com restos de veículos envolvidos em acidentes. Uma forma, digamos, inusitada de chamar a atenção dos motoristas que trafegam na via, a terceira mais violenta no Estado entre as federais. Somente no ano passado foram 108 mortes em 2.327 acidentes na rodovia que liga a Grande Florianópolis ao Oeste catarinense.

Aliás – Basta percorrer os 200 quilômetros entre Florianópolis e Lages pela 282 para confirmar a tese da PRF: a principal causa dos acidentes ainda é a imprudência. O que tem de motorista ultrapassando em local proibido é qualquer coisa de assustador. (Fonte: Diário Catarinense – Rafael Martini)

Só promessas

Integrantes do Fórum Parlamentar Catarinense estarão hoje, às 17h, participando de reunião do Conselho e da Diretoria da Associação Empresarial de Blumenau. Temas prioritários em debate: a prometida duplicação da BR-470, a prometida modernização do aeroporto de Navegantes, a prometida ampliação da bacia de evolução do Itajaí-Açu e a ferrovia da integração. Todas obras federais… que continuam na promessa. (Fonte: Diário Catarinense – Moacir Pereira)

Risco de paralisação

Se não aparecer um aporte extra de dinheiro, a duplicação da BR-280 corre risco de parar entre o final de agosto e início de setembro. O corte de junho deixou só R$ 2 milhões para a obra e os trabalhos só não pararam porque há dinheiro do ano passado e foram remanejados R$ 15 milhões de emenda. O DNIT está tentando novo repasse para manter as obras em andamento até o fim do ano com esperança de que o orçamento para 2017 seja mais generoso. Não há previsão de início dos trabalhos no lote entre São Francisco do Sul e Araquari. (Fonte: Diário Catarinense – Jefferson Saavedra)

Operação tapa-buracos

Foi concluída esta semana uma operação tapa-buracos pelas rodovias estaduais da região carbonífera. As estradas que ligam os 12 municípios passaram por reparos e manutenção. O trabalho, encabeçado pela Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Criciúma, começou no mês passado, e pelo menos 200 toneladas de asfalto foram utilizadas. Essa operação é realizada conforme a demanda, normalmente após algum período de chuva ou ainda nas estradas mais danificadas, como no caso da SC-445, em Içara, e da Jorge Lacerda, um dos acessos de Criciúma à BR-101. Essas duas rodovias foram as que demandaram mais tempo da equipe, justamente pelo grande fluxo de veículos e da passagem de caminhões, que danificam a estrada. Rodovias que fazem ligação com Forquilhinha, Nova Veneza e Orleans também foram reparadas. (Fonte: Diário Catarinense – Lariane Cagnini)

Porto de Itajaí tem queda de 52%

No primeiro semestre de 2016, o Porto de Itajaí teve retração de 52% na movimentação de cargas em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o único em SC que apresentou queda. Com obras atrasadas por falta de repasse de verba do governo federal, o principal porto de Santa Catarina não opera os berços 3 e 4 desde o início de 2014. Nestes dois pontos está em curso uma adequação para receber navios maiores. No entanto, Navegantes teve, no mesmo período, crescimento de 43%.
Se a obra estivesse pronta, Itajaí receberia, além do que já era operado nesses berços antigamente, cerca de 55 caminhões carregados de soja todos os dias, a maioria vinda do Mato Grosso. A perda apenas em tarifas é estimada em R$ 500 mil por mês, de acordo com o diretor técnico André Luiz Pimentel.
A obra dos berços começou em fevereiro de 2014 e deveria terminar em dezembro do ano passado. O custo estimado atualizado é de R$ 135 milhões, dos quais R$ 100 milhões foram executados. Para voltar ao ritmo normal de trabalhos, é aguardado o pagamento de uma nova parcela.
De acordo com o Ministério dos Transportes (MT), já houve liberação e envio de R$ 4,8 milhões para a obra e o processo de transferência de recursos está com o setor financeiro da Secretaria de Portos. O MT também informou que o término da obra está previsto agora para 31 de outubro.
Além dos berços, estão em curso alterações na entrada do canal para possibilitar manobra de navios maiores. A obra é parceria entre município, governo estadual e federal.
Um dos impactos da ampliação do Porto de Itajaí será o maior fluxo de caminhões nas estradas catarinenses. A adequação da malha, contudo, não tem previsão de ser realizada. Segundo o MT, o estudo de impacto deve ser feito pelo porto que diz não ter nada previsto nesse sentido. Há alguns anos está emperrada a obra da Via Expressa Portuária, uma das partes importantes de adequação viária do porto. (Fonte: Diário Catarinense – Larissa Linder)

Ir e vir

Falando em Itajaí, é impressionante o tamanho de alguns galpões instalados às margens da BR-470 e da SC-470. São espaços de perder de vista destinados ao armazenamento de produtos para o porto da cidade.

Criatividade – Para quem não está dirigindo, circular na BR-101, tanto no trecho sul quanto no norte, oferece uma interessante oportunidade de acompanhar a publicidade catarinense. Além dos nomes engraçados, para não dizer estranhos, de algumas marcas, principalmente de roupas, a abordagem dos restaurantes concorrentes no litoral também rende boas risadas no trajeto. (Fonte: Diário Catarinense – Cacau Menezes)

Importação de fertilizantes puxa São Francisco do Sul

O aumento de 75% na quantidade de fertilizantes importados fez crescer a movimentação do Porto de São Francisco do Sul, no Norte catarinense. Neste ano, passaram pelo porto 5,1 milhões de toneladas contra 4,8 milhões nos primeiros seis meses de 2015.
Já o Porto de Imbituba, no Sul, movimentou 2,5 milhões de toneladas no semestre, aumento de 71% em relação ao período de janeiro a junho do ano passado. Para comparação, o de Santos, maior do país, movimentou 57,7 milhões de toneladas, e registrou leve crescimento em relação ao ano anterior. O Porto Itapoá ainda não fechou o balanço semestral.
O Complexo Portuário de Itajaí – que inclui a Portonave – teve superávit de R$ 120 milhões em movimentação na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Em Santa Catarina, houve déficit de 10,6% no primeiro semestre comparando com igual período de 2015. No Brasil, a balança fechou com déficit de 4,2% para o primeiro semestre.
Em junho, os principais produtos exportados por SC foram frango, carnes, madeira e derivados, produtos mecânicos e eletrônicos. A maior queda foi da maçã, influenciada por problemas climáticos na safra. Do lado das importações, mecânicos e eletrônicos, têxteis e plásticos lideraram. (Fonte: Diário Catarinense)

Fim do impasse

A prefeitura de Blumenau firmou nesta semana um novo convênio com o governo do Estado para a emissão e cobrança de multas de atribuição estadual, como dirigir bêbado, por exemplo. O acerto ocorreu depois de mais de um mês de impasse. O convênio anterior previa o repasse de 80% para o município e 20% para o Estado. O percentual continua valendo para as multas da fiscalização eletrônica, mas para as demais passa a ser de 70% para o município e 30% para o Estado.
O presidente do Serviço Autônomo Municipal de Trânsito e Transporte de Blumenau (Seterb), Carlos Lange, diz que a arrecadação vai diminuir, mas aceitou assinar para garantir a ordem no trânsito da cidade. Durante o mês que o convênio não vigorou, alguns procedimentos deixaram de ser feitos pela Guarda Municipal. (Fonte: Diário Catarinense – Pancho)

Demanda por voos domésticos cai 6,3% em junho

A demanda doméstica no transporte aéreo brasileiro continua caindo, pelo 10o mês consecutivos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O indicador, de passageiros-quilômetros pagos transportados (RPK, na sigla em inglês) caiu 6,3% em junho sobre o mesmo mês de 2015. Já a oferta (medida em assentos- quilômetros oferecidos – ASK) teve queda de 6,8% no mesmo período, a 10a baixa consecutiva. No ano até junho, a retração acumulada da demanda doméstica é de 6,6% e a da oferta, de 5,8%.
A agência destaca que entre as maiores companhias aéreas brasileiras, somente a Avianca registrou crescimento na demanda de junho, de 17,9% na comparação com junho de 2015. Latam caiu 11,2%, Azul, 7% e Gol, 6,6%. (Fonte: Diário Catarinense)

Taxa de desemprego avança e chega a 11,3%

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 11,3% no segundo trimestre, informou na sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou acima do registrado no mesmo período do ano passado (8,3%) e também foi pior do que os 10,9% observados no trimestre anterior, de janeiro a março. O dado de junho renovou o recorde ao marcar a pior taxa da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
No trimestre encerrado em junho, o país tinha 11,6 milhões de pessoas procurando emprego. O número recorde representa aumento de 4,5% em relação ao período de janeiro a março. Na comparação com um ano antes, houve crescimento de 38,7%, o que significa 3,2 milhões a mais de desocupados procurando voltar ao mercado de trabalho. O país tinha 90,8 milhões de pessoas ocupadas (formal ou informalmente), número estável em relação ao trimestre anterior.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad), que acompanha 211 mil domicílios a cada três meses em cerca de 3,5 mil cidades.

Rendimento sofre queda – O rendimento real (descontada a inflação) dos trabalhadores foi de R$ 1.972, queda de 1,5% em relação aos três meses anteriores (R$ 2.002) e recuo de 4,2% ante o mesmo período de 2015 (R$ 2.058).
Ao mesmo tempo, 1,41 milhão de postos de trabalho foram fechados, uma redução de 1,5% na população ocupada no mesmo período. Ainda no segundo trimestre, a população inativa cresceu 0,5%, com 344 mil pessoas a mais nessa condição, fora do mercado de trabalho.

R$ 1.972 – É o rendimento real (descontada a inflação) dos trabalhadores brasileiros. (Fonte: Diário Catarinense)

Gestão fiscal piora no Estado e Capital

Quando se fala em administrar dinheiro, Florianópolis tem a segunda pior nota entre as capitais do país. Perde apenas para Macapá (PA). A informação foi revelada pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal 2016 (IFGF), feito pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de janeiro).
A ideia do indicador é conhecer as fontes de renda das prefeituras e o que elas fazem com esse dinheiro. Os números de referência são de 2015. No Estado, 72% dos municípios estão em situação considerada difícil ou crítica. Houve piora em relação a 2014, quando 50,5% das cidades tiveram essa classificação. No país, 87% está em situação difícil ou crítica, o quadro mais negativo desde o início do levantamento, em 2006.
Também é o pior resultado da capital catarinense em 10 anos. Para o coordenador de estudos econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, o problema são os gastos.– Florianópolis tem nota máxima em fontes próprias de recursos, mas gasta muito com pessoal e investe muito pouco – explica Goulart.
Na direção oposta, Bombinhas ficou em primeiro lugar no Estado e em quinto no país. O especialista em gestão pública Sérgio Saturnino Januário acredita que o bom desempenho se deve à menor dependência das esferas federal e estadual.
– As cidades líderes são relativamente novas e se baseiam em serviços. Aquelas muito dependentes de governos tiveram queda maior na crise – diz Saturnino.

Federalismo à brasileira – Na hora de explicar quem sustenta quem, os especialistas se dividem. Uns afirmam haver muita dependência das cidades em relação à União. Outros defendem o contrário: os municípios sustentam a União. O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, é um dos que refutam a primeira ideia.
– Nós nascemos e morremos no município, é onde se gera riqueza. O PIB brasileiro é gerado nos municípios. Mas o que arrecadamos vai para a União e volta em repasse. Por causa do nosso sistema federalista sem cabimento, os prefeitos precisam ir a Brasília de pires na mão – reclama.
O federalismo brasileiro também é criticado por Saturnino, mas no sentido de que a União sustenta as cidades, e que é preciso que elas desenvolvam formas alternativas de gerar riqueza, reduzindo a dependência do governo federal.
Ziulkoski ainda faz um aparte. O índice Firjan, diz, não reflete a real situação das cidades, já que não leva em conta outros indicadores, como os sociais, que seriam fundament
is para fazer um retrato fidedigno dos municípios era bom na maiora dos lugares.

Índice no Estado
As cinco melhores
Bombinhas 0,8676
Joaçaba 0,8258
Balneário Camboriú 0,8169
Balneário Rincão 0,7974
Tijucas 0,7727

As cinco piores
Capivari de Baixo 0,3515
Pouso Redondo 0,3408
Santa Rosa de Lima 0,3363
Xaxim 0,3352
Três Barras 0,3345

Entre as grandes
São José 0,6852
Criciúma 0,5324
Blumenau 0,5057
Florianópolis 0,4737
Joinville 0,4361

Sobre o IFGF – O indicador é construído a partir dos resultados fiscais das prefeituras – informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Com base nesses dados, o Índice Firjan de Gestão Fiscal 2016 avaliou a situação fiscal de 4.688 municípios. Apesar da determinação da lei, os dados do exercício fiscal 2015 de 880 prefeituras não estavam disponíveis ou não eram consistentes (informações que não foram passíveis de análise).
IFGF é composto por cinco indicadores: receita própria, gastos com pessoal, investimentos, liquidez e custo da dívida. A pontuação varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor a gestão. (Fonte: Diário Catarinense – Larissa Linder)

Araquari tem geração de empregos fora da curva

Se a economia vem tirando o sono de muitos administradores municipais, Araquari, no litoral Norte catarinense, apresenta índices promissores e que refletem a crescente instalação de empresas nos últimos anos.
Somente neste primeiro semestre, a cidade gerou 1.003 postos de trabalho, enquanto outros municípios da região, como Joinville, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul ou São Bento do Sul, encerraram junho com saldo negativo, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego.
As atividades que mais abriram postos, segundo o Caged, estão ligadas à produção industrial. Somente para atuar na produção de veículos voltados ao projeto de exportação para os Estados Unidos, a BMW previu 350 funcionários até agosto, e parte do contingente já foi recrutado.
Outro indicador importante de Araquari é o repasse de ICMS feito pelo Estado e que está ligado à atividade econômica. De acordo com dados da Secretaria de Estado da Fazenda, o retorno do tributo chegou a R$ 11,8 milhões neste primeiro semestre, uma elevação de 21,64% sobre os primeiros seis meses de 2015. Comparando com o mesmo período em 2011, o crescimento foi de mais de 120%, valores já corrigidos pela inflação.
O prefeito João Pedro Woitexem apressa-se em explicar que o que está acontecendo não é somente o fenômeno BMW. No repasse de ICMS, por exemplo, os cálculos ainda não sofrem influência da chegada da multinacional alemã há menos de dois anos. Contam apenas empresas instaladas há três anos, segundo ele.
— Pelo quarto ano consecutivo, Araquari foi quem mais cresceu no Estado em retorno de ICMS — diz o prefeito.
Nos últimos anos, a cidade recebeu indústrias como a Fortlev (produtos plásticos), Isoterm (embalagens), Jefer (siderurgia), Hyosung (fios e linhas), Durin (acessórios e conexões em plástico) e a Ciser, empresa de fixadores de Joinville, além de outras centenas de empresas de setores diversificados. (Fonte: Diário Catarinense – Claudine Nunes)

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